terça-feira, 23 de agosto de 2016

JUSTIÇA CEGA

Será que nem os políticos (esses são suspeitos), nem o TSE atinou para esse horário político obrigatório? Alem de ser uma coisa do passado, poucas pessoas olham esses  programas, sendo que alguns são ridículos, principalmente os dos partidos nanicos. Em época de campanha então a audiência sempre tende a diminuir. Na realidade quem os assiste são os próprios político, seus parentes e os interessados neles.

O tempo passa, a tecnologia avança e o pensamento deles e dos que regem as leis fica cada vez mais retrógrado. Enquanto o horário obrigatório (imposto) nas TVs abertas e nas emissoras de radio comerciais é veiculados a grande maioria foge dessa obrigação. Estamos na era da Internet, gente!

Vejamos, começa o horário eleitoral na televisão. Segundo consta uma boia parte da populção brasileira tem TV paga. Nessas TVs não passa horário eleitoral e então as pessoas vão para lá. A grande maioria do povo brasileiro tem celular, eles então vão usar suas redes sociais e com isso esvazia a audiência que os políticos querem. Vai chegar um tempo que irão aparecer e falar ás moscas.

No radio então é pior. O horário eleitoral durante as campanhas é pela manha e outro no meio do dia. Muito difícil segurar uma audiência. Tende a acabar no radio.


Em uma crise política institucionalizada onde a população brasileira constatou os desencontros políticos com a verdade, a decência e o caráter, fez com que o brasileiro ficasse ainda mais descrente da política. Esses horários correm risco atualmente, de ter um efeito contrario para os pretendentes a esse cargo publico. E isso ira ate mesmo piorar nas eleições de 2018
COMERCIAIS OLÍMPICOS

A Olimpíada já foi alguns dias, mas ainda repercute em mim a qualidade das propagandas dos patrocinadores. As de Rede Globo foram Claro, Coca-Cola, Fiat, Bradesco, P&G e Nestlé. Cada cota dessas teve um valor de 255 milhões e o faturamento com as seis foi de R$ 1.53 bilhão.

O que quero dizer, é que antes as propagandas eram mais profundas, tocavam mais as pessoas. Não sei se é a nova geração de criadores que as agencias possuem, mas o fato é que as propagandas estão horríveis, sem mensagem nenhuma..

Nessa Olimpíada elas repetiam muito na emissora oficial da Olimpíada, a Globo e nem assim entraram bem na cabeça da gente. Talvez quisessem fazê-las com alegria, devido ao evento, uma festa do esporte. Se for isso não colou

A Claro foi muito infeliz com o tal “Maior Edu de todos os Tempos. Feia e chata. A Coca-Cola foi a melhorzinha, mas poderia ser melhor, pela fama que tem de apenas segurar a marca, nunca fez varejo.

A Fiat pecou demais com seu lançamento, o Mobi. Aliaram o nome a  movimento (MOBIlização) e então tanto a musica como a dança foram temas mas de péssimas imagens.

O Bradesco, denominado o patrocinador das Olimpíadas quis emplacar uma musiqueta. Não pegou, ninguém guardou e nem a mensagem passou. Um tiro no escuro. E esse negocio de BRA também enjoou.

A P&G, detentora de vários produtos famosos escolheu entre eles um alisante de cabelo feminino. Comercial muito ruim. A modelo feia e falando portunhol. Muito aquém de uma empresa como ela..

Por fim a Nestlé escolheu o nosso velho e cansado Batom, coisa nossa, capixaba, mas que eles querem modificar. O comercial não desperta nenhum desejo de consumir o produto. Era intercalado com Nescau, sempre com o tema de saúde e qualidade para crianças.

Um comercial que valia a pena ver toda vez que aparecia era o da Sansung, que é uma das patrocinadoras  dos Jogos desde 1988 . Usaram imagens, e hinos de vários países. Bem emocionante

Outra coisa, a Olimpíada tem seus patrocinadores mundiais. São eles: Coca-cola, Bridgestone, Dow, GE, MacDonalds, Omega, Panasonic, P&G, Sansung e Visa. O COI veiculou também uma série de comerciais sobre a competição de alta qualidade.
EM TEMPO: Informamos que os produtos citados nesta coluna, saíram por livre e espontânea vontade do articulista até porque não precisam de crônicas para melhorar suas vendas. 

MENSAGEM FINAL

O cemitério está cheio de insubstituíveis. Napoleão Bonaparte