NÃO PESA NO B0JO
Analisemos
rapidamente porque o veículo radio é o primeiro a ser eliminado num processo de alinhamento econômico. “Será
porque emprega pouca gente, será porque hoje em dia pode trabalhar apenas com
um ‘soft”, ou será não pesa mesmo no bojo?
Imaginemos
uma empresa grande de comunicação. Daquelas que tem radio, TV e jornal, ou
mesmo revista, internet, essas coisas. O radio é sempre para compor. Ou talvez
até por ser um “legado” político, familiar, etc.
Essa
empresa em questão tem no jornal um custo altíssimo e nem sempre uma boa
resposta financeira. Tem também uma TV. Essa então, o custo esbarra na
estratosfera e nem sempre tem a resposta popular que queria. Enquanto isso, o
radio está lá, quieto, com o custo praticamente paralisado.
Juntando
todos os predicados que o radio oferece, como empresa de custo baixo, ele
geralmente é o ultimo a ser promovido – pois já acham que ele se auto promove,
que é um erro gravíssimo – e o primeiro a ser “rifado” numa crise econômica . E
não é só aqui não.
Nos Estados
Unidos, o NYTimes ficou marcado por acabar com suas emissoras de radio e
algumas de TV, em detrimento a investimento na Internet. O radio deve ter sido
o primeiro a ser lembrado, pode ter certeza.
Vocês têm
idéia do que precisa para montar uma TV? Mesmo você não tendo noção, afirmo que
é de deixa qualquer um doido. Um jornal papel então. Tem-se noticia que muitas
emissoras estão migrando para internet. O que fica de custo de montagem para uma radio comercial é a construção do
parque de transmissão (casa, torre e transmissor)
É talvez
por essas e outras que o radio passa por um desalinhamento empresarial, como
vem acontecendo com várias emissoras. Umas poucas continuam investindo, outras
pelo contrario, demitem. Isso tudo aqui, no Espírito Santo
MENSAGEM FINAL
Está no caráter de muito poucos homens admirar sem inveja um amigo que
prosperou. Ésquilo




