NA MÔSCA
Em novembro do ano passado, falamos aqui em crônica, que o Lula, com essa mania de povo, distribuiu rádios comunitárias á torto e a direito por esse Brasil afora. Eis um trecho do que escrevemos “Então, Lula se virou para as rádios comunitárias e disse para eles: "Dilma vai ter relação extraordinária com vocês (rádios)”, depois acrescentou: "Continuem sendo reivindicadores e comunicadores populares.”
Pois bem, A Presidente Dilma vai criar agora um departamento para tratar dos temas referentes às rádios comunitárias. Foi rápido, não? O Ministro das Comunicações foi recomendado por Dilma a “tratar esse tema com muito carinho”
Na realidade, a Dilma está levando a diante a política do seu antecessor, ou seja, Lula, que por sua vez, usando a Franklin Martins, montaram uma resolução aprovada naquela famosa 1º Conferencia Nacional de Comunicação – Confecom.
Se os radiodifusores e a Abert não se posicionarem, o radio convencional, ou seja, aquele de grande alcance, que são comerciais e altamente técnicos, começará a ser incomodado por tantas comunitárias, rádios comunitárias em profusão.
O que estamos falando aqui, talvez não seja assimilado rapidamente, nem pelos mais interessados. Mas prestem bem atenção no que este governo vai fazer na radiodifusão. Talvez mude muita coisa, talvez a comunicação passe por alguma transformação social.
Não sei se o lado empresarial da radiodifusão esteja na berlinda deste governo. E também não sei se os profissionais do setor sairão ganhando ou perdendo. Temos de ficar de olho.
MENSAGEM FINAL
O melhor governo é aquele em que há menos homens inúteis. Voltaire

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