quinta-feira, 8 de setembro de 2011

DEU ZEBRA GERAL

Na terra dela, deu ela. Saíram da Copa do Mundo os principais países que sabem e conhecem o futebol. O primeiro deles foi o inventor, Inglaterra. Depois vieram outras escolas como Portugal, França, Itália, culminando com a escola sul America do Brasil e da Argentina.

Ainda na sexta, antes do jogo do Uruguai – e escrevo esta no sábado após a Argentina – já dizia no Twitter que a final da Copa ia ser Alemanha e Holanda, repetindo 1974, onde os Holandeses ainda guardam mágoa dos alemães, que ganharam.

Esta foi a Copa do estudo, da estratégia, do objetivo traçado. Não só de ganhar, mas de saber com quem poderia se jogar antes mesmo de terminar a chave e buscar isso a qualquer custo. Foi o que fez a Alemanha e a Holanda. Pode ser que mude alguma coisa esta semana, mas é difícil.

O que ficou foi um Uruguai, que sem estrela, que de uma repescagem, veio comendo todo mundo. Afinal, ali também é escola Sul Americana. Mas ficou provado que o estilo amador de dois comandos não funciona mais no futebol: O do paizão de Maradona e o da brutalidade e frieza do Dunga. O que faz ganhar jogo é a consciência, a inteligência a obediência tática

Acabou o futebol arte em Copa do Mundo. Quem viu Kaká, Messi e Christiano Ronaldo nesta Copa? Vimos Forlan e Muller. A próxima Copa será aqui, mas com um dirigente da CBF como o Ricardo Teixeira no comando até lá, iremos sucumbir de novo. Não foi Dunga e nem jogadores que perderam a Copa.

Foi este senhor, oportunista e bonachão, que vai passar despercebido, como fazem os verdadeiros culpados. Escondem-se e ninguém vê. Me simpatizei pelo Uruguai nesta Copa!


MENSAGEM FINAL
A realidade é meramente uma ilusão, embora bastante persistente. Albert Einstein

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