quarta-feira, 23 de maio de 2018


O LIVRO

De uns dois anos para cá fiquei ouvindo alguns conhecidos me incentivando escrever um livro sobre a minha vivência no radio. Um dia amanheci determinado e resolvi iniciar. Me organizei para isso. Peguei a carteira do trabalho e fui anotando datas e empresas por onde passei. Na época que comecei havia a carteira do menor. Comecei por ela.

 
Uma vez vi alguém falar que era uma longa historia. Gostei e resolvi colocar o nome do livre “Eu sou uma longa historia”, pois analiso meus 50 anos de radio. Devo confessar que foram dias e as vezes noite, dentro de radio. Férias foram poucas.

 
Tive um intervalo de seis anos nessa trajetória, que foram aqueles que passei nos Estados Unidos e mesmo assim trabalhando, estudando e ouvindo radio. O livro conta sobre tudo, as vitorias e as derrotas, as pessoas boas e ruins com quem trabalhei as amizades e os pouquíssimos desafetos, muitos deles que nem conheço.

 
Escrever sobre suas memórias é muito bom. Nos leva a passagens que a gente tinha esquecido, nos leva a ver os caminhos errados que trilhamos e as recompensas do trabalho duro também.

 
Sei como é o interesse do leitor quando se fala em livro de memórias. sempre tem aqueles que gostariam de ver seu nome nas paginas do livro. Confesso que depois de pronto, pensei e repensei se faltava alguém, se tinha mais alguma historia a contar. Não lembrei, mas deve ter.

 
De qualquer forma tive filhos, plantei árvores (tem três enormes em Manquinhos) e agora escrevi um livro. Dizem que todo homem, antes de morrer, deve “plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Essa frase tem um significado muito profundo, que nos leva à nossa origem, nos religando à energia divina e nos ensinando um caminho de volta ao nosso Pai.

 

MENSAGEM FINAL

O grande segredo da educação consiste em orientar a vaidade para os objetivos certos.“ Adam Smith

 
HINO DA UEFA

Até recentemente o futebol brasileiro era regido por samba, batuques e aquelas marchinhas da Copa do Mundo. Hoje o conceito musical no futebol brasileiro está mudando por força da execução, nos canais de TV, do Hino da UEFA.

 

O brasileiro que é apaixonado pelo esporte Bretão acompanha os principais jogos da UEFA, principalmente pelos canais populares. Então as chamadas, e antes dos jogos, todos ouvem o tal hino. Muitos jogadores já o sabem de cor, principalmente dos times que “frequentam” o torneio.

 

Na realidade o hino traz uma emoção à parte, pois é executado no estilo clássico. E foi constatado que o clássico condiz com o esporte. Nossa emoção sempre parou num chorinho, num samba e num batuque aliados as imagens do nosso futebol. Muito sem emoção.

 

Hoje as “chamadas de jogos da UEFA” são frequentes com a Hino da Uefa. Tem TV aqui no Brasil que nem texto tem para locução, só deixa o hino. E a emoção toma conta.

Mas não poderia ser diferente, lá é primeiro mundo e nós estamos aprendendo sempre.

 

O Hino da Uefa é uma adaptação. O compositor-regente inglês Tony Britten, professor graduado do Royal College Of Music  criou o hino, baseado no clássico “Zadok the Priest”, de Frideric Hendel.

 

Nos anos 90, Britten foi contratado pela Liga dos Campeões para fazer o hino e juntamente com o Royal Philharmonic Orchestra, mais o coro da Academia Saint Martin, criaram o hino.

Ele tem três versões, inglês, alemão e Frances. Aliás, esses são os idiomas oficiais usados pela UEFA

 

MENSAGEM FINAL

O segredo da felicidade não é fazer sempre o que se quer, mas querer sempre o que se fazLiev Tolstói