O VISUAL
Quando você vê a dupla famosa do Jornal Nacional no vídeo, eles estão aparecendo na tela no chamado “plano americano” onde o apresentador aparece da barriga para cima. Isso é uma bobagem copiada, que nem eles lá na América seguem mais, mas que aqui segue á risca. E como todo mundo copia a Globo, fica essa padronização fora de uso no ar.
Outra coisa é a tela limpa dos telejornais brasileiros. Enquanto que na Europa eles aproveitam o espaço da tela na hora do jornal com informações paralelas, como financeira, resultados de jogos, coisas que aqui são dedicados blocos dos telejornais. Um completo atraso.
Em termos de “aparência” nós somos mais bonitos que eles. As loiras americanas são muito “comuns” e as morenas européias, soam falsas. São conclusões tiradas após muita observação . Sobre os programas e novelas, aqui tem poucos programas de entrevistas e show ao mesmo tempo, como o de Oprah Winfrey , ou mesmo do David Lettermen, seguidos de perto por aqui por Jô Soares e um pouco de Marilia Gabriela, essa um pouco chata.
O visual deles só é mais consistente na definição da cor. Não sei porque a cor da televisão americana e européia tem mais conteúdo do que a nossa. O que salva nossos programas também são as mulheres. Aqui abusamos de colocar mulher na tela. Eles não. Usam o foco para a finalidade do programa. Não sei ate que ponto eles estão certos ou errados e vice-versa para nós.
Na realidade, é no visual estético que também devemos mudar alguma em nossa televisão. Andamos pobres de conteúdo e não de decoração de imagem. Andamos pobres de informação que realmente interessa ao telespectador. Estamos devendo uma televisão mais participativa, mais interativa. Mas isso vai chegando coma digitalização. Será mesmo?
MENSAGEM FINAL
Dê aos filhos raízes. Mais tarde, asas. Provérbio Judaico
sábado, 6 de agosto de 2011
SEM VONTADE
Hoje estamos sem vontade de escrever. Cabeça vazia, fatigado pelas mesmas historias; política, esportiva, digamos, amorosa e de trabalho também. Olha-se para um lado e vê a CPI do mentirão, perdão, mensalão. Viramos para o outro lado vemos um Flamengo travado na ignorância de seus dirigentes, que parecem serem parentes do Marcos Mala Valério, tamanha a embromação. E a novela Robinho/ Real Madrid. Que coisa chata.
Na rua, cismado com esse povo nosso que sente um frio danado a mais leve brisa, ou a uma diminuta caída do termômetro. Ficam todos de capote e tem até aquelas pessoas que ficam andando encolhidas. Pobre inverno. Fraco, feio e frio, mas não tanto assim. Nas noites, as mulheres de botas e outras de sandálias. Esquisito isso. No cinema, o conjunto de lançamentos, mas a época não é lá dos melhores.
No momento nada inspira a escrever. Nenhum fato novo no radio, a não ser aquele que colocou um pobre coitado para fazer dois horários numa mesma radio, acabando com a personalidade dele. Nem o Recall este ano foi bom e deu motivo para uma análise profunda desta coluna. Ainda bem, senão iria ter gente decepcionada. E a grade de tv á noite. Tem gente que gosta de ver Gimenez, Tom, Leão. Mas é dose para esse ultimo.
Mas íamos esquecendo de um bom programa em meio a esta degeneração toda. Ficar espiando os depoimentos nas CPI’s de Brasília. Um verdadeiro “reality show” Mentiroso, falso, enrolado, engraçado, angustiante, intrigante. Aliás, o que salvou o ano até aqui foi essa escorregada decisiva do Partido dos Trabalhadores. Um mar de denúncias e acusações e o nosso presidente falando em moral e bons costumes pela televisão afora.
O negocio bom mesmo deve ser pegar um livro e ler nas horas que o tempo proporciona. Pelo menos ali se tem um companheiro fiel, instrutivo e que a gente cai na realidade ou na fantasia da vida. Mas tem que lê-lo sem som, já que o radio não serve de coadjuvante atualmente. Atrapalha e embaralha o ato.
MENSAGEM FINAL
Alguns executivos são tão dedicados a seu trabalho que mantêm sua secretária perto da cama, para o caso de terem uma idéia durante a noite. Henry Youngman
Hoje estamos sem vontade de escrever. Cabeça vazia, fatigado pelas mesmas historias; política, esportiva, digamos, amorosa e de trabalho também. Olha-se para um lado e vê a CPI do mentirão, perdão, mensalão. Viramos para o outro lado vemos um Flamengo travado na ignorância de seus dirigentes, que parecem serem parentes do Marcos Mala Valério, tamanha a embromação. E a novela Robinho/ Real Madrid. Que coisa chata.
Na rua, cismado com esse povo nosso que sente um frio danado a mais leve brisa, ou a uma diminuta caída do termômetro. Ficam todos de capote e tem até aquelas pessoas que ficam andando encolhidas. Pobre inverno. Fraco, feio e frio, mas não tanto assim. Nas noites, as mulheres de botas e outras de sandálias. Esquisito isso. No cinema, o conjunto de lançamentos, mas a época não é lá dos melhores.
No momento nada inspira a escrever. Nenhum fato novo no radio, a não ser aquele que colocou um pobre coitado para fazer dois horários numa mesma radio, acabando com a personalidade dele. Nem o Recall este ano foi bom e deu motivo para uma análise profunda desta coluna. Ainda bem, senão iria ter gente decepcionada. E a grade de tv á noite. Tem gente que gosta de ver Gimenez, Tom, Leão. Mas é dose para esse ultimo.
Mas íamos esquecendo de um bom programa em meio a esta degeneração toda. Ficar espiando os depoimentos nas CPI’s de Brasília. Um verdadeiro “reality show” Mentiroso, falso, enrolado, engraçado, angustiante, intrigante. Aliás, o que salvou o ano até aqui foi essa escorregada decisiva do Partido dos Trabalhadores. Um mar de denúncias e acusações e o nosso presidente falando em moral e bons costumes pela televisão afora.
O negocio bom mesmo deve ser pegar um livro e ler nas horas que o tempo proporciona. Pelo menos ali se tem um companheiro fiel, instrutivo e que a gente cai na realidade ou na fantasia da vida. Mas tem que lê-lo sem som, já que o radio não serve de coadjuvante atualmente. Atrapalha e embaralha o ato.
MENSAGEM FINAL
Alguns executivos são tão dedicados a seu trabalho que mantêm sua secretária perto da cama, para o caso de terem uma idéia durante a noite. Henry Youngman
TRANSMISSÃO DIGITAL
As principais emissoras do país já começaram a testar a difusão digital de sua programação. Na prática, quem tiver um aparelho de rádio habilitado para este tipo de recepção tem condições de ouvir rádios AM com qualidade de FM, e FM com qualidade de CD. A tecnologia esta sendo testada a alguns dias por parte das emissoras dos grupos Eldorado, Bandeirantes, Jovem Pan, RBS e Sistema Globo de Rádio.
A transmissão digital está imune a interferências de ondas produzidas, por exemplo, pelo motor do carro ou por um liquidificador. Por isso, o som é mais limpo e o número de interrupções é menor. Por exemplo; Há em Vitória, pontos que tem interferência natural de altíssima tensão, como a Curva do Saldanha. Com o sistema digital, emissoras de Am serão sintonizadas normalmente ali.
Embora só a difusão de som seja testada nesse primeiro momento, a nova tecnologia oferece um número irrestrito de aplicações em termos de convergência tecnológica, como a transmissão de textos, imagens e outros serviços multimídia.
No futuro, ouvinte no carro poderá receber textos com informações sobre o trânsito, mapas da cidade ou imagens associadas a uma música, por exemplo. Outra possibilidade já em uso nos Estados Unidos, onde a transmissão digital está difundida, são rádios por assinatura. Seis milhões de americanos pagam US$ 12,95 ao mês para escutar algumas das centenas de rádios por assinatura oferecidas nos mesmos moldes de canais de TV a cabo. A emissora pioneira e líder lá é a XMRadio
Mas essa tecnologia levará dez anos para se estabelecer no mercado já que o sistema de passagem do analógico para o digital leva tempo e paciência. A ligeireza deste processo dependerá, e em muito, da demanda dos consumidores. Enfim, o sistema escolhido pelos donos de radio do Brasil para ser testado por um período de seis meses foi o americano "In Band On Channel" (Iboc, na sigla em inglês). Outra opção seria o sistema do consórcio europeu "Digital Radio Mondiale" (DRM), descartado por não permitir a transmissão dos sistemas analógico e digital para AM e FM ao mesmo tempo.
O Brasil é o quarto país do mundo a testar a tecnologia, atrás apenas dos Estados Unidos, Canadá e México. Imagine vocês, atrás do México.
Para ouvir a nova transmissão é necessário ter aparelhos habilitados para a recepção digital. Os rádios vendidos atualmente têm características digitais, porém ainda recebem o sinal analogicamente. Os novos ainda estão chegando no mercado. O preço ainda não esta definido, mas lá nos USA custa em torno de 250 dólares, então aqui deverá custas entre 600 e 700 reais. Vamos aguardar
MENSAGEM FINAL
A justiça é igual para todos. Aí começa a injustiça.
As principais emissoras do país já começaram a testar a difusão digital de sua programação. Na prática, quem tiver um aparelho de rádio habilitado para este tipo de recepção tem condições de ouvir rádios AM com qualidade de FM, e FM com qualidade de CD. A tecnologia esta sendo testada a alguns dias por parte das emissoras dos grupos Eldorado, Bandeirantes, Jovem Pan, RBS e Sistema Globo de Rádio.
A transmissão digital está imune a interferências de ondas produzidas, por exemplo, pelo motor do carro ou por um liquidificador. Por isso, o som é mais limpo e o número de interrupções é menor. Por exemplo; Há em Vitória, pontos que tem interferência natural de altíssima tensão, como a Curva do Saldanha. Com o sistema digital, emissoras de Am serão sintonizadas normalmente ali.
Embora só a difusão de som seja testada nesse primeiro momento, a nova tecnologia oferece um número irrestrito de aplicações em termos de convergência tecnológica, como a transmissão de textos, imagens e outros serviços multimídia.
No futuro, ouvinte no carro poderá receber textos com informações sobre o trânsito, mapas da cidade ou imagens associadas a uma música, por exemplo. Outra possibilidade já em uso nos Estados Unidos, onde a transmissão digital está difundida, são rádios por assinatura. Seis milhões de americanos pagam US$ 12,95 ao mês para escutar algumas das centenas de rádios por assinatura oferecidas nos mesmos moldes de canais de TV a cabo. A emissora pioneira e líder lá é a XMRadio
Mas essa tecnologia levará dez anos para se estabelecer no mercado já que o sistema de passagem do analógico para o digital leva tempo e paciência. A ligeireza deste processo dependerá, e em muito, da demanda dos consumidores. Enfim, o sistema escolhido pelos donos de radio do Brasil para ser testado por um período de seis meses foi o americano "In Band On Channel" (Iboc, na sigla em inglês). Outra opção seria o sistema do consórcio europeu "Digital Radio Mondiale" (DRM), descartado por não permitir a transmissão dos sistemas analógico e digital para AM e FM ao mesmo tempo.
O Brasil é o quarto país do mundo a testar a tecnologia, atrás apenas dos Estados Unidos, Canadá e México. Imagine vocês, atrás do México.
Para ouvir a nova transmissão é necessário ter aparelhos habilitados para a recepção digital. Os rádios vendidos atualmente têm características digitais, porém ainda recebem o sinal analogicamente. Os novos ainda estão chegando no mercado. O preço ainda não esta definido, mas lá nos USA custa em torno de 250 dólares, então aqui deverá custas entre 600 e 700 reais. Vamos aguardar
MENSAGEM FINAL
A justiça é igual para todos. Aí começa a injustiça.
Millôr Fernandes
O VEÍCULO CANSADO
Qual é a visão e os anseios dos proprietários de rádio? Qual é o pensamento de quem está a frente de uma programação de rádio? É necessário enfatizar que a programação abrange toda radio em sí. Por mais que tenhamos experiência em rádio, nunca conseguiremos imaginar o pensamento de quem tem uma rádio. Alguns deixavam escapar o que pesavam ,como Rômulo Conde e Antário Filho, que deixavam claro o que queria e como queriam.
Hoje é fácil prever o que acontecerá com uma emissora que não tem seus objetivos claros, ou melhor, de como desenvolve tais objetivos. Mas existem duas fortes tendências, que ajudam a
elucidar este problema: Aqueles que vivem de suas rádios e aqueles que apenas possuem rádios. Há uma diferença enorme entre os dois. Aquele que vive de rádio, procura entender e planejar a sua emissora, vibra e acompanha. O outro que demora a tomar as decisões e então a emissora nunca consegue ter uma identificação marcante.
Se o veículo rádio é dinâmico e rápido, ele é feito dos mínimos detalhes. A vista humana nunca está adaptada para procurar e analisar o mínimo. Ela, por si só, desenvolve a vista para o macro, tudo é grande, de acordo com o pensamento. O ser humano sempre quer mais, o maior, o melhor.
Geralmente são poucos os que conseguem dominar um esquema real de radio. Idéias todos têm, mas coloca-las em prática é difícil.
Pois bem. Fora o processo de digitalização que o rádio vai passar nos próximos cinco anos, o resto continua a mesma coisa. O pensamento, as idéias, os programas, os esquemas, tudo no rádio é a mesma coisa e não aparece ninguém mais visionário. Aliás, se aparece é logo contestado, já que a novidade é difícil de ser assimilada naturalmente pelo ser humano.
E o pessoal da área comercial? Esse é o mais frágil no esquema e ao mesmo tempo o salvador da pátria. Mas nunca se entende com o restante da rádio. Vivem sempre ilhados.
Vivemos no meio, desenvolvemos idéias, sacrificamos os ideais e sabemos que o radio continua estagnado a grosso modo. Pode ser que mude com a nova safra que chega ao mercado, querendo nós ou não. Mudança com os mais experientes não vai ser não.
MENSAGEM FINAL
Não olhes para longe, despreocupando-se do que tens perto.
Qual é a visão e os anseios dos proprietários de rádio? Qual é o pensamento de quem está a frente de uma programação de rádio? É necessário enfatizar que a programação abrange toda radio em sí. Por mais que tenhamos experiência em rádio, nunca conseguiremos imaginar o pensamento de quem tem uma rádio. Alguns deixavam escapar o que pesavam ,como Rômulo Conde e Antário Filho, que deixavam claro o que queria e como queriam.
Hoje é fácil prever o que acontecerá com uma emissora que não tem seus objetivos claros, ou melhor, de como desenvolve tais objetivos. Mas existem duas fortes tendências, que ajudam a
elucidar este problema: Aqueles que vivem de suas rádios e aqueles que apenas possuem rádios. Há uma diferença enorme entre os dois. Aquele que vive de rádio, procura entender e planejar a sua emissora, vibra e acompanha. O outro que demora a tomar as decisões e então a emissora nunca consegue ter uma identificação marcante.
Se o veículo rádio é dinâmico e rápido, ele é feito dos mínimos detalhes. A vista humana nunca está adaptada para procurar e analisar o mínimo. Ela, por si só, desenvolve a vista para o macro, tudo é grande, de acordo com o pensamento. O ser humano sempre quer mais, o maior, o melhor.
Geralmente são poucos os que conseguem dominar um esquema real de radio. Idéias todos têm, mas coloca-las em prática é difícil.
Pois bem. Fora o processo de digitalização que o rádio vai passar nos próximos cinco anos, o resto continua a mesma coisa. O pensamento, as idéias, os programas, os esquemas, tudo no rádio é a mesma coisa e não aparece ninguém mais visionário. Aliás, se aparece é logo contestado, já que a novidade é difícil de ser assimilada naturalmente pelo ser humano.
E o pessoal da área comercial? Esse é o mais frágil no esquema e ao mesmo tempo o salvador da pátria. Mas nunca se entende com o restante da rádio. Vivem sempre ilhados.
Vivemos no meio, desenvolvemos idéias, sacrificamos os ideais e sabemos que o radio continua estagnado a grosso modo. Pode ser que mude com a nova safra que chega ao mercado, querendo nós ou não. Mudança com os mais experientes não vai ser não.
MENSAGEM FINAL
Não olhes para longe, despreocupando-se do que tens perto.
ANO NOVOJá dizia Helio Ribeiro, aquele que tinha o poder da mensagem: ‘O mundo abre alas para aquele que sabe onde vai” , e isto quer dizer que você esta indo com a dinâmica do tempo, ou seja, aquilo tudo que você sabe e que aprendeu durante tanto tempo, hoje, é desfeito em segundos pela dinâmica da mudança. E se você não sabe para onde está indo, você acorda e vê que nem o seu relacionamento é o mesmo hoje.
Hoje dormimos modernos e podemos acordar antigos. O dogma está em se reinventar, continuar a aprender e tentar ser ético em meio a tudo isso. Não adianta mais querer puxar o tapete de alguém que isso não funciona mais. Está provado. É como o feitiço virar contra o feiticeiro. Assim está o mercado, assim estão as empresas, assim está o mundo. Tudo é uma questão de atitude, a palavra mágica para quem quer sobreviver em seu trabalho, em seus relacionamentos, sejam eles internos e externos.
E isso também vem nos lembrar da frase do ano “Não Estou aqui para julgar se você ganhou ou perdeu, mas como jogou” Não adianta sentar nas velhas formas das coisas que deram certo. Isso gera comodidade e se você quiser fazer parte da festa, volte à condição de reaprender. Banco de faculdade não ensina humildade e nem cria talento. As forças são outras. Hoje quem se dá bem é quem tem o mesmo – disse o mesmo – relacionamento com diretor e o faxineiro e sabe a importância das funções de ambos em seu trabalho e em sua vida. Essas transformações estão á vista de todos.
Seu comportamento agora é baseado no seu caráter e na sua atitude, ou seja, são outros, gerando valores diferentes e tudo isso pode mudar rapidamente sendo que você não esta preparado para estas precipitações de mudança rápida. Portanto, quando se pegar fazendo o óbvio, usando antigos clichês, desconfie de você mesmo, pois você está antigo.
Penetre nos preceitos das coisas que estão acontecendo, decifre seu mundo de trabalho e vai ver que ainda está inexplorado, apesar de cansado. Seja compatível com as mudanças que ocorrem ao seu redor e que você teima em não ver e pior, não ter sensibilidade para senti-las. O poder não está mais com quem tem influencia ou com quem tem a força bruta, pois tanto a imprensa com seu grampos e a policia com sua autoridade estão sucumbidas perante quem sabe onde vai, ou para quem tem as respostas para tudo.
Sendo assim, seja um elemento que se destaca no mercado pelas suas atitudes e não pelo seu trabalho. O trabalho é uma condição de sobrevivência de todos e a atitude é uma mudança de comportamento aliada a vontade de estar sempre aprendendo e atento a velocidade dessas mudanças. São poucos aqueles que
A todos que freqüentam esta página, nossos sinceros votos de um Ano Novo pleno.
MENSAGEM FINAL
Com o novo ano vem força renovada e novos pensamentos. Anna Eleanor Roosevelt
TIO DIO
Deus realmente sabe o que faz. Deixou por ultimo o tio que se preocupava com a nossa educação. Dio, seu nickname familiar , sempre soube que a educação era o principio, meio e fim de tudo. Por isso é o tio que foi embora cedo de casa. Foi para o Rio ainda novo, deixando toda família em Cachoeiro. Para variar, quando ainda estava em Cachoeiro, deu suas incursões na Radio, a ZYL-9, até porque a nossa casa ficava na mesma rua, a Sete de Setembro.
Lembro com clareza, que ele foi, mas deixou um armário cheio de discos, todos vinis de 78 RPM, dentre eles, Tommy Dorsey, Glen Miller, Frank Sinatra, Bing Croby. Talvez seja daí o nosso faro por musica, radio e artes. Lógico que o outro tio, o Zé Américo utilizava, e muito, aquele aparato musical. Pois muito bem. Dio, longe, se preocupava com seus então únicos sobrinhos. Enviava livros, artigos, cadernos e apetrechos escolares.
Um dos itens que não podemos esquecer foi que ele mandou um par de alpecartas, hoje tênis, para que pudéssemos estrear na escola. E fomos para o Graça Guardia – no Liceu – estudar na parte da tarde de alpecartas. Mas era um número maior e quando atravessávamos a ponte, um pé caiu no rio e lá se foi toda a graça de um material que Cachoeiro não tinha.
Dio também foi o primeiro da família a visitar a origem da família na Itália, mais precisamente em Teora, distrito de Avelino. Andou pelo velho mundo, sem a vontade de conhecer os Estados Unidos, que tanto combatia na sua fase estudantil no Rio. Formado em Direto, se especializou em Direito Agrário, num país tomado por suas extensões produtivas e improdutivas, gerando com isso o maior movimento pró terra existente no mundo.
Dio era, juntamente com Zé Américo, nosso ídolo. Um presente o tempo todo e o outro, ausente apenas fisicamente. Vez por outra vinha visitar a família, ver Marataíses que tanto freqüentou quando criança, e logicamente perguntar a gente como íamos nos estudos. Talvez ser um pai na parte instrutiva, de preparo para a vida.
Hoje, Dio, você é um exemplo e pode ter certeza que guardo muito do que ensinou, seja na parte teórica, ou mesma na parte da saúde, no modo como sempre lidou conosco, pela maneira brincalhona de entrar em contato pelo telefone. Isso a gente não esquece e queria deixar claro, de público, que você foi importante na vida de alguém. E isso valeu pra mim. Beijos.
MENSAGEM FINAL
Cada passo do século renova o anterior e a cada geração cabem os seus profetas. Machado de Assis
Deus realmente sabe o que faz. Deixou por ultimo o tio que se preocupava com a nossa educação. Dio, seu nickname familiar , sempre soube que a educação era o principio, meio e fim de tudo. Por isso é o tio que foi embora cedo de casa. Foi para o Rio ainda novo, deixando toda família em Cachoeiro. Para variar, quando ainda estava em Cachoeiro, deu suas incursões na Radio, a ZYL-9, até porque a nossa casa ficava na mesma rua, a Sete de Setembro.
Lembro com clareza, que ele foi, mas deixou um armário cheio de discos, todos vinis de 78 RPM, dentre eles, Tommy Dorsey, Glen Miller, Frank Sinatra, Bing Croby. Talvez seja daí o nosso faro por musica, radio e artes. Lógico que o outro tio, o Zé Américo utilizava, e muito, aquele aparato musical. Pois muito bem. Dio, longe, se preocupava com seus então únicos sobrinhos. Enviava livros, artigos, cadernos e apetrechos escolares.
Um dos itens que não podemos esquecer foi que ele mandou um par de alpecartas, hoje tênis, para que pudéssemos estrear na escola. E fomos para o Graça Guardia – no Liceu – estudar na parte da tarde de alpecartas. Mas era um número maior e quando atravessávamos a ponte, um pé caiu no rio e lá se foi toda a graça de um material que Cachoeiro não tinha.
Dio também foi o primeiro da família a visitar a origem da família na Itália, mais precisamente em Teora, distrito de Avelino. Andou pelo velho mundo, sem a vontade de conhecer os Estados Unidos, que tanto combatia na sua fase estudantil no Rio. Formado em Direto, se especializou em Direito Agrário, num país tomado por suas extensões produtivas e improdutivas, gerando com isso o maior movimento pró terra existente no mundo.
Dio era, juntamente com Zé Américo, nosso ídolo. Um presente o tempo todo e o outro, ausente apenas fisicamente. Vez por outra vinha visitar a família, ver Marataíses que tanto freqüentou quando criança, e logicamente perguntar a gente como íamos nos estudos. Talvez ser um pai na parte instrutiva, de preparo para a vida.
Hoje, Dio, você é um exemplo e pode ter certeza que guardo muito do que ensinou, seja na parte teórica, ou mesma na parte da saúde, no modo como sempre lidou conosco, pela maneira brincalhona de entrar em contato pelo telefone. Isso a gente não esquece e queria deixar claro, de público, que você foi importante na vida de alguém. E isso valeu pra mim. Beijos.
MENSAGEM FINAL
Cada passo do século renova o anterior e a cada geração cabem os seus profetas. Machado de Assis
AUDIO, MICROFONE, AÇÃO
Chamou atenção a coluna escrita por Andréia Lopes em A Gz deste domingo 06 de maio. O tema abordado, ou seja, a Tv Assembléia e a Rede Assembléia de Radio. Primeiro parabenizamos o Presidente Guerino Zanon em seu sentido democrático, saindo desse negocio de Tv á cabo e Internet. Ele quer levar a voz dos deputados para o povo do interior que votou neles.
Quando a colunista destaca o que disse o Presidente de que “queremos chegar á sociedade através da Tv Assembléia”, ele estava querendo dizer chegar ao interior. A TV Assembléia não chega em todo interior. O radio pode chegar em todos, ainda mais longe e mais rápido e vamos falar dele agora.
Segundo consta o artigo, a Assembléia não quer mais transmitir programas e sim transmitir as sessões e é isso que os deputados querem. Pegar seus pronunciamentos, seus apartes, seus projetos de lei, tudo ao vivo, na hora, para todo o Estado. Falamos TODO Estado. Fica difícil instalar essa rede de rádio mesmo a longo prazo, começando do ZERO, segundo o artigo.
Há várias maneiras de se criar uma rede de rádio, sendo que duas de maneira rápida. Mas vamos falar das possibilidades. A primeira seria a de montar emissoras retransmissoras. Fora de cogitações. Outra seria de compor parceria com algumas rádios do interior, o que tornaria, além de oneroso, inseguro, e de difícil monitoramento.
Existe a possibilidade de retransmitir sinal de Tv. Isso também esta fora do contexto. Seria um projeto “quebra-galho”. Das duas citadas acima, a primeira poderia ser via Internet, em conexões diretas. Mas não existe confiabilidade de seqüência de transmissão. E também nunca se sabe como é a recepção em algumas dessas emissoras.
O mais certo, confiável e seguro têm de ser por satélite e partindo de um único ponto, ramificando em emissoras com aparelho receptor próprio, para dar confiabilidade ao trabalho, com som nítido, em estéreo, caso necessite algumas Fm’s,
Pelo nosso conhecimento, esse projeto não é complicado e tampouco difícil de ser realizado a curto prazo, mesmo sem falar em custos. Ele já existe. Só falta a Assembléia colocá-lo em prática.
Vamos ao debate!!
MENSAGEM FINAL
Tire todas as togas dos bons juízes que viveram na face da Terra ao longo dos tempos e elas não serão suficientes para cobrir a iniqüidade de um só juiz corrupto. Henry Ward Beecher
Chamou atenção a coluna escrita por Andréia Lopes em A Gz deste domingo 06 de maio. O tema abordado, ou seja, a Tv Assembléia e a Rede Assembléia de Radio. Primeiro parabenizamos o Presidente Guerino Zanon em seu sentido democrático, saindo desse negocio de Tv á cabo e Internet. Ele quer levar a voz dos deputados para o povo do interior que votou neles.
Quando a colunista destaca o que disse o Presidente de que “queremos chegar á sociedade através da Tv Assembléia”, ele estava querendo dizer chegar ao interior. A TV Assembléia não chega em todo interior. O radio pode chegar em todos, ainda mais longe e mais rápido e vamos falar dele agora.
Segundo consta o artigo, a Assembléia não quer mais transmitir programas e sim transmitir as sessões e é isso que os deputados querem. Pegar seus pronunciamentos, seus apartes, seus projetos de lei, tudo ao vivo, na hora, para todo o Estado. Falamos TODO Estado. Fica difícil instalar essa rede de rádio mesmo a longo prazo, começando do ZERO, segundo o artigo.
Há várias maneiras de se criar uma rede de rádio, sendo que duas de maneira rápida. Mas vamos falar das possibilidades. A primeira seria a de montar emissoras retransmissoras. Fora de cogitações. Outra seria de compor parceria com algumas rádios do interior, o que tornaria, além de oneroso, inseguro, e de difícil monitoramento.
Existe a possibilidade de retransmitir sinal de Tv. Isso também esta fora do contexto. Seria um projeto “quebra-galho”. Das duas citadas acima, a primeira poderia ser via Internet, em conexões diretas. Mas não existe confiabilidade de seqüência de transmissão. E também nunca se sabe como é a recepção em algumas dessas emissoras.
O mais certo, confiável e seguro têm de ser por satélite e partindo de um único ponto, ramificando em emissoras com aparelho receptor próprio, para dar confiabilidade ao trabalho, com som nítido, em estéreo, caso necessite algumas Fm’s,
Pelo nosso conhecimento, esse projeto não é complicado e tampouco difícil de ser realizado a curto prazo, mesmo sem falar em custos. Ele já existe. Só falta a Assembléia colocá-lo em prática.
Vamos ao debate!!
MENSAGEM FINAL
Tire todas as togas dos bons juízes que viveram na face da Terra ao longo dos tempos e elas não serão suficientes para cobrir a iniqüidade de um só juiz corrupto. Henry Ward Beecher
MUDANÇA NA MIDIA
Outro dia dissemos aqui do real valor da Internet. Em seguida, o poderoso New York Times, o jornal mais respeitado do mundo, vendeu suas estações de TV e rádios, e com o investimento, aplicou na Internet. Porque? Eles já estão anos luz na frente. Investem nela e no próprio jornal de papel, sua vitrine. O futuro está lá, na Internet.
E ela, como algumas outras, saiu na frente, sabedora que já neste 2007, o mercado publicitário americano estará migrando em 80% para a Internet. O mercado deixa de investir nos tradicionais programas da Tv para ir para um YouTube, por exemplo. A alegação, segundo esse mercado é que existe um contingente mudando para mídias emergentes como essa e os anunciantes estão correndo atrás para manter o passo.
A outra coisa estarrecedora para as mídias tradicionais, é que também estão tentando descobrir quantas propagandas conseguem veicular nos celulares sem incomodar os usuários. Vejam bem: Propaganda em celular, em “motion” e também chegaram a uma conclusão que deveria ter sido colocada em pratica há mais tempo, de que as propagandas veiculadas durante os programas de maior audiência não criam o menor ambiente para transmitir uma mensagem específica aos consumidores.
Através de pesquisa – americano só funciona com muita pesquisa – descobriu-se que veicular menos em mídia e programas específicos, tornaria mais fácil para os consumidores lembrar a mensagem emitida pelo anunciante. Aliás, os grandes nomes estão veiculando na Tv americana em doses homeopáticas para ver se funciona mais.
Isso tudo por causa da Internet, o veículo que dispõe de infinita gama de conteúdos, E conteúdo é a palavra do momento, a palavra da solução, a palavra do futuro. Onde você está tem conteúdo?
MENSAGEM FINALNão sabendo que era impossível, ele foi lá e fez." Jean Cocteau
Outro dia dissemos aqui do real valor da Internet. Em seguida, o poderoso New York Times, o jornal mais respeitado do mundo, vendeu suas estações de TV e rádios, e com o investimento, aplicou na Internet. Porque? Eles já estão anos luz na frente. Investem nela e no próprio jornal de papel, sua vitrine. O futuro está lá, na Internet.
E ela, como algumas outras, saiu na frente, sabedora que já neste 2007, o mercado publicitário americano estará migrando em 80% para a Internet. O mercado deixa de investir nos tradicionais programas da Tv para ir para um YouTube, por exemplo. A alegação, segundo esse mercado é que existe um contingente mudando para mídias emergentes como essa e os anunciantes estão correndo atrás para manter o passo.
A outra coisa estarrecedora para as mídias tradicionais, é que também estão tentando descobrir quantas propagandas conseguem veicular nos celulares sem incomodar os usuários. Vejam bem: Propaganda em celular, em “motion” e também chegaram a uma conclusão que deveria ter sido colocada em pratica há mais tempo, de que as propagandas veiculadas durante os programas de maior audiência não criam o menor ambiente para transmitir uma mensagem específica aos consumidores.
Através de pesquisa – americano só funciona com muita pesquisa – descobriu-se que veicular menos em mídia e programas específicos, tornaria mais fácil para os consumidores lembrar a mensagem emitida pelo anunciante. Aliás, os grandes nomes estão veiculando na Tv americana em doses homeopáticas para ver se funciona mais.
Isso tudo por causa da Internet, o veículo que dispõe de infinita gama de conteúdos, E conteúdo é a palavra do momento, a palavra da solução, a palavra do futuro. Onde você está tem conteúdo?
MENSAGEM FINALNão sabendo que era impossível, ele foi lá e fez." Jean Cocteau
O VÔO 1907
A dor foi transformada em lembrança. Mas uma lembrança de que eles estavam felizes. Faziam o que gostavam de fazer. Isso já é um alento. Mesmo sabendo que nada substitui uma presença física constante em nossas vidas. O fato é que se o Brasil ficou chocado, a nossa Cachoeiro ficou em comoção e nós consternados.
O grupo desaparecido era composto de contemporâneos. Pessoas que viveram uma época com a gente, embora estivéssemos afastados territorialmente. Embora diversificado, o grupo sempre esteve junto, talvez mesmo, com laços estreitados nos verões de Marataíses, que todos freqüentavam. Dali nascia a vontade de pescar.
Há umas duas ou três crônicas passadas, falávamos de Cachoeiro, da praça, de Newton Braga e da antena delicadíssima dele. Cachoeiro é assim mesmo, até na dor de ter perdido alguns de seus filhos amados, mostra bairrismo, é chorada pelo Brasil e lembrada no mundo. Embora a meteorologia anunciava um domingo de votação com tempo bom, o dia em Vitória e Cachoeiro amanheceu chorando, chovendo, triste e quieto.
Muito chato em saber a noticia do avião que caiu na selva com 150 pessoas. Mas triste ainda, em saber que havia 14 capixabas á bordo, chocante em observar que a metade era de sua terra natal, gente conhecida, de uma época boa.
Como cachoeirense meio consternado, queria deixar aqui uma homenagem, assim meio tímida, meio reservada. No momento ao fato ocorrido, podem ter certeza que eles não se acovardaram perante o inusitado. Viram e sentiram com garra e determinação.
E isso deixa sempre uma lembrança que voltaremos a vê-los novamente pescando em alguma praia nossa. Que sentiremos eles por perto novamente, que ainda existe vida em algum lugar. Porque ninguém sabe como é forte e determinada a força de cada cachoeirense. Só Deus.
MENSAGEM FINAL
Nosso último dia não traz a destruição, apenas a mudança. Marcus Tullius Cicero
A dor foi transformada em lembrança. Mas uma lembrança de que eles estavam felizes. Faziam o que gostavam de fazer. Isso já é um alento. Mesmo sabendo que nada substitui uma presença física constante em nossas vidas. O fato é que se o Brasil ficou chocado, a nossa Cachoeiro ficou em comoção e nós consternados.
O grupo desaparecido era composto de contemporâneos. Pessoas que viveram uma época com a gente, embora estivéssemos afastados territorialmente. Embora diversificado, o grupo sempre esteve junto, talvez mesmo, com laços estreitados nos verões de Marataíses, que todos freqüentavam. Dali nascia a vontade de pescar.
Há umas duas ou três crônicas passadas, falávamos de Cachoeiro, da praça, de Newton Braga e da antena delicadíssima dele. Cachoeiro é assim mesmo, até na dor de ter perdido alguns de seus filhos amados, mostra bairrismo, é chorada pelo Brasil e lembrada no mundo. Embora a meteorologia anunciava um domingo de votação com tempo bom, o dia em Vitória e Cachoeiro amanheceu chorando, chovendo, triste e quieto.
Muito chato em saber a noticia do avião que caiu na selva com 150 pessoas. Mas triste ainda, em saber que havia 14 capixabas á bordo, chocante em observar que a metade era de sua terra natal, gente conhecida, de uma época boa.
Como cachoeirense meio consternado, queria deixar aqui uma homenagem, assim meio tímida, meio reservada. No momento ao fato ocorrido, podem ter certeza que eles não se acovardaram perante o inusitado. Viram e sentiram com garra e determinação.
E isso deixa sempre uma lembrança que voltaremos a vê-los novamente pescando em alguma praia nossa. Que sentiremos eles por perto novamente, que ainda existe vida em algum lugar. Porque ninguém sabe como é forte e determinada a força de cada cachoeirense. Só Deus.
MENSAGEM FINAL
Nosso último dia não traz a destruição, apenas a mudança. Marcus Tullius Cicero
terça-feira, 2 de agosto de 2011
EXPERIENCIA NADANa realidade são poucos os que têm experiência, a maioria que se diz possuir alguma, têm momentos bons ou maus repetidos. Experiência é estar sempre em progresso, isto é, acumulando novos conhecimentos e não a repetição do mesmo procedimento. E também dizer que os de certa idade tem experiência. As vezes não têm, o jovem ao lado pode ter e muitas.
Vemos uma pessoa, já com idade avançada, em algum posto de serviço. Diz-se logo: Fulano tem experiência. Tem não. De quê? De ter ficado na mesma situação, no mesmo posto anos e anos? Aliás, pelo contrario, ele se atrofiou. Repetimos; Experiência é estar sempre acumulando novos conhecimentos, novas tentativas.
Tem o outro empecilho na experiência. As pessoas que tem boa vontade e um grau elevado de conhecimento naquilo que faz. Esses encontram barreiras naqueles que não sabem nada e tem má vontade de servir ou até mesmo vivem torcendo contra, justamente porque a fama daquele, quem tem a experiência, chegou com alarde no local.
E no caso também daquele que desfruta de muitos conhecimentos, acumulados em anos de desenvolvimento pessoal, tentar provar que está certo, mas não encontra receptividade nos interlocutores, porque esses, geralmente, não entendem nada ou não estão á altura do conhecimento e da certeza daquele que sabe e entende.
Portanto é muito difícil falar em experiência. Ou mesmo, é muito difícil encontrar alguém que tenha realmente experiência em determinado segmento. Pode ter conhecimento, mas experiência não. Só mesmo aqueles que um dia quiseram parar, ou cansaram de tudo, esses sim, têm experiência, pois viram que não vale a pena mostrar o que sabe num mundo cada vez mais frio e calculista, cheio de puxadores de tapete, os parasitas da vida corporativa.
MENSAGEM FINAL
À medida que envelheço, presto menos atenção ao que as pessoas dizem; simplesmente observo o que fazem. Andrew Carnegie
FUNDAMENTOS
Existe uma diferença entre o jornalismo impresso e o jornalismo de rádio. Mas a maioria das rádios, quando faz o jornalismo, segue os fundamentos do jornal, talvez de tanto recortar e ler as noticias dos periódicos, o “gilete press”
Com isso, levaram para o radio o “lead” sem necessidade, já que esse é um recurso exclusivo dos jornais. No radio soa como repetição, já que o ouvinte não precisa ser chamado atenção para a informação, esta já é dada no decorrer da audiência.
Tem radio que usa lead em seus noticiários e este fica assim. “ Juiz do T.R.E anula seção em Mangaratiba – O juiz do T.R.E anula seção de Mangaratiba quando foi descoberta......” Um pleonasmo vicioso. É melhor entrar direto na noticia, com ênfase.
Outra grande idiotice praticada no radiojornalismo é citação de nomes de pessoas, na maioria dos casos, sem necessidade. Ex: “ a fila era enorme, segundo o Coordenador do Curso, Jose Souza, que logo decidiu colocar em....” No universo da avalanche de informação dos dias atuais, é perder tempo usar o nome da pessoa. Passa direto. Leia agora sem o nome. A noticia fica com o mesmo valor. Tem sujeito! Já em TV, tudo isso é necessário.
Tem noticia que há necessidade do nome do personagem. Mas na maioria dos casos, não.
São coisas que a gente vai percebendo no decorrer do dia a dia e aperfeiçoando o sistema, combatendo os vícios – que são muitos – e colocando em práticas novas maneiras. Pode ser que haja constentação. Afinal estamos numa democracia e temos de deixar as opiniões fluírem, mesmo elas sendo arcaicas e utilizadas de modo vicioso. É melhor não pensar, não é mesmo? O melhor é fazer, pois assim o de cada um está garantido no final de mês. A evolução que se dane!
MENSAGEM FINAL
Se você não conseguir da primeira vez, tente, tente outra vez. Depois desista. Não adianta fazer-se de idiota. W. C. Fields
Existe uma diferença entre o jornalismo impresso e o jornalismo de rádio. Mas a maioria das rádios, quando faz o jornalismo, segue os fundamentos do jornal, talvez de tanto recortar e ler as noticias dos periódicos, o “gilete press”
Com isso, levaram para o radio o “lead” sem necessidade, já que esse é um recurso exclusivo dos jornais. No radio soa como repetição, já que o ouvinte não precisa ser chamado atenção para a informação, esta já é dada no decorrer da audiência.
Tem radio que usa lead em seus noticiários e este fica assim. “ Juiz do T.R.E anula seção em Mangaratiba – O juiz do T.R.E anula seção de Mangaratiba quando foi descoberta......” Um pleonasmo vicioso. É melhor entrar direto na noticia, com ênfase.
Outra grande idiotice praticada no radiojornalismo é citação de nomes de pessoas, na maioria dos casos, sem necessidade. Ex: “ a fila era enorme, segundo o Coordenador do Curso, Jose Souza, que logo decidiu colocar em....” No universo da avalanche de informação dos dias atuais, é perder tempo usar o nome da pessoa. Passa direto. Leia agora sem o nome. A noticia fica com o mesmo valor. Tem sujeito! Já em TV, tudo isso é necessário.
Tem noticia que há necessidade do nome do personagem. Mas na maioria dos casos, não.
São coisas que a gente vai percebendo no decorrer do dia a dia e aperfeiçoando o sistema, combatendo os vícios – que são muitos – e colocando em práticas novas maneiras. Pode ser que haja constentação. Afinal estamos numa democracia e temos de deixar as opiniões fluírem, mesmo elas sendo arcaicas e utilizadas de modo vicioso. É melhor não pensar, não é mesmo? O melhor é fazer, pois assim o de cada um está garantido no final de mês. A evolução que se dane!
MENSAGEM FINAL
Se você não conseguir da primeira vez, tente, tente outra vez. Depois desista. Não adianta fazer-se de idiota. W. C. Fields
MUDANÇAS
São as mudanças no último Ibope, aquele que é executado em outubro. Podemos resumi-lo em análises numéricas, isto é, as rádios dos vinte, as do quatro, as do três e finalmente as do zero. Vamos falar das dezesseis emissoras da Grande Vitoria envolvidas na pesquisa. Nesta pesquisa houveram mudanças que precisam de análise daqueles que fazem radio.
O pessoal dos vinte, aqueles que obtiveram as primeiras posições estão com 21,64 (Tropical), 20.31 (Litoral) e 18.35 (Novo Tempo) . Esta pode ser considerada constante do grupo dos vinte porque ela é uma linha totalmente oposta das duas primeiras colocadas, fazendo uma programação religiosa, mas demonstrando a força dessas igrejas perante seus adeptos. A luta da Litoral (Gazeta Rádios) perseguindo a Tropical vai continuar por um bom tempo ainda.
A maior novidade e o ponto motivador da mudança desta pesquisa, aparece no segundo pelotão, o pessoal dos quatro. Esses começam com a Pan (6.33), que “saltou” consideravelmente das ultimas posições para este quarto lugar, mas com uma diferença enorme separando do primeiro pelotão. E isso se deve ao programa “ Pânico” na televisão aos domingos. Só por isso.
Pegada nela vem a única com cinco (5.17) Antena Um, que não fede e nem cheira na luta de audiência. Joga covardemente entre as que estão ao vivo, dando duro.
A Líder (4.64), que parece que caiu, não o fez. Continua ali. É que a Pan “passou” por ela e a Cor da Vida Fm (4.13), do Senador Malta, “encostou”. Finalmente a radio evangélica saiu do ostracismo. Em seguida, de baixa para cima, está a Vila Fm (4.00) que também continua por alí, ora subindo dois pontos, ora descendo três. Neste terceiro pelotão, a briga está com uma bem popular (Líder), uma evangélica (A Cor) e outra jovem (Vila). Fiquem de olho na evangélica!
O quarto pelotão da pesquisa de outubro apontam as emissoras que fazem de tudo para subir , mas esbarram sempre em vários entraves. São elas: Tribuna (3.96), que diz que não gostas de Ibope, mas que está alí sempre. Depois vem a Cidade (3.43), outra que também diz não se preocupar, mas se subisse muito, soltaria foguete. CBN (2.15), sua primeira participação no Ibope depois que mudou para FM e que também não vai sair muito disso aí. Já é preciso repensar esse negocio de radio estritamente noticiosa. Noticia hoje é sinônimo de coisa ruim. Mas este pelotão não precisa se preocupar.
Finalmente vem o quarto grupo composto das FM´s ; Aleluia (1.66) emissora do bispo Macedo, seguida pela Band (0.88) que inclusive é de Guarapari e a Nova Onda (0.21) situada em Aracruz. São rádios que, se aparecem, é porque são fortes, já que não são da “praça”. Mas ficou uma na rabada desta pesquisa. Uma que pertence a poderosa Telemar, a OI FM (0.06) , que pecou em
arrendar um prefixo fora de Vitoria (foi na onda) e pega mal – nos dois sentidos – aqui em Vitoria. Inclusive na grade de domingo, o Ibope diz que ela tem traço de fora a fora. Não pontua.
Enfim, esta foi mais uma rodada do Ibope na praça da Grande Vitoria, um pouco sem novidades, mas que no próximo, poderá ter alguma mudança, O verão está ai, é só aproveitar.
MENSAGEM FINAL
Correr não adianta. É preciso partir a tempo. Jean de La Fontaine
São as mudanças no último Ibope, aquele que é executado em outubro. Podemos resumi-lo em análises numéricas, isto é, as rádios dos vinte, as do quatro, as do três e finalmente as do zero. Vamos falar das dezesseis emissoras da Grande Vitoria envolvidas na pesquisa. Nesta pesquisa houveram mudanças que precisam de análise daqueles que fazem radio.
O pessoal dos vinte, aqueles que obtiveram as primeiras posições estão com 21,64 (Tropical), 20.31 (Litoral) e 18.35 (Novo Tempo) . Esta pode ser considerada constante do grupo dos vinte porque ela é uma linha totalmente oposta das duas primeiras colocadas, fazendo uma programação religiosa, mas demonstrando a força dessas igrejas perante seus adeptos. A luta da Litoral (Gazeta Rádios) perseguindo a Tropical vai continuar por um bom tempo ainda.
A maior novidade e o ponto motivador da mudança desta pesquisa, aparece no segundo pelotão, o pessoal dos quatro. Esses começam com a Pan (6.33), que “saltou” consideravelmente das ultimas posições para este quarto lugar, mas com uma diferença enorme separando do primeiro pelotão. E isso se deve ao programa “ Pânico” na televisão aos domingos. Só por isso.
Pegada nela vem a única com cinco (5.17) Antena Um, que não fede e nem cheira na luta de audiência. Joga covardemente entre as que estão ao vivo, dando duro.
A Líder (4.64), que parece que caiu, não o fez. Continua ali. É que a Pan “passou” por ela e a Cor da Vida Fm (4.13), do Senador Malta, “encostou”. Finalmente a radio evangélica saiu do ostracismo. Em seguida, de baixa para cima, está a Vila Fm (4.00) que também continua por alí, ora subindo dois pontos, ora descendo três. Neste terceiro pelotão, a briga está com uma bem popular (Líder), uma evangélica (A Cor) e outra jovem (Vila). Fiquem de olho na evangélica!
O quarto pelotão da pesquisa de outubro apontam as emissoras que fazem de tudo para subir , mas esbarram sempre em vários entraves. São elas: Tribuna (3.96), que diz que não gostas de Ibope, mas que está alí sempre. Depois vem a Cidade (3.43), outra que também diz não se preocupar, mas se subisse muito, soltaria foguete. CBN (2.15), sua primeira participação no Ibope depois que mudou para FM e que também não vai sair muito disso aí. Já é preciso repensar esse negocio de radio estritamente noticiosa. Noticia hoje é sinônimo de coisa ruim. Mas este pelotão não precisa se preocupar.
Finalmente vem o quarto grupo composto das FM´s ; Aleluia (1.66) emissora do bispo Macedo, seguida pela Band (0.88) que inclusive é de Guarapari e a Nova Onda (0.21) situada em Aracruz. São rádios que, se aparecem, é porque são fortes, já que não são da “praça”. Mas ficou uma na rabada desta pesquisa. Uma que pertence a poderosa Telemar, a OI FM (0.06) , que pecou em
arrendar um prefixo fora de Vitoria (foi na onda) e pega mal – nos dois sentidos – aqui em Vitoria. Inclusive na grade de domingo, o Ibope diz que ela tem traço de fora a fora. Não pontua.
Enfim, esta foi mais uma rodada do Ibope na praça da Grande Vitoria, um pouco sem novidades, mas que no próximo, poderá ter alguma mudança, O verão está ai, é só aproveitar.
MENSAGEM FINAL
Correr não adianta. É preciso partir a tempo. Jean de La Fontaine
NOVIDADES NO AR

Um projeto antigo que em poucos dias se tornara realidade em seu computador. Hoje, a tendência em comunicação e a Internet, o processo virtual. E nela que maioria se posta diariamente a cata de informação, divertimento, passa tempo e pesquisa. Este novo projeto terá tudo isso sem que o navegador se perca em janelas e pop-ups comerciais.
Com apoio direto do SeculoDiario, que hoje desfruta de prestigio na web, devido ao numero de acessos diários durante a semana, que passam da barreira dos quinhentos mil e por isso mesmo, na classe dos mais acessados do universo da w.w.w., se tem a certeza que este novo produto será bem entregue, ou seja, terá um bom publico logo de cara.
Como atender a novos clientes. Como fazer o internauta ficar embasbacado perante a uma tela. Hoje é muito difícil fazer um internauta cativo, devido a imensidão de endereços cibernéticos. Só mesmo um site do quilate do SeculoDiario, ou uma novidade que seja ousada e ao mesmo tempo séria. Esta é a proposta que esta indo para o ar agora.
De uma hora para outra você ira ver uma ’chamada’ aqui no Século, convidando-o para esta novidade. Quando o leitor deste SeculoDiario ver este convite, apos ler as noticias de praxe no melhor site informativo do Estado, poderá dar um pulo no “complemento” e saborear outras novidades do mesmo naipe.
Pois é, a partir de agora você poderá ter tudo na Internet, o SeculoDiario com suas noticias e entrevistas, e a novidade premente. Tudo sem sair do lugar, tudo sem muito navegar, embora parodiando o poeta, navegar é preciso.
MENSAGEM FINAL
A dúvida é uma dor muito solitária para saber que a fé é sua irmã gêmea. Gibran Kahlil Gibran
Um projeto antigo que em poucos dias se tornara realidade em seu computador. Hoje, a tendência em comunicação e a Internet, o processo virtual. E nela que maioria se posta diariamente a cata de informação, divertimento, passa tempo e pesquisa. Este novo projeto terá tudo isso sem que o navegador se perca em janelas e pop-ups comerciais.
Com apoio direto do SeculoDiario, que hoje desfruta de prestigio na web, devido ao numero de acessos diários durante a semana, que passam da barreira dos quinhentos mil e por isso mesmo, na classe dos mais acessados do universo da w.w.w., se tem a certeza que este novo produto será bem entregue, ou seja, terá um bom publico logo de cara.
Como atender a novos clientes. Como fazer o internauta ficar embasbacado perante a uma tela. Hoje é muito difícil fazer um internauta cativo, devido a imensidão de endereços cibernéticos. Só mesmo um site do quilate do SeculoDiario, ou uma novidade que seja ousada e ao mesmo tempo séria. Esta é a proposta que esta indo para o ar agora.
De uma hora para outra você ira ver uma ’chamada’ aqui no Século, convidando-o para esta novidade. Quando o leitor deste SeculoDiario ver este convite, apos ler as noticias de praxe no melhor site informativo do Estado, poderá dar um pulo no “complemento” e saborear outras novidades do mesmo naipe.
Pois é, a partir de agora você poderá ter tudo na Internet, o SeculoDiario com suas noticias e entrevistas, e a novidade premente. Tudo sem sair do lugar, tudo sem muito navegar, embora parodiando o poeta, navegar é preciso.
MENSAGEM FINAL
A dúvida é uma dor muito solitária para saber que a fé é sua irmã gêmea. Gibran Kahlil Gibran
Orkut – O DIVÃ DE AGORA
Em todo lugar onde existe um PC tem alguém mexendo no site de relacionamento Orkut, composto de álbuns de amigos, conhecidos, falsas pessoas e parentes. Vamos nos focar nas “falsas pessoas”. Isso é uma doença curável psicologicamente.
Segundo consta, 67% dos “perfis” que estão no Orkut são falsos, Isto é, pessoas escondendo sua própria identidade e se apresentando a alguns outros falsos também e poucos reais. Porque? É uma resposta bem psicológica, que só Freud explica.
Será porque sob a falsa identidade seremos mais corajosos? Estaremos escondendo algum defeito nosso, ou até estaremos mantendo nossa própria segurança; Até que ponto chegamos com isso. Muitos são homens se passando por mulher, muitos mais velhos se passando por novo e vive-versa.
Muitos são pessoas comprometidas se passando por livre. Muitas livres querendo se comprometer com quem não deve. Poucos são os perfis onde os amigos se falam sempre, trocam novidades. Afinal foi criado para isso
Também é um vicio. Todos aqueles que adicionam pessoas desenfreadamente são viciados, falam do mesmo jeito e agem da mesma forma. São fáceis de serem identificados.
O Orkut, com toda essa força, tornou-se um perigo aqui no Brasil. Só aqui. Em outros lugares flui normalmente. Só entra quem quer, Só vai quem quer. Sem ser uma rede para amigos e parentes, se torna realmente um perigo para a liberdade das pessoas.
O orkut, além de ser o novo divã da psicanálise, se tornou também o Big Brother, o verdadeiro Big Brother, talvez aquele que George Orwell profetizou há 30 anos atrás. Só não explicou que seria o Orkut de hoje.
MENSAGEM FINAL
Como uma questão de autopreservação, um homem precisa de bons amigos ou terríveis inimigos, pois os primeiros o instruem, e os últimos o repreendem. Diógenes
Em todo lugar onde existe um PC tem alguém mexendo no site de relacionamento Orkut, composto de álbuns de amigos, conhecidos, falsas pessoas e parentes. Vamos nos focar nas “falsas pessoas”. Isso é uma doença curável psicologicamente.
Segundo consta, 67% dos “perfis” que estão no Orkut são falsos, Isto é, pessoas escondendo sua própria identidade e se apresentando a alguns outros falsos também e poucos reais. Porque? É uma resposta bem psicológica, que só Freud explica.
Será porque sob a falsa identidade seremos mais corajosos? Estaremos escondendo algum defeito nosso, ou até estaremos mantendo nossa própria segurança; Até que ponto chegamos com isso. Muitos são homens se passando por mulher, muitos mais velhos se passando por novo e vive-versa.
Muitos são pessoas comprometidas se passando por livre. Muitas livres querendo se comprometer com quem não deve. Poucos são os perfis onde os amigos se falam sempre, trocam novidades. Afinal foi criado para isso
Também é um vicio. Todos aqueles que adicionam pessoas desenfreadamente são viciados, falam do mesmo jeito e agem da mesma forma. São fáceis de serem identificados.
O Orkut, com toda essa força, tornou-se um perigo aqui no Brasil. Só aqui. Em outros lugares flui normalmente. Só entra quem quer, Só vai quem quer. Sem ser uma rede para amigos e parentes, se torna realmente um perigo para a liberdade das pessoas.
O orkut, além de ser o novo divã da psicanálise, se tornou também o Big Brother, o verdadeiro Big Brother, talvez aquele que George Orwell profetizou há 30 anos atrás. Só não explicou que seria o Orkut de hoje.
MENSAGEM FINAL
Como uma questão de autopreservação, um homem precisa de bons amigos ou terríveis inimigos, pois os primeiros o instruem, e os últimos o repreendem. Diógenes
PROVANDO O CONTRARIO
A segmentação no radio e Tv foi um artifício criado pelo mercado interessado em vender seus setores, ludibriando assim os seguidores. Porque segmentação – que é sinônimo de preconceito, de classes – num mundo que pede por mais união, mais amor e menos preconceito? Na realidade a segmentação provoca é limitação, separação e falta de ousadia para criar outros desafios mesmo apesar de outro dia defendermos a segmentação no esporte. Mas foi fato isolado.
Os veículos sempre procuram fazer o que os primórdios exigiam que é entreter, informar e divertir. Mudou alguma coisa? Continuam executando este tripé e quem não o fizer, estará alijado, claro. De uns tempos para cá, alegando a diversidade do mercado, as novas exigências e a modernização, inventaram o que chamam de segmentação.
Uma emissora como a CBN é taxada de segmentada em informação, perde mercado para quem gosta de musica. Por acaso são cadastrados seus ouvintes que gostam de noticias? Uma radio como a Jovem Pan, embora em “cadeia” é incluída na segmentação jovem. Isto a impede ser um pouco mais séria na hora de uma informação, deixa de executar musica mais bonita e melodiosa, diferente do ‘bate-estaca’, que só funciona na balada para os jovens.
O publico jovem pode gostar de uma radio que tenha uma locução simpática e não ligeira, uma seleção que inclui um Marcelo D2, da mesma maneira que o consultório médico está ouvindo a mesma emissora que toca também Jorge Vercilo, que atinge os dois setores. E essa mesma emissora pode ser ouvida e bem recebida na oficina da esquina tocando Zeca Pagodinho, como Roberto Carlos cantou ‘A Volta’ e a dona de casa que estava ouvindo adorou, como gostou dos citados de antes. Esta radio não segmentada, é diversificada, é moderna.
Quando Octavio Florisbal, Diretor Geral de Rede Globo disse textualmente que “Fazer televisão para o coletivo brasileiro é a única forma de garantir a liderança histórica de audiência que a TV Globo tem em todas as faixas horárias, no Brasil inteiro”, ele, sem querer, derrubou toda a teoria da segmentação em veículo de comunicação, pois está ali falado “para o coletivo”.
O veiculo que atende a todas as classes tem de ser feito por verdadeiros profissionais, que tem de carro chefe, não o conhecimento, mas o bom caráter, o que a Globo prima também. E agora? Alguém vai contestar a Globo? E como fica a teoria da segmentação? A segmentação só atrapalha e castra. Está provado pelo veiculo que dá certo a 40 anos na comunicação de massa.
VEM AÍ: A SAGA DO RADIALISTA PEDERASTA
A segmentação no radio e Tv foi um artifício criado pelo mercado interessado em vender seus setores, ludibriando assim os seguidores. Porque segmentação – que é sinônimo de preconceito, de classes – num mundo que pede por mais união, mais amor e menos preconceito? Na realidade a segmentação provoca é limitação, separação e falta de ousadia para criar outros desafios mesmo apesar de outro dia defendermos a segmentação no esporte. Mas foi fato isolado.
Os veículos sempre procuram fazer o que os primórdios exigiam que é entreter, informar e divertir. Mudou alguma coisa? Continuam executando este tripé e quem não o fizer, estará alijado, claro. De uns tempos para cá, alegando a diversidade do mercado, as novas exigências e a modernização, inventaram o que chamam de segmentação.
Uma emissora como a CBN é taxada de segmentada em informação, perde mercado para quem gosta de musica. Por acaso são cadastrados seus ouvintes que gostam de noticias? Uma radio como a Jovem Pan, embora em “cadeia” é incluída na segmentação jovem. Isto a impede ser um pouco mais séria na hora de uma informação, deixa de executar musica mais bonita e melodiosa, diferente do ‘bate-estaca’, que só funciona na balada para os jovens.
O publico jovem pode gostar de uma radio que tenha uma locução simpática e não ligeira, uma seleção que inclui um Marcelo D2, da mesma maneira que o consultório médico está ouvindo a mesma emissora que toca também Jorge Vercilo, que atinge os dois setores. E essa mesma emissora pode ser ouvida e bem recebida na oficina da esquina tocando Zeca Pagodinho, como Roberto Carlos cantou ‘A Volta’ e a dona de casa que estava ouvindo adorou, como gostou dos citados de antes. Esta radio não segmentada, é diversificada, é moderna.
Quando Octavio Florisbal, Diretor Geral de Rede Globo disse textualmente que “Fazer televisão para o coletivo brasileiro é a única forma de garantir a liderança histórica de audiência que a TV Globo tem em todas as faixas horárias, no Brasil inteiro”, ele, sem querer, derrubou toda a teoria da segmentação em veículo de comunicação, pois está ali falado “para o coletivo”.
O veiculo que atende a todas as classes tem de ser feito por verdadeiros profissionais, que tem de carro chefe, não o conhecimento, mas o bom caráter, o que a Globo prima também. E agora? Alguém vai contestar a Globo? E como fica a teoria da segmentação? A segmentação só atrapalha e castra. Está provado pelo veiculo que dá certo a 40 anos na comunicação de massa.
VEM AÍ: A SAGA DO RADIALISTA PEDERASTA
REINVENTANDO RADIO
Toda radio Am faz a mesma coisa, assim como toda Fm é igual no mundo. Reinventando o radio. Nós acostumamos a ouvir Fm musical, Fm jovem, Am talk, Am popular. Todos estamos de saco cheio disso tudo. É sempre a mesma coisa aqui ou na China...acredito eu.
O ouvinte que acha que está tudo bem, é porque não imaginou uma coisa melhor para ele escutar ou mesmo participar.
Vamos lá para a atual realidade. Se o radio é serviço, não vemos e nem escutamos fazer um serviço a altura do caos social. Em lugar nenhum se tem noticia disso. Se radio é entretenimento, fazem um de péssima qualidade. Não rodam musicas de boa qualidade, não exploram mais a cultura da musica, o que falam não acrescenta nada aos ouvidos das pessoas na sua grande maioria.
Mas pode haver uma esperança para mudar o atual quadro. As emissoras de radio por assinatura. Do jeito que são transmitidas, podem perfeitamente ser ultra-segmentadas e escolhidas através de canais, como na Tv a cabo. Assim sendo, fica mais fácil de se programar estilos para cada uma radio, e com isso, melhorar as programações, impondo mais um pouco de cultura e educação.
Já existe esta opção nos Estados Unidos e como tudo que existe de bom lá, chega dez anos depois ao Brasil, pode ser que em 2020 possamos estar operacionalizando emissoras por assinatura e distribuindo seus pequenos aparelhos receptores – com custo ínfimo – para a população brasileira de baixo pode aquisitivo.
Neste ponto o radio de Marconi terá seu real valor e utilidade, já que hoje em dia fica difícil sintonizar radio neste Brasil afora.Fica difícil saber como o órgão do governo, que regula projetos e concessões vai atuar neste processo. Antes de tudo será necessário mudar o estigma arcaico de sua atuação como também mudar as cabeças e pensamentos deste setor no governo, que também é do século passado. Caso contrario, ficaremos sempre chateado toda vez que ligarmos um radio para ouvir de fato
MENSAGEM FINAL
Mineiro escorrega para cima. João Guimarães Rosa
Toda radio Am faz a mesma coisa, assim como toda Fm é igual no mundo. Reinventando o radio. Nós acostumamos a ouvir Fm musical, Fm jovem, Am talk, Am popular. Todos estamos de saco cheio disso tudo. É sempre a mesma coisa aqui ou na China...acredito eu.
O ouvinte que acha que está tudo bem, é porque não imaginou uma coisa melhor para ele escutar ou mesmo participar.
Vamos lá para a atual realidade. Se o radio é serviço, não vemos e nem escutamos fazer um serviço a altura do caos social. Em lugar nenhum se tem noticia disso. Se radio é entretenimento, fazem um de péssima qualidade. Não rodam musicas de boa qualidade, não exploram mais a cultura da musica, o que falam não acrescenta nada aos ouvidos das pessoas na sua grande maioria.
Mas pode haver uma esperança para mudar o atual quadro. As emissoras de radio por assinatura. Do jeito que são transmitidas, podem perfeitamente ser ultra-segmentadas e escolhidas através de canais, como na Tv a cabo. Assim sendo, fica mais fácil de se programar estilos para cada uma radio, e com isso, melhorar as programações, impondo mais um pouco de cultura e educação.
Já existe esta opção nos Estados Unidos e como tudo que existe de bom lá, chega dez anos depois ao Brasil, pode ser que em 2020 possamos estar operacionalizando emissoras por assinatura e distribuindo seus pequenos aparelhos receptores – com custo ínfimo – para a população brasileira de baixo pode aquisitivo.
Neste ponto o radio de Marconi terá seu real valor e utilidade, já que hoje em dia fica difícil sintonizar radio neste Brasil afora.Fica difícil saber como o órgão do governo, que regula projetos e concessões vai atuar neste processo. Antes de tudo será necessário mudar o estigma arcaico de sua atuação como também mudar as cabeças e pensamentos deste setor no governo, que também é do século passado. Caso contrario, ficaremos sempre chateado toda vez que ligarmos um radio para ouvir de fato
MENSAGEM FINAL
Mineiro escorrega para cima. João Guimarães Rosa
SETE PERFEIÇÕES
Lendo outro dia um jornal da terra constatei que existem sete palavras, que são usadas nas pessoas que se dão bem na vida de hoje. São elas: Liderança, Conhecimento, Tecnologia, Respeito, ética, Sustentabilidade e Atitude. Aliás, serve até de tema para palestras.
Esta na cara que é na área empresarial. E mesmo assim nós temos nossas dúvidas. Hoje em dia não existe ser humano capaz de desenvolver essas virtuoses seja lá onde for.
Vamos destrinchar uma a uma no nosso ponto de vista nos dias atuais: A liderança é nata. E hoje fica difícil aparecer um líder nato. O mundo sofre carência de líderes á décadas, imagine em menor escala.
Conhecimento. Pode até ser. Uma pessoa esforçada pode desenvolver conhecimentos. Mas a falta de tempo dos dias de hoje não permite ninguém que quer vencer na vida a se aprofundar em conhecimentos, nem na sua área específica. Existe um conhecimento superficial de tudo.
Tecnologia. Essa sim, Quem não se atualizar pode se dar mal. Hoje em dia tudo depende de tecnologia, tudo. É uma questão de sobrevivência. Em qualquer lugar desse planeta, mesmo que remoto, tem alguma coisa de última geração funcionando. Em duplo sentido.
Respeito. Isso é balela. Pode existir até admiração. Mas respeito passou ao largo. Difícil ter em qualquer lugar ou empresa. Existe o medo. Respeito, não.
Ética. Essa é brincadeira nos dias atuais. Para ser ético é preciso entender conceitos e isso fica complicado na evolução de hoje. A ânsia, o egoísmo e a ignorância dos princípios impedem de aplicar a ética. Estamos falando do puxa-saquismo, que apesar dos pesares, ainda existe muito, e faz maquiar o uso da ética nos lugares.
Sustentabilidade. Essa palavra é o modo chique de se referir a meio--ambiente, desenvolvida pelos freqüentadores de ONGS, pessoas que geralmente nunca entraram numa floresta e nem viajaram no mar alem das 200 milhas. Em suas casas não existem lixeiras e sim incineradores. Bem, mas a verdade é que é necessário que se aja em favor do planeta e não ficar de papo furado.
Atitude. Por fim essa palavra pesada. Para vocês terem uma idéia do valor dela, todos já ouviram em casa ou mesmo fora, alguém dizendo: “Você precisa tomar uma atitude! “ Na vida corporativa ou empresarial é difícil ver alguém tomando uma atitude honesta. Existem muito aquelas covardes, tomadas atrás dos panos para prejudicar alguém.
É isso! Assim que é na realidade, infelizmente, essas palavras são traduzidas ao pé da letra. Muito difícil colocá-las em prática
MENSAGEM FINAL
Se você deseja atingir coisas que valham a pena em sua vida pessoal e profissional, você deve se tornar uma pessoa que valha a pena no seu próprio desenvolvimento pessoal. Brian Tracy
Lendo outro dia um jornal da terra constatei que existem sete palavras, que são usadas nas pessoas que se dão bem na vida de hoje. São elas: Liderança, Conhecimento, Tecnologia, Respeito, ética, Sustentabilidade e Atitude. Aliás, serve até de tema para palestras.
Esta na cara que é na área empresarial. E mesmo assim nós temos nossas dúvidas. Hoje em dia não existe ser humano capaz de desenvolver essas virtuoses seja lá onde for.
Vamos destrinchar uma a uma no nosso ponto de vista nos dias atuais: A liderança é nata. E hoje fica difícil aparecer um líder nato. O mundo sofre carência de líderes á décadas, imagine em menor escala.
Conhecimento. Pode até ser. Uma pessoa esforçada pode desenvolver conhecimentos. Mas a falta de tempo dos dias de hoje não permite ninguém que quer vencer na vida a se aprofundar em conhecimentos, nem na sua área específica. Existe um conhecimento superficial de tudo.
Tecnologia. Essa sim, Quem não se atualizar pode se dar mal. Hoje em dia tudo depende de tecnologia, tudo. É uma questão de sobrevivência. Em qualquer lugar desse planeta, mesmo que remoto, tem alguma coisa de última geração funcionando. Em duplo sentido.
Respeito. Isso é balela. Pode existir até admiração. Mas respeito passou ao largo. Difícil ter em qualquer lugar ou empresa. Existe o medo. Respeito, não.
Ética. Essa é brincadeira nos dias atuais. Para ser ético é preciso entender conceitos e isso fica complicado na evolução de hoje. A ânsia, o egoísmo e a ignorância dos princípios impedem de aplicar a ética. Estamos falando do puxa-saquismo, que apesar dos pesares, ainda existe muito, e faz maquiar o uso da ética nos lugares.
Sustentabilidade. Essa palavra é o modo chique de se referir a meio--ambiente, desenvolvida pelos freqüentadores de ONGS, pessoas que geralmente nunca entraram numa floresta e nem viajaram no mar alem das 200 milhas. Em suas casas não existem lixeiras e sim incineradores. Bem, mas a verdade é que é necessário que se aja em favor do planeta e não ficar de papo furado.
Atitude. Por fim essa palavra pesada. Para vocês terem uma idéia do valor dela, todos já ouviram em casa ou mesmo fora, alguém dizendo: “Você precisa tomar uma atitude! “ Na vida corporativa ou empresarial é difícil ver alguém tomando uma atitude honesta. Existem muito aquelas covardes, tomadas atrás dos panos para prejudicar alguém.
É isso! Assim que é na realidade, infelizmente, essas palavras são traduzidas ao pé da letra. Muito difícil colocá-las em prática
MENSAGEM FINAL
Se você deseja atingir coisas que valham a pena em sua vida pessoal e profissional, você deve se tornar uma pessoa que valha a pena no seu próprio desenvolvimento pessoal. Brian Tracy
TV LACRADA!
Numa era do mundo que se fala em genoma, fibra ótica, reprodução humana; de repente nos deparamos com a completa ignorância burra da esquerda populista indo à contramão da historia. Se bem que os roubos e escândalos, como dos políticos brasileiros, também nos arremete para essa via contrária.
Estamos no referindo ao episodio do fechamento brusco e violento de uma estação de televisão aqui na América Latina. Ora, em pleno debate do estado de direito, de combate a violência das ações americanas no mundo, vimos, de cara dura, a o ato de truculência do ditador Hugo Chávez, tomando de assalto à rede RCTV.
Ora, a referida televisão, líder de audiência na Venezuela, com 53 anos de participação, ajudando praticamente construir o país, só porque foi contra – politicamente – ao atual presidente Chávez nas ultimas eleições, sofre este rude golpe. Mas, vejam bem, fato que acontece num país de perfil populista de seus governantes, o que, aliás, virou moda abaixo da linha do Equador.
Onde já se viu nos dias de hoje a imprensa ser perseguida, castrada, repudiada? E mais: O povo é a favor desta imprensa. Menos o governo. Tem alguma coisa errada? Tem, claro. Talvez a cabeça de quem governa. Ou será que destruir a imprensa vai virar banalização também? Uma outra pergunta: A imprensa perdeu suas forças?
Outro dia vimos e ouvimos nosso presidente reclamando da imprensa. Deu receio, pois também reclamam do papel da imprensa os governos populistas da Bolívia, do Equador, da Nicarágua, Já pensou surgir uma estação de televisão afim de só mencionar as coisas erradas do governo? Olha a Veja! E será por isso que aqui o governo quer uma rede publica de TV e radio, só para se defender?
No primeiro dia fora do ar saiu essa nota em todo mundo. “A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que agrupa meios de comunicação do continente, qualificou de "castigo" a decisão oficial de não renovar a licença ao canal privado RCTV para que continue transmitindo por uma
freqüência estatal”
MENSAGEM FINAL
A necessidade é a desculpa de qualquer transgressão da liberdade humana: argumento dos tiranos, credo dos escravos. William Pitt
Numa era do mundo que se fala em genoma, fibra ótica, reprodução humana; de repente nos deparamos com a completa ignorância burra da esquerda populista indo à contramão da historia. Se bem que os roubos e escândalos, como dos políticos brasileiros, também nos arremete para essa via contrária.
Estamos no referindo ao episodio do fechamento brusco e violento de uma estação de televisão aqui na América Latina. Ora, em pleno debate do estado de direito, de combate a violência das ações americanas no mundo, vimos, de cara dura, a o ato de truculência do ditador Hugo Chávez, tomando de assalto à rede RCTV.
Ora, a referida televisão, líder de audiência na Venezuela, com 53 anos de participação, ajudando praticamente construir o país, só porque foi contra – politicamente – ao atual presidente Chávez nas ultimas eleições, sofre este rude golpe. Mas, vejam bem, fato que acontece num país de perfil populista de seus governantes, o que, aliás, virou moda abaixo da linha do Equador.
Onde já se viu nos dias de hoje a imprensa ser perseguida, castrada, repudiada? E mais: O povo é a favor desta imprensa. Menos o governo. Tem alguma coisa errada? Tem, claro. Talvez a cabeça de quem governa. Ou será que destruir a imprensa vai virar banalização também? Uma outra pergunta: A imprensa perdeu suas forças?
Outro dia vimos e ouvimos nosso presidente reclamando da imprensa. Deu receio, pois também reclamam do papel da imprensa os governos populistas da Bolívia, do Equador, da Nicarágua, Já pensou surgir uma estação de televisão afim de só mencionar as coisas erradas do governo? Olha a Veja! E será por isso que aqui o governo quer uma rede publica de TV e radio, só para se defender?
No primeiro dia fora do ar saiu essa nota em todo mundo. “A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que agrupa meios de comunicação do continente, qualificou de "castigo" a decisão oficial de não renovar a licença ao canal privado RCTV para que continue transmitindo por uma
freqüência estatal”
MENSAGEM FINAL
A necessidade é a desculpa de qualquer transgressão da liberdade humana: argumento dos tiranos, credo dos escravos. William Pitt
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