quinta-feira, 27 de novembro de 2014


PASSO A PASSO

Vale ressaltar que o término do espectro AM será um marco no radio...o que poderíamos dizer “o antes e o depois”. Para os que não estão por dentro do processo, que volto afirmar, é importante, aqui está o passo a passo resumido.

De março a setembro deste ano, o Ministério das Comunicações realizou sessões públicas em todos os estados brasileiros para receber pedidos de mudança de faixa. Nesses encontros, 1.380 radiodifusores fizeram a solicitação formal de migração por meio de um formulário.

Depois de receber o pedido dos radiodifusores, a Anatel realiza estudos de viabilidade técnica em cada unidade da federação. O objetivo é determinar se há espaço no espectro para a migração de todas as emissoras interessadas em cada município, de acordo com o plano básico de distribuição dos canais.
Para fazer a alteração de faixa, os radiodifusores terão alguns custos. Eles deverão pagar a diferença entre o valor da outorga em AM e a de FM. Além disso, deverão ter gastos com equipamentos para transmitir o sinal em FM. Este valor será fixado por uma consultoria contratada pelo ministério.

Aqueles que não participaram das sessões públicas tiveram até o ultimo dia 10 de novembro para pedir a mudança. Cerca de 80% das rádios AM de todas as regiões do país pediram autorização para migrar. O MiniCom recebeu um total de 1.386 pedidos de migração, em um universo que engloba 1.781 emissoras em todo o Brasil

No Paraná, onde existem 180 rádios AM, o número de pedidos chegou a 162. Os requerimentos atingem mais de 80% no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Acre, Roraima, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.

MENSAGEM FINAL
Quem planta espinhos não deve andar descalço. Adágio Popular



TECNOLOGIA E CONTEUDOS

As coisas mudaram na comunicação de um modo geral, principalmente no meio digital e a segmentação é que puxa isso para quase infinito de opções., Sites, conteúdos e plataformas surgem constantemente. As Agencias de Propaganda são as que mais sofrem com isso. Talvez elas não consigam acompanhar tamanha diversidade de comunicação direta disponível na web

Segundo pesquisas “fast line” existem  termos reais, que já são praticas reais e não futuras, como, por exemplo, mídia programática, propaganda nativa, otimização de espaço na net, etc.  Alias qualquer um pode se considerar um consumidor sempre conectado. Basta estar com a internet aberta.

A competição na internet é intensa. Você e sua empresa ou sua marca concorrem a todo segundo com outras marcas e empresas, todas disponíveis facilmente no Google, YouTube, FaceBook. Enfim, tudo compete com tudo seja aonde for.

Baseado nessas premissas, anunciantes e agencias precisam pensar em novos conceitos, fortes conceitos, afinal toda história da publicidade é ligada aos conteúdos, mas conteúdos criados por eles. Hoje os conteúdos estão soltos á disposição de qualquer um.

O numero de opções e de variáveis tende a aumentar com tempo complicando ainda mais a vida dos anunciantes e das agencias. É a o andar veloz da tecnologia. Se o presente e até mesmo o futuro da mídia é o conteúdo é preciso se reciclar a cada segundo para poder oferecer o melhor aos clientes e a você mesmo.


MENSAGEM FINAL


Se resistimos às nossas paixões, é mais pela fraqueza delas que pela nossa força. Duque de La Rochefoucauld


SOMOS CULPADOS?

Os meios de comunicação estão multiplicados e com isso a informação chega exacerbada. Vamos a um exemplo. Essa operação Lava Jato. Quando a imprensa começa a noticiar um fato, principalmente sobre justiça e política, ela incorre no tempo que durar esse caso, ou seja, por muito tempo.

A imprensa fica martelando todos os dias sobre episódios do fato. O povo quer acompanhar e saber no que vai dar, mas isso demora e a imprensa continua noticiando o fato todos os dias. Pior que isso, que a maioria dos cidadãos sabem que não vai darem nada. Ninguém vai ser culpado e o nosso tempo foi tomado á toa.

Principalmente nesse caso, todos sabem que existem culpados, os que foram presos – que para mim isso é fachada – e os que não foram, pois esses são presidentes e ex presidentes da república. Não podem ser presos.

O advogado Thomaz Bastos, morto recentemente, quando Ministro da Justiça de Lula, “reaparelhou” a Policia Federal. Coincidência ou uma amostra de que o Brasil era outro? Vimos a PF em ação e gostamos de ver, mas pra mim tinha o dedo “justiceiro” de Lula por trás. E feitiço, nesse caso, não pode voltar contra o feiticeiro.

Mas voltemos ao caso proposto. Sou da imprensa e acho que sua atuação no Brasil de hoje necessita de uma reavaliação. Falta de outros assuntos? Falta de uma imprensa investigativa, hoje nas mãos de um Estadão e de Veja apenas? O caso é que todos os dias falam do mesmo caso, casos sem solução, e que só fazem cansar a gente.

 Não nos cabe sermos alienados, temos de saber, mas repetir as mesmas informações, mesmo sendo culpa de terceiros (no caso da justiça) e sabendo que não vai dar em nada, faz perder um pouca a cedibilidade de nosso imprensa.

Isso que acontece na Petrobras, até meu neto de sete anos sabe de quem é culpa. E eu, vendo tudo isso, já me sinto um colombiano, um venezuelano, sem ORDEM de nada em meio a um PROGRESSO decadente.


MENSAGEM FINAL


Um novo claro Brasil surge, indeciso, da pólvora. Meu Deus, tomai conta de nós. (em 1930) Carlos Drummond de Andrade


CARAS DE PAU

Como todos sabem, o governo atual desandou a “dar” rádios comunitárias á torto e a direito a qualquer comunidade de qualquer município brasileiro. É a política popular do PT. Mas o que aconteceu recentemente em Brasília foi um acinte á classe da radio comercial, ou seja, as tradicionais, aquelas que tem potencia.

As rádios comunitárias cobraram ações do Executivo e do Legislativo para o fortalecimento da comunicação não comercial. As reivindicações foram apresentadas, no recente  Fórum de Comunicação Pública, realizado na Câmara dos Deputados. Algumas dessas ações poderiam ser viabilizadas por decretos ou portarias do Executivo, outras dependeriam de alterações na lei que criou o Serviço de Radiodifusão Comunitária. Sintam vocês o abuso.

Agora pasmem! Para garantir a sustentabilidade dessas emissoras, o coordenador-executivo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), defendeu a criação de um fundo financeiro, a exemplo do que já existe para a radiodifusão pública.

"A radiodifusão comunitária precisa participar desses recursos, até para poder garantir a sua autonomia e sua independência em relação aos poderes políticos e econômicos de onde ela atua", disse ele.

Mas eles não estão mortos, pelo contrario, também  debateram sobre a migração para tecnologia de radio digital. O representante das radio comunitárias afirmou: "Da forma como o debate está feito, não temos a garantia de que seremos contemplados com esta tecnologia, de acordo com os nossos interesses e necessidades”, disse.  
O Movimento Nacional das Rádios Comunitárias (MNRC) alertou para o risco de endividamento das emissoras diante dos custos elevados previsto na migração para a tecnologia digital. Em média, a arrecadação mensal das rádios comunitárias está em torno de apenas R$ 10 mil. Mas acho que esse

MENSAGEM FINAL

Um olhar carinhoso faz de um prato comum, um banquete. Provérbio Francês