NELSON PEREIRA
Jovens manhas de domingos na ZYL-9, antiga e famosa Radio Cachoeiro. Por lá, nessa época, dois jovens comandavam um programa de rock e jovem guarda para os milhares de ouvintes da emissora: Eram eles, Nelson Pereira e Miltinho. Nós ficávamos só vendo o movimento ou escutando.
Nelson, mineiro de nascença, hoje um cachoeirense “nato” também estudava na Escola de Comércio dos Herkenhoff, Eu era colega de classe. Lembro que quando ele escrevia, o pingo do í era uma bolinha bem redondinha.
Depois Nelson, carismático, boa alma, boa gente, foi trabalhar na radio durante a semana e se não me engano, antes de ir para o Banestes, trabalhava numa farmácia no Guandú. Na radio, conviveu com Sergio Sampaio, Cliveraldo Miranda, Mozart Cerqueira, Rui Guedes, Ruy Crespo, José Américo, Elyan Pipico e eu.
Fazia um programa pela manhã, antes do Noticiarista L-9. Era o líder das meninas, das moçoilas. Sempre foi assim. A gente ia no rastro, claro. Depois foi fiscado, casou, etc, etc.
Tempos depois de estar aqui, soube que Nelson estava fazendo o programa na Diocesana, que veio substituir o desaparecimento da Radio Cachoeiro. Nelson virou cidadão de Cachoeiro, sempre ligado á igreja, sempre do mesmo jeito. Desconheço seus filhos, mas seria um prazer conhecê-los.
Esses dias, já aqui na Rede Sim em final de carreira, reconheço, embora ainda ativo fazendo radio e televisão, soube que Nelson havia trocado de emissora, depois de anos na radio dos padres.
Ele está na Radio Tupi Sim Cachoeiro, coisas de outro louco por radio, Hermogênio Volpato. Está em boas mãos, está perto daqui, onde poderemos nos falar mais á vontade. Coisas da vida. Tem uns que marcam nossas vidas e geralmente somem. Nelson fez o caminho contrário. Caminhos de Deus.
MENSAGEM FINAL
Uma paixão no coração de uma pessoa é como a teia de uma aranha. A princípio, ela é um visitante estranho; depois torna-se um hóspede regular; e mais tarde torna-se dona da casa. Talmude (livro de doutrina e jurisprudência)

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