TALK SHOW LÁ E CÁ
Estava
vendo uma matéria sobre talk shows na Gazeta. Quando Jô Soares começou com seu
programa de entrevistas, aguçou a curiosidade dos brasileiros. Talvez já pela
sua fama de bonachão inteligente. Ele foi o primeiro aqui no Brasil.
Nos Estados
Unidos já tinha o Johnny Carson, o precursor deste formato na TV. Comecei a
ficar fã depois que fui morar na Califórnia. Ali tinha todas a noites na NBC o
Jay Leno. Não gostava dele, achava sem graça na sua apresentação embora os
entrevistados fossem ótimos.
Mudando
para Nova Iorque passei a ver o recém-contratado David Letterman na CBS, que
antes era um bem sucedido “garoto do tempo na mesma estação. Este sim, gostava
dele, seus programas prendiam atenção e ele era carismático.
Voltando ao
Brasil não quis ver mais o Jô, era muito tarde, como é hoje. E também Jõ foi
ficando irritante na condução do programa.
O Estilo pegou, já que Letterman trouxe visibilidade juntamente com Jô
Soares. Aí vieram Marília Gabriela e os mais recentes.
Acho que esses
meninos, embora talentosos não tenham bagagem para sustentar por muito um
programa de entrevistas. Danilo Gentili e Rafinho apareceram rápido demais. Não
tem historia profissional para fazer uma entrevista de “responsa” nacional.
Tem outros
ramificados nos Estados, como aqui no ES. A Matéria fala de nomes como Roberto
Justus, Luciana Jimenez, que não tem a ver com talks. Lá nos states, tanto Jay
como Leno, ambos que eu curtia diariamente, se aposentaram. Os taks da América
não serão mais os mesmos.
MENSAGEM FINAL
Você precisa acreditar na possibilidade da felicidade a fim de ser
feliz. TolstoI

