TÓPICOS IMPORTANTES
PRIMEIRO – o Ministério Público entra com ação
na justiça contra o Ministério das Comunicações, cujo teor de que o órgão é
omisso á lei que trata de subconcessões,
principalmente para igrejas e produtos de televendas. O
Código Brasileiro de Telecomunicações determina apenas o tempo limite destinado
à publicidade em canais abertos: 25% da programação. Desse modo, mesmo que
pastores ou empresas privadas aleguem ter comprado espaço publicitário, a
prática continuaria sendo contra a lei nos casos de horários alugados em quase
toda a grade diária de uma emissora. O Ministério das Comunicações permanece
omisso sobre o caso, não se manifestou (é porque está errado)
SEGUNDO
– Pesquisa recente do Ibope Média, mais um braço de pesquisa do Ibope, mostrou
resultado sobre o Jovem Digital Brasileiro; nele 68% dos jovens pesquisados
ouvem radio, principalmente na Internet. A pesquisa mostra que o consumo de outros meios
também é expressivo entre os jovens, sendo que 92% assistem TV e 68% escutam
rádio. Além disso, a internet deve ser reconhecida hoje como uma plataforma
estratégica de interação e engajamento com os outros meios. Eis a facilidade de
adesão de todas as classes.
TERCEIRO - O horário eleitoral gratuito tem
um escoamento de plateia de ano para ano. A TV paga continua como a grande
concorrente das TVs abertas neste horário político. Nas eleições presidenciais
passadas, a TV por assinatura tinha cerca de 9,7
milhões assinantes no Brasil. No primeiro trimestre de 2014, o número de
clientes do serviço bateu a casa dos 18,7 milhões. Redes como Globo, SBT e
Record já esperavam uma queda entre 5% e 10% em suas médias diárias de ibope
durante o horário eleitoral, que ficará no ar ate 2 de outubro. São cerca de
2h30 por dia destinado ao assunto, somando propagandas políticas e do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE).
MENSAGEM FINAL
O
coração nunca envelhece. Basta um sorriso, um nada, um alvoroço, e tudo nele se
ilumina e aquece. Padre Antônio Feijó