quarta-feira, 7 de setembro de 2011

RADIO PSICOLÓGICO

Tem evolução, e muita, no rádio sendo que a maioria de seus membros não capta a situação. Há muito que o rádio é “companheiro” e é nessa tecla que vamos bater: O companheirismo do rádio na vida atual da população. Cada vez que passa o sistema ‘crueliza’ a população em termos psicológicos, advinda de crise financeira, aumento de doenças patológicas, o fator solitário das pessoas, o problemas afetivos de família, de amor, etc. Quem não tem problemas? Aí entra o radio e sua real utilidade para o ser humano, diferente desta emissão dos dias de hoje.

Quantas vezes ouvimos falar que o radio é realmente amigo das pessoas, principalmente aquelas que vivem só, acordam cedo, pessoas mais velhas, e dos jovens também. Esses estudam, namoram e fazem outras coisas ouvindo o radio. Mas o radio surte mais efeito na doença da moda, a depressão. É comum ouvirmos alguém dizer que ouviu belas palavras que o reconfortaram vindas do rádio. Talvez, nesse momento é explicado o crescimento exagerado da audiência das emissoras religiosas, quem mexem com o interior das pessoas.

Segundo constam estudos recentes, o rádio não evoluiu nada nos últimos 30 anos, em termos de criação de programação. Só mesmo em tecnologia. Mas isso é muito frio e não basta. O que realmente importa é seu direcionamento de programação. O por falar nisso, o que mais se falou de novidade foram as segmentações, Mas segmentar é limitar audiência, é direcionar classes e a missão do radio não é limitar e sim abranger. Essa é a sua finalidade desde Marconi

Então, com o aumento das doenças psiquissomáticas em todo mundo, é mister que o radio vá falar para essas pessoas e não ficar somente naquela de informar e divertir. É muito pouco para as reais utilidades deste veículo. Mas a culpa ainda é de quem o opecionaliza, que não ousa, ou que não caiu na real da modernidade ou da atualidade. Aliás radio é serviço, é utilidade publica.

O que seria utilidade publica nos dias de hoje? Achados e perdidos? Anunciar empregos? Nós que não vemos, mas a real utilidade publica do rádio é estar perto e ajudar quem o escuta nos seus momentos duros da vida e depois dar uma suavizada na vida da pessoa com musica ou algum humor, além da informação. Seria isso mesmo!


MENSAGEM FINAL
Brasil: Esse estranho país de corruptos sem corruptores. Luis Fernando Veríssimo

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