quinta-feira, 21 de julho de 2011

QUE FINDE, HEIM?

O segundo fim de semana de novembro de 2006 foi carrasco para região sudeste, principalmente aqui em Vitória. Choveu dois dias seguidos. Frio em novembro. Será o El Nino? Em paralelo, muitas coisas aconteceram aqui e no mundo. Neste “finde”, em termos de futebol, o Milan de Kaká continuou sua sofrida peregrinação na Europa. Mas em campo, só o brasileiro brilha.
Aqui, o Fluminense continuou a sua via crucis. Não ganha de ninguém. Viva o São Paulo.

O Vital, de mal com a Gazeta e em novo local, foi castigado pela chuva. Tudo pareceria contra. Será o fim da famosa micareta? Não, ela não pode acabar assim. Que terra é esta? Nem o nordeste é tão incompetente assim com o turismo. Seria o prefeito culpado? Ou estaria á prova a disputa de poder entre a Gazeta e a Tribuna, que apoiou o Vital este ano? Quem ganhou?

No campo de disputas, mas serias, como a eleição da OAB, os candidatos estão fracos em seus discursos. Tem coisas para ser ditas e ninguém está ouvindo. Ou melhor, falando. Por outro lado, o sindicato dos radialista publicou edital de inscrição de chapa única. Na composição alguns velhos colegas, gente boa, de caráter, predicado que faltou a anterior a esta. Estão trabalhando serio e vale á pena cooperar.

No jornal, duas matérias chamaram a atenção e ambas nada de factoides. A primeira o humorista Agamenon (Casseta&Planeta) , faz alusão ao Cirque Du Soleil, comparando-o com o Brasil atual, cheio de palhaços, com equilibristas do PT, com políticos safados no picadeiro, um comandante palhaço e platéia vendo tudo e rindo. É realmente o retrato do Brasil.

Na outra, simplesmente as estórias de Paulo Coelho, publicadas aos domingos. Nelas, três temas atualíssimos, servindo para qualquer um de nós: Na primeira, a ilusão do talento. A qualquer sucesso a gente pensa que tem talento. Puro engano. A segunda versa sobre uma rainha que fazia tudo direito, mas tinha umas poucas pessoas que criticavam. Ela dizia: Mesmo fazendo tudo sempre direito, só não posso calar a boca do povo. Só o tempo pode. E a terceira é sobre o achismo. Sempre estamos falsamente dizendo: Acho que...acho isso de...acho que não... Essas pessoas que “acham” nunca se “encontram”

Por fim, as cores verde e amarela continuaram brilhando, apesar do mau tempo. A seleção de futebol de areia, campeã do mundo e as meninas do vôlei, que continuam dando show. Podem até perder, que iremos considerá-las campeãs. Que finde, heim?


MENSAGEM FINAL
O homem fala, o sábio cala, o tolo ouve e o imbecil escreve. Provérbio Árabe
EDIÇÕES DE QUINTA

Os dois principais jornais impressos da cidade de Vitória amanheceram na quinta, o dia seguinte a votação em Brasília, com capas diferentes, querendo dizer que fazem linhas opostas em nome de leitores. De mais ou menos leitores.

Enquanto um estampava a manchete VERGONHA em negrito, em relação a politicagem esdrúxula que fazem Brasília, o outro “manchetava” problemas de celulares, e a foto era com os jogadores do Flamengo, comemorando a vitória da noite do mesmo dia vergonhoso.

Chama a atenção à postura de capa dos dois, pois o leitor que se preza e sofre com os deslizes dos políticos, fica constrangido em ver que tem imprensa que não está nem aí para os fatos mais sérios. Ou deve ter motivos especiais.

Especiais como, por exemplo, ser um jornal popularesco, desses que seguem a linha leve e fácil, pois seus leitores são assim. Então não interessa explicar os fatos. Os leitores querem ver sangue, reportagens esportivas, policiais, ver umas fotos de belas mulheres e participar de muitos prêmios.

Mas o brasileiro que não recebe o bolsa família e outros afins fica sentido em ver que tem imprensa que não esta cumprindo o seu papel de alerta, de indignação com o absurdo, preferindo cuidar de si e não de cumprir o proposto real do esclarecimento.

Ou talvez estejamos errados. O jornal que assim se procede, já deve ter imaginado, antes de todos os outros, que não adianta mostrar a verdade de Brasília, como não adianta também ter CPI’S, e que não adianta existir Conselhos de ética, nem decisão do Supremo, já que no fim, o governo faz o que quer e nós aceitamos passivamente. Somos brasileiros.

MENSAGEM FINAL
Jamais culpe o seu próximo antes de ter estado em seu lugar. Talmude (livro de doutrina e jurisprudência)
DISCIPLINA

Plínio Marchini, para nos, foi sempre sinônimo de disciplina. Antes de conhece-lo ou ter o privilegio de trabalhar com ele na mesma empresa, havia uma sala no velho prédio de A tribuna da Alberto de Oliveira Santos que tinha o seu nome. Uma placa preta de aço escovado com os dizeres “Sala Plínio Marchini”. Acho que foi idéia de João Santos, não sabemos ao certo.

Havia uma voz corrente que dizia ser Plínio um disciplinador, dirigente exigente e duro nos seus questionamentos. Deve ter sido apenas fama, mas o fato que todos que trabalharam com ele o tiveram com um bom superior, um excelente professor e um bom profissional, enfim uma pessoa que sempre sabia o que fazia. Poucos hoje em dia agem desta maneira nos seus cargos de direção. Ousam pouco, são medrosos e limitados. Há exceções, claro.

Pouco depois de voltarmos do exterior tivemos a oportunidade de atuar em conjunto. Foi na Gazeta. Na fase da compra da nova maquina e do lançamento do jornal em cores. Ele estava na direção comercial da Rede e nós na gerência das rádios, tendo Aurelice Aguiar como diretora. Segundo consta, esta era a segunda passagem dele pela empresa do Cariê e família.

Lembramos de um episodio que nos fez pensar naquilo tudo que falavam dele. Jairo Maia quando dá para reclamar, sai de baixo, pois ele reclama mesmo. Pois chegou ao ouvido do Plínio uma reclamação comercial do Jairo. Sabedor que Jairo sempre confiava muito em nós, Plínio nos chamou e avisou para Jairo evitar ficar reclamando e seguir as orientações de praxe. Nos utilizando como porta-voz. Recado dado, tudo apaziguado. Afinal veio lá de cima, veio de Plínio Marchini. Se bem que eles eram amigos e se respeitavam profissionalmente. Isto foi apenas um episodio da fama de Plínio.

Plínio teve que se afastar de Vitória e foi trabalhar na Rede Globo, com muita competência. Tanto que ele arrumou uns fiéis escudeiros pelo carisma do seu trabalho. Um deles, que está com ele até hoje, é nossa opinião uma das pessoas que mais entendem de radio no Brasil. É o César Garcia. Trabalharam juntos em São Paulo. César esteve com Plínio aqui na Gazeta também.

Hoje ambos estão prestando seus talentosos serviços á Fernando Aboudib Camargo na Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Fernando Camargo deu a Plínio a tarefa dele criar uma rede de tv, a Rede Intertv, afiliada Globo, formada pelas emissoras Alto Litoral, Serramar, Grande Minas, Planície e Cabugi, cobrindo 48 municipios no interior do Estado do Rio, 170 em Minas Gerais e 147 no Rio Grande do Norte, a mais nova aquisição. A composição da InterTv é Presidente, Fernando Camargo, Vice-Presidente, Plínio Marchini e Diretor Executivo-Comercial, César Augusto Garcia.
Para finalizar essa homenagem a Plínio Marchini, um homem que realmente entende de comunicação, basta dizer que ele é de Cachoeiro de Itapemirim. Modéstia á parte.

MENSAGEM FINAL
O verdadeiro sábio não discute normas e religiões. Aplica-as. Ensina demonstrando. Aprende vivendo-as. E morre aprendendo. Myra Maya
COMO FICA ISSO?

Agora todo mundo está com bronca da Venezuela. Mas acho que aqui ocorre um fato semelhante, em surdina, ou fora do alcance de muita gente. É o caso da Veja e sua luta contra as mazelas negativas do governo. Explicamos: No escândalo do presidente do senado, todos querem inocentá-lo. Caminha para isso. Caso aconteça, cai em descrédito a Revista Veja, pois ela que fez a denúncia. E isso é uma maneira de censurar, de outra maneira.

Imagine uma revista de respeito e insenção nacionais fazer uma denúncia, inclusive se antecipando no lançamento da edição e depois ficar de cara no chão. O que apurou foi ou não foi verdade? Porque iria a Veja balançar suas estruturas de sustentação da democracia sem mais nem menos? Você, leitor, dela ou não, o que acha disso? Os políticos, mais uma vez eles tramando contra os bons princípios.

Daqui á pouco a boa revista Carta Capital faz uma denúncia contra membros do governo e eles inocentam depois. Eles, justiça, políticos, sei lá. Dias de trabalho, de apuração, de averiguações, de perguntas, de pesquisa, varando noite e tudo é jogado por terra como um trabalho que não deu em nada. Só acontece em paises de cunho tropical, ou seja de viver na brisa.

Uma vez nos Estados Unidos dois repórteres conseguiram derrubar um presidente da Republica no Caso Watergate. Aqui uma revista inteira é desmentida na cara dura. Lá, é difícil prender alguém rico e famoso, mas quando prende, seja ele quem for, vai em cana mesmo. Estiveram presos o secretario da casa da moeda, a milionária Paris Hilton, mas presos mesmo!

Veja bem (sem trocadilho) muitos leitores nem percebem que o periódico que lê esta sendo aviltado por ideais espúrios. Isto esta ocorrendo normalmente, como se fosse nada. Pense bem, se o presidente do senado for inocentado é bom a gente não acreditar em nada mais o que essas revistas escrevem. É tudo mentira, sensacionalismo. Por acaso você não se sente um fantoche nesse país?

MENSAGEM FINAL
Comunismo não é amor. Comunismo é um martelo que usamos para arrebentar o inimigo. Mao Tsé-tung

AINDA A FORÇA DA TV

Domingo que passou foi das Tv’s dos Marinhos, mostrando que esse veículo ainda é muito forte em meio a audiência de todos os veículos. Senão vejamos: Além dos programas normais de domingo, apesar de muitos carregarem o estigma de chatos, tivemos dois eventos que foram o “must” da audiência.

Um deles foi a Formula Um, exclusividade da emissora. O outro foi a seqüência dos jogos do Brasileirão na fase final, gerando emoção. Para falar a verdade, ambos os eventos são investimentos próprios e solitários da Vênus Platinada (quanto tempo que não via isso!).
No tal domingo, a Globo reinou e mostrou aos seus seguidores, principalmente o canal do Bispo, que eles precisam correr a uma maratona de um milhão de kms para alcançá-la. Mostrou que seus investimentos ainda dão certos, apesar de vários arautos torcerem contra.

O fato é que, ou você acompanhou tudo na Tv, direto, na emoção, ou preferiu ver pela Internet de um modo mais frio e passível de paciência. Mas está ai. A Internet não ficou para trás nessa hora. Ficou sendo utilizada para quem só queria saber de resultado, e não acompanhar.

Cada veículo com sua utilidade para seus seguidores. Cada um mostrando seu valor na hora que mais precisa. E no dia seguinte, completaram tudo, o radio e os jornais. Façam uma análise e vejam se não é assim. Analisem bem, pois chega o dia que a TV estará fazendo isso na tela do seu PC ou do seu celular normalmente.

Não esqueçamos que foi a TV, mais uma vez, a ajudar decidir as eleições nos Estados Unidos. Obama gastou 75 milhões de dólares num programa de 30 minutos em seis canais em rede semana passada. A TV ainda tem seu peso de decisão. Breve será a Internet.


MENSAGEM FINAL
Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível. Mahatma Gandhi

quarta-feira, 20 de julho de 2011

INTERNET DESCONTROLADA

A Internet nasceu como uma rede de comunicações militares, durante a guerra fria, para funcionar no caso de um ataque nuclear contra os Estados Unidos, interromper as comunicações convencionais. Mas logo se percebeu o potencial desse sistema para a democratização das comunicações pessoais e, assim, a Internet foi aberta para uso público. Acontece que em fins da década de noventa o governo americano parou de exercer este domínio sobre a rede, deixando mesma em deriva, sendo que está assim hoje em dia.

A rede mundial serve para 50% de futilidade e o restante de coisas úteis. Da metade frívola, 40% são ocupados com sexo. Devem ter um milhão de sites pornográficos, e interessante, cada site com uma variedade de mil mulheres diferentes. O sexo proliferou mais no planeta depois do advento da Internet. E as mulheres também. É incontestável. Sobre educação, através de pesquisa, a rede possui um vasto repertório, para tudo, mas falta tato nos navegadores para achar o mais correto.

Você conhece algum curso sobre como navegar na Internet? Pois o primeiro que instituir ficará rico e será o grande pioneiro. E sabido que a metade da população de navegadores não encontra o que procura em menos de um par de horas. É perder tempo demais. Ou melhor, ele, sem querer, é desviado para outros assuntos. E quando vê, está num site frívolo, ali, grudado. E aproveitam isso impondo os pop-ups, as janelas indiscretas da Internet.

Entre as utilidades, os sites de troca de informações, os correios eletrônicos e os álbuns de amigos, como o famosíssimo Orkut. E este mundo deixaria de ser este mundo se não tivessem já aproveitando destes instrumentos para o domínio do mal. E o mal está em toda Internet, como está em todos os lugares. Por isso vale aquela velha máxima. “Veja por você anda”. Mas quem tem familiares distantes sabe da importância da rede. E se ficar sem o computador ‘como ficar sem telefone ou sem luz.

Invenções americanas, como sempre. A Coca-cola e a Internet entraram na veia dos povos e agora fazem parte do sangue de todas as nações. Não adianta os nacionalistas – que fazem uso também - contestarem a praga do americanismo.Com ou sem decadência, o americano está na vida de todos do planeta. Infelizmente

MENSAGEM FINAL
Não me importa que Deus esteja do meu lado. O que espero ardentemente é que eu me ache ao lado d'Ele. Abraham Lincoln 
LULA DISSE:

O nosso preclaro presidente quer colocar uma rede de Tv publica em nosso país. Pois muito bem. Num de seus pronunciamentos á respeito, disse que as programações das TV´s sejam pagas ou abertas, são uma chatice só. E mais: Que a noite não passa um filme que presta para aqueles que são insones. Acho que vou concordar com Lula, embora relute. Mas vou.

Certa vez cheguei até pensar que se lucra – em termos de aproveitar – ter em casa apenas a antena para captar os poucos canais abertos. De posse nas mãos de um “remote”, fica impossível ficar parado num só canal, a não que o assunto seja o que você estava querendo hás muito tempo. Mas isso é muito difícil de acontecer.

É preciso saber dispor de auto controle para ter acesso a mais de 70 canais da TV fechada. A gente sempre pensa que deve estar tendo um programa, um filme melhor lá na frente ou que já tenha passado e fica naquele vai e vem de canais o tempo todo. E nisso que Lula se pegou. Em suas insones, deve ter procurado um filme policial ou de faroeste, ou até mesmo de terror, que parecem ser seus estilos e não deve ter encontrado.

E é verdade. São muitos canais. Muitas grades a serem preenchidas e nessa obrigação colocam 70 ou 80% de porcarias e o telespectador fica sem uma boa opção. Inclusive o Presidente do País. Aí entra a palavra e a ação da moda: Conteúdo. Muitos canais, muitos veículos. Como achar conteúdo – dos bons - para preenchê-los á contendo? Então voltamos à estaca inicial. De tudo que existe de avançado na tecnologia da comunicação, a coisa mais importante é o conteúdo mesmo!

Foi disso que sem querer Lula reclamou. Vamos nos preparar minha gente. Não basta ser inteligente, empreendedor, etc. Tem de ter talento, experiência, amor pelo que faz.....


MENSAGEM FINAL
Tome um rumo diferente do de costume, e quase sempre estará certo. Jean-Jacques Rousseau
MUSICA DO FILME

Hoje a trilha sonora dos filmes marca mais que musica de parada que roda em radio. Outro dia vimos isso acontecer com uma musica, trilha sonora do filme “Closer” Outras trilhas marcam. Aliás, determinada cena de ação fica sem pé e nem cabeça se não tiver uma trilha apropriada.

Muitos ainda não notam a importância da trilha sonora. Tema musical é uma coisa, trilha sonora é outra. Ambas estão sincronizadas em qualquer filme que se preze. E segunda consta, tem cenas que são desenvolvidas e gravadas sob a partitura musical.

Em outros filmes, ocorre o contrário, o condutor musical, o maestro, desenvolve a trilha olhando para cena e para o grau de interpretação dos astros naquele momento.
Na realidade muitos sucessos saíram da trilha sonora de um filme.

Hoje, tentam fazer o mesmo com novelas e series. Nos Estados Unidos, onde não se Vê novela, que é um produto mexicano, as series é que comandam. E todas tem suas trilhas de abertura, que fazem parte do cotidiano daquele povo que não fica sem uma tv ligada.

Poderíamos perder tempo enumerando todas conhecidas. Trilhas de filmes e aberturas de series famosas. Isto é a industria musical americana, que faz todo mundo consumir, tanto na China como aqui no Brasil. Reparem que sempre cantamos os sucessos americanos em nossas vidas.


MENSAGEM FINAL
Essa é uma regra que eu recomendo. Nunca praticar dois vícios ao mesmo tempo. Tallulah Bankhea
NOVOS OU TRADICIONAIS?

Alguns jornais vivem se modificando numa espécie de overdose da modernidade. Existem jornais assim e aqueles que nunca se modificam, como os chamados “jornalões” tipo: New York Times. Times, Washington Post, La Nacion, Estadão, etc Hoje existe um debate. Um jornal de grande çleitores deve se modernizar ou ficar nos mesmos moldes?

Se o problema é leitura ele não deve ser modificado. Deve ser aquela historia, “de pai pra filho”, ou seja, um jornal sempre do mesmo jeito, como é o NYTimes. De longe se sabe que é ele. Página de capa limpa, sem sensacionalismo, mas com conteúdo atual. Seus articulistas podem até mudar, mas o estilo tem de ser o mesmo do seu antecessor. Ou o modo de escrever, de se apresentar, etc.

Muitos deles migraram para a Web. Justamente para colocar em pratica a ânsia da modernidade que não deixa de se apresentar a esses órgãos tradicionais. E quando chegam a Internet, o fazem de modo moderno, claro, colorido, ousado. Mas não deixam de lado a seriedade, a credibilidade. Assim já estão muitos, como o próprio NYT.

Mudar muito na celulose não chega a impactar. Fica parecendo que ainda não encontrou a forma ideal de se apresentar. Moderniza daqui, modifica de lá e a impressão que dá é de inquietação na direção e sob diversas formas, entre elas a de simplesmente querer mudar alguma coisa.

Muitos leitores reparam essas atitudes outros não, querem apenas absorver o conteúdo, seja da forma que estiver. Na realidade o que vale mesmo não é beleza e sim o que transportar, o que mostrar. Apesar de ter melhorado o aspecto de leitores, os jornais ainda correm o risco de serem banidos num futuro próximo, sendo troados pela tela de um micro. Pode ser até a do seu celular.


MENSAGEM FINAL
Aquele que derrota outros é forte; o que derrota a si mesmo é poderoso, e o que sabe que quando morre não será destruído é eterno. Lao-Tsé

OS NOMES
O primeiro que soou estranho foi de Idi Ami Dada. Estamos falando de nomes de homens que estão no comando da politica, ou querendo fazer parte dela.
Como era na África Oriente, tudo bem. Depois veio aqui no Brasil.

Quando Lula se preparava para assumir, a gente pensava. Como iremos apresentar nosso prewsidente, por exemplo, na Assembleia Geral da Onu? Sras e Sres, Lula do Brasil. Me fez lembrar até Lula de Vitória, o cantor.

Agora imagina no interior desse Brasil, o nome de determinados candidatos. Não precisa ir longe não. Aqui no Espirito Santo, mais precisamente no norte do Estado, tem um candidatoa prefeito com um nome pior que seu vice.

Eles tem um programa de governo num folder muito bem feito, bem escrito, papel bom, bem digramado. Mas na frente, está lá: Ze da Foice e Coitadinho. Lógico que eles sabem que se tiverem voto, é porque materam essse nome, como Lula.

Com uns nomes assim, eu logo imagino um almoço entre amigos, pouca gente, e na mesa, os pratos espalhados, e de repente alguem fala: “ Coitadinho! Passa o arroz ai, por favor!” ou então. “ Seo Ze da Foice, o sr vai mesmo cortar o salario do pessoal?”

O Brasil não vai pra frente por isso, ou esta indo em progresso pelas coisas mais serias? Este tipo de lirismo deve continuar a fazer parte da vida brasileira, pois é folclore. E a gente vai levando. Rindo, votando, admirando. Este é Brasil e ninguem vai muda-lo dentro de 100 anos.


MENSAGEM FINAL
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena. "
( Fernando Pessoa )
PUXA SAQUISMO

Há duas maneiras corriqueiras de puxar saco. Uma é a da sobrevivencia e a outra é a de querer aparecer, conforme dequem e de quê se puxa o saco. Nesse caso é o de aparecer. É o caso da sugestão do nome de Carlos Lindemberg para a Ponte da Passagem.

Dr. Carlos sem sombras de dúvidas foi um grande nome, um grande político do nosso Estado. Mas foi tambem o presidente da Gazeta por muitos anos, deixando seus descendentes á frente, chegando ao momento até o neto.

Mas os nossos edis bem que poderiam homenagear outros personagens, que talvez mereçam a mesma intensidade de Carlos Lindemberg, como João Calmom. Porque Não?

Mas assim, homenageando o dono do outro poder do Estado, A Gazeta, eles, por certo, terão seus nomes lembrados, agradecidos e principalmente citados, como é o propósito da ação.

Mas tambem precisam saber que lá na Gazeta isso é recebido corriqueiramente, como mais um fato de homenagem vinda de pessoas e órgãos que precisam estar em voga, senão sucumbem.

MENSAGEM FINAL
As conseqüências interiores e exteriores até da mínima mentira são de modo geral mais danosas do que todas aquelas pequenas coisas desagradáveis que resultam de uma verdade dita diretamente. Conde Leon Nikolaievitch Tolstoi
REPORTAGEM INVESTIGATIVA

Uma vez, morando nos Estados Unidos, visitei uma radio de Nova York que tinha uma programa semi clássica e clientes pra lá de Mercedes Benz. Ostentava em uma galweria, na entrada, trofeus ganhos da Associação de Radio de New York pelas suas reportagens investigativa

Eram materias que mostravem lados crueies ou não. Construtivos, nem sempre. E contavem com o apoiomcomercial de grandes nomes como Mercedes, Bank Of New York, Xerox Inc, e muitas outras do mesmo naipe. Porque? Era pela credibilidade que era empregada nessas investigações.

Ou ouvintes acreditavam nos casos levantados. Eles ouviam desde do inico ate o desfecho. E os anunciantes queria isso, gente que acredita, que confia. Então a radio era o veiculo certo para seus produtos. Sua programação sempre foi semi-gravada, mas mantinha um corpo de reportagem externa com todo apoio possivel.

Aqui no país não existem reportagens investigativas no radio, só na televisão, assim mesmo num Fantastico uma vez aqui, outra acola. O radiojornalismo prefere cobrir – quando cobre – casos como o da menina Isabella, que confunde o ouvinte e nunca termina.
É bom lembrar que o radio continua sendo o principal veiculo para esse tipo de radiojornalismo, o da reportagens investigativa pelos seus atributos gerais, que todo mundo conmheçe de cor e salteado; ligeireza, mobilidade, credibilidade e facilidade.

Agora, resta saber se a nossa cultura permite uma companhamento acurado numa reportagem desta. É necessario interesse, assiduidade de audiencia e interatividade. Quem faz assim no Brasil,de hoje?


MENSAGEM FINAL
Se você quer que alguma coisa seja feita, peça a uma pessoa ocupada.
Benjamin Franklin

SUCESSO DEMORADO

Fazer uma emissora de radio do nada e’ uma coisa e fazer sucesso com uma radio nova e’ outra completamente diferente, tanto em escala como em processo. Elaborar uma programação numa radio zero km pode ser através de pesquisas, estudos, e experiências. Agora, colocar uma programação nova numa radio que vem de um arredamento e a pior coisa que existe, Um trabalhão danado que pode levar uns anos para voltar a ser o que era antes, e se esse antes era bom.

Montar uma programação em radio nova ocorrer com mais freqüência do que voltar com uma programação diferente numa radio que já existe, lógico. Nesta ultima, tem que lutar contra duas programações antigas e que logicamente não deram certo, a própria – por isso que deve ter arrendado - e a do arrendatário, que geralmente acaba com o canal, o prefixo, com tudo, depois que a entrega de volta.

Mesmo assim, nos dias atuais, ninguém tem paciência de esperar e então começa uma via sacra de prejuízo e lutas contra custos. Uma radio nova leva hoje uns dois anos para começar a solidificar no mercado, tanto em conceito como em veiculo. Quer dizer, são 700 dias de prejuízo ou de investimento. Só que ninguém pensa em continuar investindo, querem logo o lucro e nunca terão desta maneira.

Uma radio que volta de um arrendamento terá tudo em dobro, a solidificação no mercado, o novo conceito como veiculo, a confiança do mercado e dos ouvintes. Barra pesada! Não compensa tentar. Deveria arrendar novamente, fica mais em conta, pois se tentar, os aborrecimentos serão maiores e constantes.

Portanto, levem em conta a enxurrada de novas emissoras que surgem, seja regulares ou comunitárias, e a que estão arrendadas. Poderão ver que muita gente estará se aborrecendo prematuramente tanto num caso como no outro. E o mercado de radio volta ser uma incógnita na cabeça de vários pseudos proprietários de emissoras de radio no Estado e no Pais.


MENSAGEM FINAL
Há dois séculos discute-se o que o Governo deve fazer. Que tal começar a discutir só o que o Governo pode fazer? Peter F. Drucker
TV RADIO - SIMPLES ASSIM
O Manhanttan Connection pode ser um desses programas que é do radio, mas mostrado na TV. Fora as matérias de externa, ele se passa dentro de um estúdio e esse estúdio pode perfeitamente ser de radio. Ele é um programa que prestamos atenção, graças aos seus apresentadores, do seu grau de perspicácia.

Bom, se estão entendendo, é um programa de radio, bem falado, bem concatenado, com boas tiradas pode fazer muito sucesso na tela de uma televisão. Daí para o celular é um pulo, para que se possa ver o que quiser: No ônibus, na fila do banco, etc.

Outra vez falamos aqui dos programas estáticos que a TV mostra. Tem uns que ficamos prestando atenção. Geralmente de perguntas e respostas ou de simples entrevistas. É por esse caminho que a televisão do futuro trilhará. Vai pesar o baixo o custo, o conteúdo, espaço e produção. Tudo contribuirá para uma TV dinâmica e mais elucidativa, participativa.

A BBC que apesar de estatal está sempre um passo á frente, já tem em sua grade só programas estilo radio, ou seja, um programa de radio bem feito mostrado na TV. Sempre com boas entrevistas, assuntos do momento.

O problema aqui no Brasil são os programas de radio. Geralmente de baixo nível para um projeto assim. Também com apresentadores que pecam na cultura geral, atrapalhando um pouco a maneira de conduzir para dois canais.

Voltamos a bater na mesma tecla. Com a digitalização da TV e do radio, volta a ganhar força as AM’s e delas que sairão os programas para a TV. As fm’s continuarão a fazer programação para a periferia.


MENSAGEM FINAL
Quem, sendo amado, poderia ser pobre? Oscar Wilde
VELOCIDADE DEMAIS
Outro dia tivemos de gravar um programa para o dia seguinte, sendo que o mesmo disporia de três noticias gravadas, extraídas das agências de noticias credenciadas da Internet. Foram selecionadas, e entraram no dia seguinte. Quer dizer: “noticias” do dia anterior. Seria a velocidade das coisas hoje em dia que permitiu que isso se concretizasse? Talvez. Uma série de fatores contribui para que isso aconteça.

Excesso de informação, desinteresse de ser informado, descrença nas informações, qualidade de noticia são alguns deles. Por exemplo, uma agencia de noticia tem uma quantidade diária de informação a ser publicada. Muitas dessas noticias são frias, ou seja, são projetadas para o futuro. É com essas que se pode fazer um noticiário para o dia seguinte, sem problemas. O ouvinte ou telespectador nunca vai saber se é gravado ou não.

E tem mais: Se a tendência das rádios for mesmo de se tornarem informatizadas, ou seja, fazer as programações diretas do computador, a captação e veiculação das noticias terão de ser repensadas. Começara haver uma classificação da informação para ir ao ar, coisa nunca pensada até agora.

Por exemplo: Essa noticia é para ser dada hoje ou pode esperar para amanhã. Vi acabar com esse imediatismo da informação, até porque são esporádicas as noticias que tem de ser veiculadas para um interesse amplo. Reparem só: Quando uma informação quente é mostrada, seja qual veiculo for, os povo recebe a informação. Depois é saturado com outras informações da mesma noticia. Resumindo: Enche o saco!

Então, além do jornalismo, tudo pode ser gravado, até um sorteio real pelo telefone. Tudo na máquina. Imagine então uma entrevista, uma conversa com o ouvinte pelo telefone, etc, etc. Em radio tudo pode, desde que se tenha o conteúdo pronto. Como sempre, o radio é pioneiro.

MENSAGEM FINAL
Nossa ações mais importantes são as conseqüências que nós não veremos.
John Ruskin

terça-feira, 19 de julho de 2011

LEITURA VELOZ

Fica estranho ler os jornais do dia, se você deu uma “passada” nas noticias do seu PC no dia anterior. Vamos discorrer ao contrário: Você abre o seu PC e dá uma “volta” nos sites de noticias, como o Globoonline, TerrraNoticias, CNN, NYTimes. Aí lê o que chama sua atenção, ou procura os deadlines. Isso pode ser no fim da manha, no meio da tarde ou no inicio da noite.

Á noite, se por acaso ligar a tv nos noticiários comuns, vai ver coisas que já tinha visto no seu PC numa das três ocasiões descritas acima. Até aí nada de mais, embora o seu computador já tenha partido na frente. Muitas vezes, essas informações estão mais completas de detalhes através da Web. Computador não tem tempo e nem tamanho para a informação.

Pior é no dia seguinte. Os jornais impressos estampam noticias, como se fossem fresquinhas, com direito á chamadas escandalosas. Quando vamos ver, são coisas que já foram lida no computador no dia anterior. Aí parece que é coisa atrasada, do passado. Fica chato de ler o jornal.

Podem dizer que tem muita gente que não tem computador ou não tem tempo de ler através dele. Mas são justamente as pessoas que tem computador as que deveriam ter como norma, abrir um site de noticias para saber o que esta acontecendo em tempo real.

As classes menos favorecidas é que esperam na televisão e o jornal servirá para ser o “passatempo” entre a casa e o trabalho das pessoas, como é norma nos paises desenvolvidos. Na Grand Central de Nova York tem um imenso cercado na saída das plataformas, cheio de jornais lidos nos trens. O cidadão simplesmente deposita ali o seu jornal lido. Não deixam no trem e nem levam com eles.

Mas pode ter certeza, o jornal foi apenas um companheiro de viagem, ou leitura dos escritos de seus cronistas. As noticias em si, já foram vistas na noite anterior, ou mesmo no dia anterior.


MENSAGEM FINAL
As melhores coisas não custam nada e as piores nenhum dinheiro do mundo pode evitar. Denise De Kalafe
INFORMAÇÃO DEMAIS

Está demais. É muito informação. Brasileiro não vive sem radio e nem televisão. Aí danou-se tudo. E quando ele tem acesso aos jornais? Piora. E a Internet? É muita coisa em nossas cabeças. E a maioria, coisa ruim, que faz mal a gente; Assaltos, violência, roubos, política safada, sexo sem noção, mensagens ridículas, enfim, um caos mental.

Esse bombardeio se deve a velocidade com anda tecnologia da comunicação. Pipocou um tornado lá do outro lado mundo, em menos de 1 minuto já ficamos sabendo aqui abaixo da linha do Equador. A nossa indignação com as autoridades mundiais e locais se deve a essa tecnologia da informação. Vemos tudo rapidamente e ficamos indignados com várias coisas que estão a dispor de nossos ouvidos e nossos olhos.

Outro dia ficamos irados aqui em Vitória (ES), ao sabermos que o bandido viajava de avião as nossas custas. Culpa da informação. Ficamos cientes que os juizes aumentaram seus salários. Mais tristeza. Vimos a menina baleada sem ter nada com isso. Mais revolta. Sacanearam o Alemão no Big Brother. Deixaram as meninas furiosas. Muitas. Culpa da televisão! Lemos que o Vital ira parar – quem diria – no Pavilhão de Carapina. Muita gente não tem nada com isso, mas leu e pensou: Que bom! ou, Que chato! E etc, etc, etc

Feliz é aquele se isolou na roça? Feliz é aquele que mora na beira da praia distante? Será que hoje é bom para saúde ficar alienado? Motivo de estudo. Acho que ficar sem saber de algumas coisas afeta menos alguns órgãos vitais do corpo e a mente fica mais livre para pensar no bem. Será ilusão?


MENSAGEM FINAL
Patrão de esquerda só é bom até o dia do pagamento. Otto Lara Resende
GUARDANDO TUDO

Por certo muitas pessoas já fizeram de seus micros, um macro multiuso para guardar coisas, como áudios, vídeos, textos, recortes, filmes, etc. É uma gama de coisas que pode se armazenar num computador. Está tudo nele.

Se você dispõe de uma máquina boa, que não precisa ser o top de linha, mas como máximo de memória, ale’m de componentes externos, como caixas de som adaptadas, tela plana de polegadas grandes; teremos uma ilha personalizada onde se pode desfrutar de tudo que tem armazenado no micro.

Ou seja: Se você quiser “baixar’musicas á vontade, guarde-as na pasta de musicas para ouvir depois nas potentes caixas. Baixar ou copiar filmes, guardando-os nas pastas concernentes e depois vendo-os na tela plana, em alta resolução.

Textos, fotos tiradas ou copiadas, programas de tv inteiros, ou de áudio, ou até mesmo livros inteiros. Tudo no seu PC. É ou não é uma máquina poderosa? Quando se diz que o computador é o futuro, este futuro é a capacidade de ter TUDO nele, TUDO.

Além de guardar o que você quiser – áudio – vídeo e texto – tem ainda a capacidade de ficar descobrindo coisas, na navegação constante que se faz hoje em dia. Embora tem muitas pessoas que abrem seu micro para irem sempre aos mesmos lugares. É a clamada “preguiça sideral”

É inimaginável o poder de uso de um computador. Ele também agrega, isto é, faz amigos para quem quer fazer amigos. Tem também aqueles que vivem na moita. Só bisbilhotando a vida dos outros. Sempre tem. Em todo lugar tem gente com desvio de caráter.

Enfim, quando você ouve dizer que fulano ou sicrano vive dia e noite no computador, das duas, uma: Ou ele está navegando e usando o mesmo para pesquisa, guardar as coisas, etc, ou está fazendo o que não deve, criando vírus, bisbilhotando, conversando sob outro nome, etc.

O PC é uma potencia. Seu poder de concentração é grande, como o de destruir tem igual força. Mas para guardar coisas boas, não tem equipamento igual no mundo...e nem vai ter tão cedo.

MENSAGEM FINAL
O mais provável é que os políticos sejam muito parecidos conosco, com quem vota neles. Até demais. Fernando Savater
FIM FRACO

O fim de ano está fraco de emoções em todos os aspectos. A mesmice, que parece incomodar muitas pessoas, está impregnada no nosso cotidiano de final de ano. Na política, tudo na mesma, desde de governador ao presidente da republica. Isto é, sabemos como irão fazer, pois já conhecemos suas manhas. Aliás, ninguém fala mais de sanguessuga, ambulâncias, dossiês. Tem hora que ser brasileiro é dureza!

No campo dos esportes é pior ainda. Futebol sem emoção. Lá fora nossos ídolos estão amargando má fase. Ronaldos, Kaká – por causa do Milan – Adriano, etc. Aqui um campeonato brasileiro péssimo, com os times de massas por baixo e em baixa. Não foi revelado nenhum craque nesta ou outras competições.

No esporte chamado amador – já era – o vôlei nos decepcionou. Esse negócio de dizer que as meninas fizeram bonito é conversa fiada. Elas eram as favoritas e não conseguiram. A confiança ficou depositada nos rapazes. No mais, esses flashes esportivos na mídia, nos lembrando que termos os Pan Americanos no Rio este ano que entra. Sofríveis momentos.

De novo, só o tempo que será chato. Chuvas e tempo nublado no verão. O que se espera de bom são as belezas femininas que sempre colorem mais esses dias. Na televisão, uma novela chata atrás de outra. Nada muda no domingão, tanto do Faustão quanto do Gugu. E tome no povo goela abaixo.

O Big Brother seria novamente a salvação da lavoura no inicio do ano?. Isto é, algo de diferente e emocionante para as pessoas? Logo um programa de televisão,de momentos reais, e com péssimos personagens influenciando a nossa já combalida cultura?


É..! Vamos aguardar um pouco mais. De repente pode pintar alguma novidade que faça o povo mais feliz, mais ativo. Que as classes decepcionadas com Lula possam virar mais ativistas. Algo que mexa com a população, que seja assunto em qualquer botequim ou mesmo nos colégios. Quem sabe se não vem por ai uma grande surpresa???


MENSAGEM FINAL
Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e de fazê-lo bem feito. Pitágoras
EDIÇÀO 26.598

Não é falta de assunto não. É que a gente abre o jornal no domingo e tem vontade de escrever, falar o que viu. Por exemplo, você já imaginou os jornais LA Times ou NY times colocar em uma ou duas páginas sobre a temporada de inverno, com fotos, gente opinando, etc? Nunca se viu, talvez por serem jornais de grandes metrópoles. Neste dia, o jornal da nossa terra publicou três ou quatro páginas sobre o verão em nossa mais badalada praia. Seria matéria provinciana ou de valorização turística?

Aliás, quase todo primeiro caderno, o principal. Se bem que avisaram na primeira pagina. Lá pelas tantas, tinha meia página falando somente de coisas do próprio jornal, com a promoção da vez, explicando o alastramento das edições, indo para as cidades mais próximas, como o caderno de Vila Velha que estréia breve.

Neste mesmo dia, três cadernos principais, e no de política, um anuncio sobre o Natal Sem Fome, onde, entre os doadores bons samaritanos, estava o PLAYMAN para provar que não é de sacanagem que vive o mundo. E por incrível que pareça, duas páginas com o esporte local. Uma ressalva: Por favor, titulares da Praça 8 e Victor Hugo: Voltem logo!

Para variar, nesta campanha que o jornal faz para o famigerado progresso do petróleo chegar sem freios, teve uma matéria no caderno economia com uma multinacional brasileira de uma página inteira. Nota: A foto da matéria se parece um pouco com Bill Gates, aquela cara de “nerd’. Das notas de Ancelmo Góis, a de que Sergio Mendes volta a gravar, desta feita com um “rapper” chamado Will. i.am foi o máximo. Muito bem sacado este nome.

Os outros cadernos – domingo têm muito deles – estavam normais, como o conteúdo de sempre, sendo que o da Tv anunciava o tal do Big Brother, que voltou com mais uma edição e os telespectadores vendo como o nosso país é rico de cabeças vazias. É pagar pra ver!!! Literalmente.

Para finalizar, nossos protestos – mais uma vez – com aquelas folhas separadas dentro dos cadernos do jornal A Gazeta. Com tantas matérias sobre o verão e com tanta gente na praia, talvez o jornal espera ser lido por lá, mas deve ficar muito difícil controlar aquelas paginas soltas dentro dele na brisa marinha. Mas aquelas folhas soltas e atrapalhando o manuseio deve ser alguma estratégia.

MENSAGEM FINAL
Há duas espécies de tolos: os que não duvidam de nada e os que duvidam de tudo. Principe de Ligne (Carlos José Ligne)
DIRETO DA REDAÇÃO
Sempre foi assim. Quando dá para fazer um jornalismo fora do país, a informação fica uma espécie de delação. Parece que o jornalista fica mais indignado com seu país de origem e passa a informar o que nunca poderia fazer se escrevesse e trabalhasse aqui dentro. Inclusive, sabe das coisas primeiro que os próprios brasileiros ou de informação que não circula por aqui.

O jornal eletrónico – o futuro nos aporta aí – Direto da Redação, feito sob a liderança do ex-casal 20 da televisão brasileira, Leila Cordeiro e Eliakim Araújo mostra tal coisa claramente todas as semanas no site www.diretodaredacao.com Vejamos por exemplo a edição de quinta, 30, em alguns de seus redatores:

O ex-repórter esportivo da “Folha”, Mário Andrada e Silva, hoje na Reuters faz uma mistura de futebol e política, dando entender que nossos políticos são verdadeiros craques na arte de se corromperem. Nossos craques do futebol, quando querem, brilham na Europa, como fez a Seleção. Nossos políticos, quando querem, brilham nas CPI’s vergonhosas para depois caírem no ostracismo, mas com bolso cheio.

Nesta edição o próprio Eliakim escreve sobre a persistente vontade de boa parte da população brasileira ainda querer tentar a vida nos Estados Unidos e lá serem tratados, contados e julgados como Hispânicos. Quer dizer, acusa duas vertentes: A da situação brasileira que não melhora por causa dos governantes e a dos americanos que continuam a destratar os sul-americanos, na sua grande maioria brasileiros.

A palavra do executivo multinacional. É o caso de Marcello Prado que escreve sobre o provável impeachment de Lula, ou que tem tudo para isso. Cita o intragável jornalista Larry Rohter, aquele do NY Times, que disse Lula ser bebum. Escreve claramente que Zé Dirceu é o culpado direto disso tudo juntamente com algumas estrelas do PT, como o Zé Genoíno. Tem até doações das FARCS ao PT. O sr Marcelo encerra seu texto citando Maquiavel. Coisa de empresário.

O escritor, culto por sinal, Luiz Peazê tem também sua coluna no Direto da Redação, Nesta ela fala também da confusão imposta no Brasil por Robertão, acusando o Zé Dirceu. Aproveita e analisa as palavras do interiorano Dirceu – pelo menos no sotaque – que ainda tem nas entranhas o gosto pelas guerrilhas, a admiração por Cuba e o vocabulário de militante.

Ah, tem o Cláudio Lessa. Este é muito bom de se ler. Faz um parâmetro entre o futebol e a política, talvez pela coincidência da Copa das Confederações e o escândalo correndo solto. Neste dia escreve sobre a tecnologia de ponta e do pessoal não estar nem aí para ela. No jogo Brasil e Japão a tecnologia acusou a vitória dos japoneses. Mas ninguém fez nada. E na política, assegura ele, os políticos parecem lerdos de ainda não darem conta que a tecnologia permite tudo contra eles, estando em qualquer lugar para denuncia-los e ele tomam jeito. A imagem do ano será aquele repasse de três mil reais.


MENSAGEM FINAL
O valor da vida não se mede pelo peso das quinquilharias acumuladas. Isaac Newton
COISAS QUE INCOMODAM
Ter de pagar uma conta de luz da Escelsa. Nem todos os estabelecimentos marcados na conta estão aptos a receber. Os bancos são quase nenhum. Quando tem algum lugar, está indisponível na net. Daqui á pouco estaremos pagando a conta de luz em Portugal.

Os supermercados de fora. Tem um na Reta da Penha que é ruim e o pessoal mal treinado. Pelo jeito somos obrigados a freqüentar supermercados estrangeiros” e ainda por cima, pagar caro por isso.

As filas dos bancos. Tem a lei a ser cumprida e eles (os bancos) não estão nem ai. Fazem questão de administrar mal a distribuição dos caixas, gerando filas...e o povo quieto. Admirável Gado Novo, já dizia Zé Ramalho.

A permissão que as empresas de ônibus que fazem as linhas urbanas em deixar os marmanjos pularem a roleta, sem que nada os impeça. Isso é gerar violência e não impedir. O que tem de ser feito? Educar? Bater? Deixar?

Um síndico. Pode ser do que for, é um chato. Uma das mais espinhosas profissões é a de síndico. Se sujeitam a todo tipo de problema só para não pagar o seu próprio condomínio. Tem uns que gostam, esses são os piores. Raparem só as atitudes de qualquer síndico.

Operadoras de telefonia. Outra coisa estrangeira. A Vivo é a campeã de fazer coisa errada com seus clientes. Quanto maior, pior. Por isso faz muita propaganda, é para esconder a mazelas. O seu pessoal é péssimo em tudo, do atendimento ao técnico.

Vereadores aumentarem seus vencimentos em mais de 100%, como se nada fosse castigá-los por isso. Alías não são castigados, são agraciados com afagos dos eleitores que votam neles para isso. Fazem assim na calada da noite, como larápios, ou de dia fazem e fogem rápidos, como surrupiadores.


MENSAGEM FINAL
Um herói não é mais corajoso do que um homem comum. Apenas é mais corajoso por cinco minutos. Ralph Waldo Emerson
AGUAS PASSADAS

Uma vez falei aqui que em Washington D.C. tinha uma TV que só fazia reportagem instantânea utilizando um mínimo de recursos, tanto material quanto pessoal. Procurei saber da TV agora e me parece que os árabes da Al Jazeera compraram seus direitos. Pode ser que isso tenha algum fundo de verdade, já que a AJ transmite na língua inglesa, desde Londres.

Talvez o capital tenha falado mais alto para tal virada. Mas a verdade que esta TV fazia um trabalho muito inovador. Mantinha três carros de externa nas ruas, 24 horas, e sua programação base eram filmes novos no mercado, interrompidos a cada chamada de externa. Essas eram rápidas, sem muitos detalhes, só para o telespectador ficar sabendo do ocorrido.

Mas o que intriga é saber o que eles querem fazer com uma televisão deste tipo. Aliás, assunto eles tem toda hora, mas lá no oriente médio, será? La tem bomba explodindo a toda hora, levantes, mísseis, tudo que possa ser noticia numa televisão que se propõe a transmitir a qualquer momento, o tempo todo.

O que pega será à base da programação. Nos Estados Unidos eram filmes, geralmente de ação, exibidos continuamente, para serem interrompidos. E lá? O que será a base, filmes americanos? Pode ser documentários da BBC, desses que não “fedem e nem cheiram” em termos de cultura local.

A realidade é que essa TV foi a única coisa que vi de novidade em termos de programação de TV, ou mesmo de conteúdo nesses últimos 10 anos. Fora isso, nada foi criado, nada apareceu para marcar na TV mundial. Novidade foi somente a Internet, principalmente com seus sites controversos.

MENSAGEM FINAL
Os partidos são um mal

segunda-feira, 18 de julho de 2011

VELOCIDADE DEMAIS

Outro dia tivemos de gravar um programa para o dia seguinte, sendo que o mesmo disporia de três noticias gravadas, extraídas das agências de noticias credenciadas da Internet. Foram selecionadas, e entraram no dia seguinte. Quer dizer: “noticias” do dia anterior. Seria a velocidade das coisas hoje em dia que permitiu que isso se concretizasse? Talvez. Uma série de fatores contribui para que isso aconteça.

Excesso de informação, desinteresse de ser informado, descrença nas informações, qualidade de noticia são alguns deles. Por exemplo, uma agencia de noticia tem uma quantidade diária de informação a ser publicada. Muitas dessas noticias são frias, ou seja, são projetadas para o futuro. É com essas que se pode fazer um noticiário para o dia seguinte, sem problemas. O ouvinte ou telespectador nunca vai saber se é gravado ou não.

E tem mais: Se a tendência das rádios for mesmo de se tornarem informatizadas, ou seja, fazer as programações diretas do computador, a captação e veiculação das noticias terão de ser repensadas. Começara haver uma classificação da informação para ir ao ar, coisa nunca pensada até agora.

Por exemplo: Essa noticia é para ser dada hoje ou pode esperar para amanhã. Vi acabar com esse imediatismo da informação, até porque são esporádicas as noticias que tem de ser veiculadas para um interesse amplo. Reparem só: Quando uma informação quente é mostrada, seja qual veiculo for, os povo recebe a informação. Depois é saturado com outras informações da mesma noticia. Resumindo: Enche o saco!

Então, além do jornalismo, tudo pode ser gravado, até um sorteio real pelo telefone. Tudo na máquina. Imagine então uma entrevista, uma conversa com o ouvinte pelo telefone, etc, etc. Em radio tudo pode, desde que se tenha o conteúdo pronto. Como sempre, o radio é pioneiro.

MENSAGEM FINAL
Nossa ações mais importantes são as conseqüências que nós não veremos.
John Ruskin