sexta-feira, 9 de setembro de 2011

OUVINDO E ANALISANDO II

Ouvia a Radio Espírito Santo quando me despertou sua plástica. Está bem feita. Parece que fizeram escola por lá. A programação, ou o programa não ia lá essas coisas, mas quando chegavam às chamadas, as vinhetas, o negocio mudava, vivificavam, alegrava.
As chamadas são como mandam o figuro. Tem a voz do apresentador se esta for de programas. Assim vai. No esporte, no noticiário, etc. Chegadas de boas trilhas e vinhetas de sustentação colocadas no lugar certo.

Em rádios tem gente que apresentam programas ou mesmo trabalham na retaguarda que pouco valor dão as chamadas, vinhetas e trilhas. De que adianta o mais comunicativo profissional se não tem base ou sustentação. Fica um bobo no ar.

Quem primava por esse detalhe foi a Gazeta Am. Já não esta mais assim. Fiquei surpreso com a Espírito Santo. Isso pode levantar audiência, sabiam? Aquela coisa que ouvinte gosta mas não sabe dizer o que. Como também pode deixar uma radio acéfala de detalhes.

A radio do governo esta com vinhetas cantadas, aquelas que dão vida, e uma edição de chamadas e aberturas de primeira linha. E parece que ali não chegou ninguém com nova formula no colete, ate porque não tem nova formula em radio. Devem ter dado valor aos elementos da casa, que sei que tem bons lá.

Portanto Gazeta, você que dominou tantos anos mostrando modernidade, você esta ficando para trás. Cuidado, que a audiência vai caindo, não por falta de comunicadores, por que esses são peças, mas por falta de talento e criatividade, coisa de quem ama e entende de rádio AM.


MENSAGEM FINAL
Existem algumas pessoas que, se não souberem, você não poderá contar a elas. Louis Armstrong

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