terça-feira, 6 de setembro de 2011

PRAIA DE NOVO

Dia destes, caminhando na praia pela manha, notamos a falta de alguns “habituées”. Era um sábado. Lá não estava o Nilo e muito menos Rogerinho da Enseada. Pensei! Tenho de nadar sozinho. Eles nunca faltam. Mas não deve ser o tempo, porque vão faça chuva ou faça sol.

Eles fazem falta porque, mesmo caminhando e nadando individualmente a gente se encontra. Diariamente, lá pelas sete horas, frio ou não, alguns começam a divina arte de se exercitar: Nadar. É tão bom, que Parú – o legendário – gostaria de homenagear alguns abnegados nadadores.

Quem vê o “seu” Zé Deboni com seus oitenta anos cruzando a baia, ou mesmo Mané Diabo depois do AVC, este nos dando exemplo e dedicação, até mesmo a Helena, que com sua deficiência de locomover as pernas, nada mar á dentro.

Tem aqueles “cobras” como Washington, Rogério Medeiros, o próprio Parú, Nad, da barraca e outros. Tem muitos de nós que estamos ainda de pé com toda a saúde, graças ao mar, graças à natação.

Já pensaram numa dupla famosa? Jurema e Mané Diabo? Não parece conto de cordel, ou conto de pescador? Jurema, a sereia de lindas formas. Mané Diabo, o corisco do mar.

Sugerimos então, que aquele lugar onde a terceira idade se reúne no mar ás segundas, quartas e sextas, bem em frente à Praça da Ciência seja batizado de “point” Mané Diabo. Nada mais justo a um praiano nato.

Turisticamente seria assim: O “point” Mane Diabo fica na Curva da Jurema, ela que sempre acolheu esse inquieto homem e a nós outros também.


MENSAGEM FINAL
Sabemos o que somos, não sabemos o que podemos ser. William Shakespeare

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