quarta-feira, 7 de setembro de 2011

CHAMADA DA GLOBO

A chamada da Globo, com locução de Pedro Bial e mostrando imagens dos programas e pessoas da própria rede, parece-me transportar para uma fase mais humana, de mais “toque humano.” Explico porque.

Repare que a data não é nostálgica como o Natal. Mas acontece o lançamento da nova temporada da televisão do Rio de Janeiro. Só que antes, quando ela lançava seus programas, tinha chamadas dos mesmos, mas não tinha chamada como essa.

Nostálgico porque? Geralmente no natal, as grandes empresas veiculam mensagens bem construídas, gastam dinheiro apenas para tocar o espírito natalino das pessoas. Se bem que nesse ultimo natal, esse tipo de mensagem apareceu pouco. A própria Globo fez uma boa, porem fria.

No radio já fazíamos há tempos. A TV nem sonhava com coisas assim. “Um Novo Tempo” no maximo nos fins de ano. O radio já enaltecia essas e outras épocas. Inclusive fazia mensagens sem determinada data a comemorar. Também já não faz mais essa prática. Uma pena.

Só que a proposta for esta, devia-se então fazer com mais charme. Se a Globo fez a primeira, certamente será copiada pelas outras televisões. Mas tem de se entender que tais chamadas tem de ter um teor profundo, sério, assim meio dramático. Reparem essa atual, com voz de Bial.

Se isso acontecer, é sinal que a televisão, pelo menos, está utilizando a alta tecnologia a seu dispor, para humanizar suas mensagem para seus telespectadores.


MENSAGEM FINAL
Nada pode impedir o homem em alcançar seu objetivo com a atitude mental correta; nada no mundo pode ajudar o homem com a atitude mental errada.
Thomas Jefferson

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