sábado, 11 de agosto de 2012


NÃO PESA NO B0JO
Analisemos rapidamente porque o veículo radio é o primeiro a ser eliminado num  processo de alinhamento econômico. “Será porque emprega pouca gente, será porque hoje em dia pode trabalhar apenas com um ‘soft”, ou será não pesa mesmo no bojo?

Imaginemos uma empresa grande de comunicação. Daquelas que tem radio, TV e jornal, ou mesmo revista, internet, essas coisas. O radio é sempre para compor. Ou talvez até por ser um “legado” político, familiar, etc.

Essa empresa em questão tem no jornal um custo altíssimo e nem sempre uma boa resposta financeira. Tem também uma TV. Essa então, o custo esbarra na estratosfera e nem sempre tem a resposta popular que queria. Enquanto isso, o radio está lá, quieto, com o custo praticamente paralisado.

Juntando todos os predicados que o radio oferece, como empresa de custo baixo, ele geralmente é o ultimo a ser promovido – pois já acham que ele se auto promove, que é um erro gravíssimo – e o primeiro a ser “rifado” numa crise econômica . E não é só aqui não.

Nos Estados Unidos, o NYTimes ficou marcado por acabar com suas emissoras de radio e algumas de TV, em detrimento a investimento na Internet. O radio deve ter sido o primeiro a ser lembrado, pode ter certeza.

Vocês têm idéia do que precisa para montar uma TV? Mesmo você não tendo noção, afirmo que é de deixa qualquer um doido. Um jornal papel então. Tem-se noticia que muitas emissoras estão migrando para internet. O que fica de custo de montagem  para uma radio comercial é a construção do parque de transmissão (casa, torre e transmissor)

É talvez por essas e outras que o radio passa por um desalinhamento empresarial, como vem acontecendo com várias emissoras. Umas poucas continuam investindo, outras pelo contrario, demitem. Isso tudo aqui, no Espírito Santo

MENSAGEM FINAL
Está no caráter de muito poucos homens admirar sem inveja um amigo que prosperou. Ésquilo


JORNAL PAPEL

Tive acesso a um material sobre a utilização da imprensa jornalística de papel, face aos meios tecnológicos de comunicação atuais, ou seja, o jornal versus Internet ou mesmo televisão.

Nele, vários estudiosos, pensadores e pesquisadores do papel da imprensa, analisam profundamente, a ainda importância da imprensa “argumentativa”, que só é encontrada nos jornais tradicionais, espalhados pelo mundo.

E é justamente ou tão somente na comunicação política que este aspecto mostra seu peso e sua liderança perante a opinião publica de qualidade. Segundo opiniões diversas, abalizadas ou não, tanto o radio e a televisão dependem de dados, temas, e contribuições opinativas deste jornalismo sério que os jornais tradicionais mostram.

No linguajar mais popular, fica difícil ou supérfluo fornecer informação precisa, confiável ao publico necessitado de direcionamento, sem uma imprensa que mostra formação de opinião, principalmente política.

Neste aspecto de seriedade informativa, a Internet é o principal destaque, o principal acesso, mas com um pormenor fundamental aos argumentos descritos até aqui.  Mas como? Não são os jornais tradicionais? Sim, são eles, mas através de suas versões “ONLINE”, quer dizer, se está ali na web, já foi escrito em papel e publicado simultaneamente.

Por outro lado, a  gama de informações despejadas pela Internet pelos blogueiros de plantão e ate nas redes sociais, são consideradas sem efeito no tocante a uma informação mais apurada, mais opinativa, mais formadora de opinião e isso só os sites dos jornais tradicionais propiciam

E quem é mais assíduo a essas informações? O próprio Estado. Ele se considera policiado com a imprensa política argumentativa, formadora de opinião. Bem fez Thomas Jefferson, ao colocar numas das emendas da tradicionalíssima Constituição America a Liberdade de Imprensa.




HORARIO ELEITORAL

Daqui a pouco inicia o horário eleitoral no radio e TV. Vai começar tudo de novo, sendo que desta vez é para prefeito e vereador, boa parte do horário para o prefeito e a outra, dividida em vários vereadores candidatos de acordo com as coligações.

Ate aí tudo mais ou menos. O que estamos esperando ver é se essa “mexida” no esquema eleitoral, promovido pela TER-ES vai mudar alguma coisa, sendo que na divulgação dos horários, mude bastante.

Para aqueles que são veículos, os partidos não querem saber, querem aparecer, colocar lá afim de que todos vejam. O TER-ES iria mudar alguma coisa no tocante, por exemplo, ao envio e o recebimento do material eleitoral.

A lei professa é que cada coligação ou partido entregue o material para os programas em mãos, de acordo com normas do Tribunal. Mas que o TSE estaria mudando isso, passando a usar a internet pára envio. O TER-ES ficou de estudar o assunto, e nessa eleição já poderia haver algo nesse sentido.

Realmente a internet está aí para isso e no caso, devidamente amparada por senhas de segurança especiais para tal fim. Não vejo problema dos veículos receberem e veicularem material vindo pela Net.

E os partidos, juntamente com suas produtoras, ficarão mais á vontade no que diz respeito á tempo para produzir e entregar, já que pela Internet pode ser muito mais rápido e com toda certeza, seguro também.

Vamos aguardar para ver como será. Esperamos que tenha chegado a um consenso sobre esse negocio de envio, já que atualmente acontece um desconforto entre todos, e é tão simples. Porque não mudar logo?


MENSAGEM FINAL
Até o homem que não crê em nada precisa de uma namorada que creia nele.  Eugen Rosentock-Huessey

A IMPORTÂNCIA DAS ELEIÇÕES

Toda eleição tem sua importância para o cidadão e para as corporações empresariais. No caso da comunicação, por exemplo. É vital ter uma eleição limpa e honesta do ponto de vista do candidato, pois ele será o futuro parceiro de rádios e televisões, sem falar nos jornais, claro.

Por isso, que cada empresa de comunicação tem de se esmerar nas campanhas, nas eleições e nas apurações, fazendo o trabalho correto e ímpar, sem partido ou cores políticas, porque senão, veja bem.

O prefeito eleito (seja em que município for) pode ter como parceira a empresa de comunicação de sua cidade. É nela que o povo fala, reclama, pede auxilio. E ela pode muito bem ser a porta voz entre o povo e os órgãos administrativos do município.

Essa sintonia, até bem pouco tempo, era inconcebível, tanto para os prefeitos, como para os  secretários. Hoje, com uma atuante Frente Nacional dos Municípios, existe um esclarecimento, um apoio, onde cada prefeito eleito terá como cartilha o bom relacionamento com os órgãos de comunicação. Principalmente se não for um reeleito.

Os horários políticos, as veiculações obrigatórias, as amplas reportagens políticas de campanha, os debates feitos, a maratona de cobertura das eleições, isso tudo é hoje uma parte do relacionamento que existe entre os órgãos governamentais que regem e acompanham as eleições e os veículos de comunicação.

Como no radio, televisão e jornais, tem agora outro forte veiculo, que merece os mesmos cuidados, o mesmo tratamento. É a Internet. E todos os veículos de comunicação têm suas webs pages oficiais, e por certo, estarão também contribuindo para mais uma eleição. Que vença o melhor.



MENSAGEM FINAL
Durante um argumento, faça suaves suas palavras e endureça seu coração. Não tente chicotear seu oponente mas, antes, convencê-lo. George Wilkins

domingo, 5 de agosto de 2012


O SABOR DO RADIO

Podem reparar, não existem mais radinhos á pilha para vender em lojas de eletrodomésticos. O radinho perdeu força nas prateleiras das lojas mas ganhou nos painéis dos automóveis. Todos os carros já saem da fabrica com bons rádios instalados

Na realidade, quando o AM virar digital – e isso está pertíssimo – ai sim, vai dar prazer de ouvir radio dentro carro, já que as interferências corriqueiras, terminarão de vez com o processo digital. E com um detalhe legal. Excelente som, poder de alcance triplicado ao de FM e sem esses locutores ridículos, tipo esses que cantam no finam de cada ponto ou frase.

Mas se o radinho á pilha ou mesmo o de mesa sucumbiu ao modernismo, ele ganhou força nos de ouvido, esses que acompanham seus donos nas caminhadas, corridas e passeios. Ou mais: Ganhou força nos celulares, principalmente bem ouvido na periferia.

Se hoje você não vê mais radinhos de pilha, não se espante. Eles estão em outros formatos, em outros corpos, em outras dimensões e com tendência a melhorar com o sistema digital para o AM.

Eu, por exemplo, tenho um guardado para dar ao meu neto daqui á pouco, assim que ela estiver com mais idade. Ele nunca viu um. Enfim, o radio continua com seus mistérios, sua maciça audiência, seu respeito por outros veículos e principalmente, sendo o primeiro e único a prestar serviço a população.

MENSAGEM FINAL
Há apenas uma coisa no mundo pior do que falarem sobre você: e é não falarem sobre você. Oscar Wilde

MÁ VONTADE DE ESCREVER

A vida de todo mundo tem altos e baixos. As vezes muito baixo. Muito alto é difícil. Sendo, tem época que não tenho vontade de cumprir minha obrigação de anos com o Século e seus leitores (alguns que me leem)

Estou meio nessa fase. Não tenho vontade de procurar assunto, sem vontade de falar de radio, de televisão. Ah! A TV Record teve azar em cobrir essa Olimpíada. O Brasil só se dá mal.

Procuro fazer o que gosto, ver filmes, ficar mudo num canto, mas sem vontade de falar, de ver as coisas. Ah!. No julgamento do Mensalão, teve uns juízes que pisaram na bola. Ridículos!

Outra coisa que me fez um pouco animado para escrever, ter assunto. O novo layout do Século. Justo quando abri tava lá a minha cara estampada no processo de rodízio de faces dos colunistas na primeira página. Parecia noticia.

Torço pelo Flamengo e um bom passatempo é ver seus jogos na televisão, mas agora não está dando. E tome má vontade de ver as coisas. Chego para trabalhar, pego os jornais e tome violência, corrupção, política. É fuck, como dizia a Madre Superiora.

Olha gente, não tenho assunto para continuar. Vim ate aqui aos trancos e barrancos por conta de vocês, leitores, amigos, colegas. Honrando a firma, que esta de cara nova. Pelo menos.

MENSAGEM FINAL

Um homem lutará mais arduamente pelos seus interesses que pelos seus direitos. Napoleão Bonaparte