quarta-feira, 7 de setembro de 2011

NADA SERÁ COMO ANTES

Estava ouvindo Raimundo Fagner cantando ‘Revelação” e notei que ele não canta mais assim, ou melhor, essas coisas. Me fez lembrar de Chico Buarque que é a melhor expressão do quero explicar.

Chico do tempo de A Banda era uma coisa, hoje é outra. Inclusive é mais escritor que compositor. E assim tem muitos, só que esse tipo de simbiose é válido somente para quem mexe com arte, imprensa e similares.

Mas o engraçado não é que lês mudaram ou esqueceram. Eles sabem, mas não querem mais fazer o que já foi feito, se bem, se fizeram, serão brilhantes. Nunca poderemos colocar o político nessa classe, do “já fiz bem”...

Eu analiso por mim. Comecei fazendo programa de rádio num estilo meio cultural, depois passei a fazer versão de musicas no ar, nos idos de 77, 78 e mais recentemente – uns 10 anos atrás – interpretar histórias no ar com trilhas apropriadas. Por mais que eu queira, não dá mais vontade de fazer, mesmo hoje tendo melhores recursos.

Também não confundam o que tento expor com saudosismo. A questão está sendo de como antes era melhor que hoje. O de hoje é frio, sem consistência, sem respeito, sem dedicação. O que fica chato é que a geração de hoje nunca poderá pensar que certas coisas de tempos atrás eram melhores que as de hoje.


MENSAGEM FINAL
Sentimento é aquilo que só nós sentimos, mas quando o exprimimos, é o mesmo que todos sentem. Dante Milano

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