NAS REDESDesde quando comecei efetivamente a freqüentar as redes sociais, passei a sentir outro tipo de comunicação, diferente dessa que estamos acostumados. Quando veio a possibilidade de trocar correspondências via internet, foi o primeiro passo no campo da web
Com o tempo veio a chance de escrever artigos para um site da Internet (este, do Século) sem sair de casa. A Internet começou a mostrar sua utilidade. Pintou o primeiro site de relacionamento social, o Orkut, uma febre há oito, dez anos. Mas servia geralmente para lidar com pessoas que não conhecíamos, chegando ate fazer alguma amizade.
Depois vieram o Twitter, Facebook e até o Youtube. Este ultimo, explico. Desde que comecei a postar clipes que traduzo, a quantidade de respostas á minha caixa de emails cresceu. Pessoas ate de outros países manifestando opiniões a cada clipe. E eu respondo a todos. No YouTube tem uns 130 clipes postados, todos de musicas traduzidas, uns falando outros apenas com legenda.
O Twitter, que ainda não acostumei a usá-lo diariamente, tem aquele negocio de seguidores e seguidos. Tenho poucas pessoas a seguir (aqueles que quando postam, caem automaticamente na minha página), e também poucos que me seguem. Estes são duzentos e poucos, mas acho o bastante, pois eles ficam sabendo de tudo que posto, enfim o que penso, minha opinião e compartilham comigo. É uma honra pra mim
Enfim o Facebook, atual febre em qualquer parte do planeta. Em site de relacionamento mais apurado, mais seletivo, onde as pessoas postam coisas mais sutis, mais inteligentes, mais verdadeiras, desde de sentimentais á informativas. Ali, ou pedimos para sermos adicionados ou as pessoas pedem. Colocamos quem queremos, já que todos devem se relacionar entre si. Tem uns conhecidos ou mesmo amigos que ficam escondidos entre os amigos sem postar nada.
Dizem que todas essas redes viciam. Talvez. Na realidade é muito interessante, você sozinho numa sala, num quarto, acessar quem você quiser, em qualquer parte do Brasil, do mundo e falar, ver, ouvir....é tentador!
Quando as pessoas falam de forma muito elaborada e sofisticada, ou querem contar uma mentira, ou querem admirar a si mesmas. Ninguém deve acreditar em tais pessoas. A fala boa é sempre clara, inteligente e compreendida por todos. Tolstoi


