sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PONTO VITAL

Analisemos rapidamente porque o veículo radio é o primeiro a ser eliminado num processo de alinhamento econômico. Será porque emprega pouca gente, será porque hoje em dia pode trabalhar apenas com um ‘soft”, ou será não pesa no bojo?

Imaginemos uma empresa grande de comunicação. Daquelas que tem radio, TV e jornal, ou mesmo revista, internet, essas coisas. O radio é sempre para compor. Ou talvez até por ser um “legado” político, familiar, etc.

Essa empresa em questão tem no jornal um custo altíssimo e nem sempre uma boa resposta financeira. Tem também uma TV. Essa então, o custo esbarra na estratosfera e nem sempre tem a resposta popular que queria. Enquanto isso, o radio este lá, quieto, com o custo praticamente paralisado.

Juntando todos os predicados que o radio oferece, como empresa de custo baixo, ele geralmente é o ultimo a ser promovido – pois já acham que ele se auto promove, que é um erro gravíssimo – e o primeiro a ser “rifado” numa crise. E não é só aqui não.

Nos Estados Unidos, o NYTimes ficou marcado por acabar com suas emissoras de radio e algumas de TV, em detrimento a investimento na Internet. O radio deve ter sido o primeiro a ser lembrado, pode ter certeza.

Vocês tem idéia do que precisa para montar uma TV. Mesmo não sabendo, digo é deixa qualquer um doido. Um jornal papel então. Por isso que muitos estão migrando para internet. Pois o radio é montado com quase nada, tirando o parque de transmissão (casa, torre e transmissor)

É talvez por essas e outras que o radio passa por um desalinhamento empresarial, como vem acontecendo na Gazeta. Aliás – não é por causa dele que isso acontece – mas uma vez dissemos aqui que a Gazeta (rádios) poderia sofrer descontinuidade com a saída de Jairo Maia. Lembram?

MENSAGEM FINAL
O mundo todo vive o que chamam de mídia circus (circo da mídia). Bruno Barreto

Nenhum comentário:

Postar um comentário