segunda-feira, 7 de março de 2016

TRES NOTAS DA HORA
Provando que este governo federal , sendo populista e com isso inconsequente, quer oferecer rádios comunitárias de qualquer forma. Por isso o MiniCom se reunião dias destes para discutir um plano nacional de outorgas de Radiodifusão Comunitária, para populações de matriz africana, ribeirinhas, quilombolas, residentes em assentamentos rurais ou colônias agrícolas. Longe de preconceito, mas isso tem cabimento?

O Facebook anda  fazendo uma série de mudanças em sua plataforma, talvez para continuar no auge entre as redes sociais. Ele agora anunciou que esta prestes a disponibilizar o programa InstantArticles para todos os veículos de comunicação a partir de abril agora. A novidade permite que os usuários acessem os conteúdos sem precisar sair da rede social. Na realidade é um grande feito que o Face proporciona aos seus milhões de inscritos.

Bispo Macedo no controle. Locatária da Rede 21 desde 2013, a Igreja Universal tentou comprar a emissora do Grupo Bandeirantes. Só que os executivos da BAND pediram o valor de l bilhão, sendo 300 milhões de entrada. A Universal, que já controla a Record, Recor News e a Rede Familia, acaba de fechar negocio, comprando a rede CNT. Segundo um executivo da Record envolvido na negociação, foi a Band que procurou a Igreja Universal sondando o eventual interesse na compra da Rede 21.

MENSAGEM FINAL

Onde há uma mente aberta, haverá sempre um limite. Charles F. Kettering
NA ERA DO RADIO
É sabido por todos que nos acompanham, que de vez em quando publicamos neste espaço um artigo que vale á pena ser lido. Aqui vai o de hoje. E de autoria de Marcos Guiotti.         Segue:
Costumo me perguntar se o futebol é forte no Brasil por causa do rádio ou se o rádio é forte por causa do futebol. Sou um estudioso da história do rádio e, sinceramente, não sei. Os dois surgiram quase na mesma época e se desenvolveram juntos. São duas paixões dos brasileiros. A verdade é que ouvir ou “ver” o jogo pelo rádio e muito emocionante.

Não tenho dúvidas de que o rádio de antigamente era melhor. Mas o futebol também era. No início, o rádio era feito com raça. Poucos equipamentos, linhas de baixa qualidade e um pessoal extremamente apaixonado. Um dia, alguém disse que o rádio era uma cachaça, e quem provou dos dois concorda.

A televisão ainda nem existia e o rádio já estava lado a lado com os jogadores. Treinos, viagens, jogos. As emissoras viajam com narrador, comentarista, repórteres e técnicos. O ouvinte se sentia como se estivesse à beira do gramado. O tempo passou, os craques do microfone se foram, a tecnologia encurtou distância e a moda é ver o jogo pela TV.

Ainda tem aqueles que tiram o som da TV para ouvir o rádio. Hoje, esse velho companheiro do povo sofre com a escassez de anunciantes e de bons profissionais, e a saída é se valer da TV para continuar presente no imaginário popular.
Nostalgia. Todas as cidades brasileiras têm saudades do rádio de antigamente. Era mais chiado, mas os talentosos profissionais faziam valer a pena. Belo Horizonte era um celeiro de artistas do microfone. Ainda temos grandes profissionais na cidade sem um microfone para continuar emocionando o ouvinte. Rádio e futebol é uma dobradinha que produziu belíssimas histórias.
Resistência. Ainda temos em atividade dois dos grandes nomes da história do rádio esportivo mineiro. O repórter Roberto Abrass, que está nos acréscimos e anunciou a aposentadoria para breve, e o narrador Alberto Rodrigues, que vai esticando a voz por mais um tempinho para ver se não sente saudade desta saborosa cachaça. Profissionais que deram a vida pelo rádio estão em extinção.
Tempo. Assim como alguns jogadores perdem a hora de pendurar as chuteiras, no rádio não é muito diferente. Há, ao longo da história, narradores, comentaristas e repórteres que foram até o último suspiro. Alguns chegaram a ficar tão famosos que surfaram na onda do prestígio dos grandes craques.
Paixão. O rádio é um veículo de informação local, mesmo que os tempos modernos insistam em globalizar a informação. O mineiro pode se sentir privilegiado por ter, ainda, nos dias de hoje, um legitimo representante do bom e velho rádio. A rádio Itatiaia se consolidou como uma das melhores do país. Conseguiu se modernizar sem perder o “espírito” que transformou o rádio em uma paixão nacional.

MENSAGEM FINAL
Então Pedro aproximou-se e lhe disse: 'Senhor, quando o meu irmão cometer uma falta a meu respeito, quantas vezes lhe hei de perdoar? Até sete vezes?' Jesus lhe disse: 'Eu não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete’. São Mateus
EDIÇÃO DO DIA 2 MARÇO
Deparo-me com a primeira pagina do jornal. Assuntos corriqueiros, banalizados no Brasil de hoje. Estavam lá manchetes e leads tipo; duplicação da BR com mau começo, doação ilegal para campanha de Dilma, denúncia de preconceito em Shopping, justiça federal corta mais 15 milhões, divida do cartão fica 5 vezes maior; nada de agradável, a não ser no alto da página, bem escondida a nota que agora tem remédio contra obesidade em adultos.

Ora, não estou relatando apenas o que traz a primeira pagina do jornal nesta data. Eu reclamo da banalização da noticia ou dos atos que acontecem neste país. Reparem que tudo que foi escrito em relação a pagina tem ligação com este governo sofrível que nos governa. Coitados do Brasil e dos brasileiros. Ainda no dia anterior, a “JUSTIÇA” do nordeste resolveu prender um dos dirigentes do Facebook  que no dia seguinte a própria justiça manou soltar. Ridículo isso.

O brasileiro de grau médio já sabe comprovadamente que Lula e o PT foram uma farsa, não só uma farsa, mas um esquema que desmoralizou o país e o levou a graus econômicos baixíssimos por conta das falcatruas de sua gente. Mas eu pergunto: Será que o Zé povinho, aquele que não tem acesso á informação (porque não quer) sabe que o PT de Lula e Dilma não vale nada em termos administrativos ou ate mesmo políticos?

Será que Lula estará candidato em 2018? Será que o povo brasileiro ainda tem aquela máxima de ter de votar, pois senão votar é um analfabeto político? Analfabeto é aquele brasileiro que ainda vota num quadro político como esse de hoje. Não vale a pena, ou será que vale? Não estou incitando a ninguém a não votar, só acho que dado a situação catastrófica com que passa o pais economicamente, tem políticos e partidos com cara de pau de ir a televisão falar as mesmas coisas de sempre. E é obrigado a passar. Isso também teria de ser mudado. Principalmente o voto teria de ser optativo. Ai eu queria ver o aconteceria.


MENSAGEM FINAL

A maior virtude é não fazer o mal, sequer a seus inimigos. Se você respeitar a si mesmo, não há de fazer o mal, nem da forma mais ligeira. Provérbio Indiano