NATAL EM NY
Este natal foi meio diferente, meio estranho. O comercio pode ate ter vendido bem, mas não vi “aquele” movimento de pessoas indo e vindo. Não ouvi musicas de anatal, tanto nas lojas como nas emissoras de radio.
Até na televisão, os comerciais foram raríssimos. Poucos, mas bem feitos, se pode dizer. Aquele do Bradesco foi maravilhosos, o “Presença”. Nem os filmes de natal foram exibidos, a não ser os de desenho animado.
Em Nova Iorque o natal foi sem neve, mas foi natal. Muito freio, papais Noel nas ruas, nas lojas, e a rádios tocando as musicas de natal, que convenhamos, são musicas lidíssimas. Uma tradição lá.
Apesar da crise americana, o natal continuou a ser natal. Acho que o frio inspira e aqui o calor não inspira. Deve ser isso. Não sei o que se passa, mas vi pouco “espírito natalino” este ano por onde andei.
Roberto Carlos, pela primeira vez, caiu num sábado, o de natal. A programação das tv’s também com cara de sábado. Na realidade o natal está deixando de ser aquele natal. Mas pode ser nossa maneira de ver as coisas. Vamos deixando a idade se aproximar e ver a realidade diferente.
MENSAGEM FINAL
Quando o dia amanhece e termina na véspera de Natal, uma expectativa invade nossa casa e nós sentimos um senso de mistério no ar. Dorothy Walworth Crowell

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