RADIO FICTÍCIO
O programa big
brother tem este nome devido ao romance fictício de George Orwell, 1084. Nele o
personagem, um homem comum, lida com o regime totalitário (o big brother), que
usa, entre outras coisas, câmeras de vigilância externa e interna
(residencial).
Hoje,
cidades e mais cidades tem disponibilizado desses recursos, onde ganhou o
apelido de big brother quer dizer, uma realidade. A Internet também facilita o
processo de ver “a vida do outro” através de skype ou no “whatsapp”
Pode ser que
em algum lugar se esteja fazendo alguma experiência em radio, no que tange a um
programa mais intimista, ou seja, um programa onde é ouvido tudo o que se passa
numa casa, ou num escritório, ou mesmo num romance entre pessoas.
Não há
exageros nisso. Pensem bem. Recursos tecnológicos á disposição, predisposição
de pessoas em querer aparecer; é só analisar o que pode dar sentido de
sequencia e colocar no ar. Seria a Radio Vida Real? “Acompanhem a vida de Marli
Silva, seus problemas, suas alegrias, seu trabalho, seu romance, suas neuras,
você ficará estarrecido”. Seria a chamada. Será que daria certo? Lógico que
teria musica também.
O radio está
deixando de ser veiculo de quase 100 anos de existência. Mesmo com a migração
para o FM pode continuar na mesmice dos dias atuais, não tem novidade nenhuma.
Falta de imaginação ou final de linha?
Mesmo assim
continua um veículo imbatível na preferência popular, Sobreviveu a tudo;
televisão, FM estéreo e agora a internet. Como dizia Jairo Maia: Deve haver
alguma razão para uma preferência tão grande. Só falta ousar coisas novas,
inimagináveis, para ele dizer de verdade a que veio.

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