sexta-feira, 9 de setembro de 2011

OUVINDO E ANALISANDO I

Ouvia a Radio Espírito Santo, que sempre teve programas defendendo a musica da terra, assim como também faz a Radio America. Emissoras tidas como pseudo- obrigadas a defender a cultura da Terra.

Mas em ter mos de musica qual a nossa? Congo, jongo? A não ser as tradicionais bandas de congo se exibindo em festas ou um grupo de jovens que tentou misturar congo com rock para ver se pegava, nada temos em termos de cultura musical.

Temos sim, muitos cantores da terra cantando as mais variadas formas de cultura de outros lugares como o samba, rock, bolero e na maioria das vezes esses ritmos em letras que não casam....Seria isso musica da terra?

Que capixaba ouve, ou melhor, que monte de gente de outros estados que temos aqui ouviria uma musica universal com a nossa gente? Preferem os mais conhecidos, ou da terra deles. Será que é por isso que nada decola?

Falta de divulgação não é. Temos nomes no radio que cumprem esse papel num esforço quase sublime, amoroso, apaixonado. Apenas isso! Como se fazer ouvir se a grande massa – essa que tem de ser atingida, não é cultura? - é seduzida ate por ritmos indus, devida a força de novelas populares? Fora outras forças ocultas que atrapalham.

É um caso mal resolvido há anos e parece que vai continuar assim por muito tempo, por mais que haja ajuda e compreensão de todos. É um problema de identidade cultural e aí é fica mais difícil lutar.


MENSAGEM FINAL
Existem três classes de ingratos: os que silenciam diante do favor; os que o cobram e os que se vingam. Ramón y Cajal

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