PELA CLASSE
O corpo diretivo do Sindicato dos Radialistas, classe que eu pertenço, ficou amuado com a crônica escrita aqui e depois na Revista Sim, quando, com o título Reage Sindicato, solicitava luta da classe, não só daqui do Estado, mas de todo Brasil, para mudar as nomenclaturas ultrapassadas da Lei do Radialista, que envolve radio e TV.
Além da sugestão do sindicato entrar de corpo e alma nessa questão, tive a infelicidade de escrever duas outras coisas, ofensivas ao próprio órgão, quando citei que se devia defender teses como essas nas viagens de seus membros aos encontros nacionais da classe; como também citei que em suas diretorias, participavam membros que estavam ali somente para ter imunidade nas empresas que trabalhavam.
Só esquecí de citar que a diretoria atual veio a acabar e está acabando com esse estado de coisa, é como eu vejo. Mas é necessário também abrir o olho e realizar atos efetivos, sob pena de a cada dia que passa, o sindicalismo se tornar mais cosmopolita, ou seja, mais social, e menos político, não perder sua voz de negociação latente.
Em contato com membro da diretoria atual, este me fez ver que eles tem já se preocupado com a mudança dessa nomenclatura e que inclusive já até conversarm com os sindicato contrário, ou seja o dos “patrões”, já que esses tambem tem problemas com a nomenclatura de lei ultrapassada.
Queria deixar claro mais uma vez, que quando venho falar do sindicato de minha classe é no intúito de tê-lo forte, respeitado, pois apesar de ser formado em administração pela UFES, a profissão de radialista foi a única em toda minha vida de 45 anos de trabalho. Portanto dói em mim qualquer deslize que possa vir a existir
Sempre que puder, poderei ser um porta-voz dos atos do sindicato. Terei prazer em divulgá-los. Temos os canais.
MENSAGEM FINAL
Quem é violento na oposição será tirânico no poder. Eduardo Girão

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