terça-feira, 6 de setembro de 2011

A MANIFESTAÇÃO

Feriado nacional, estudantes com a cara pintada. Igual a Collor, a gora Sarney. Fora Sarney! Gritavam todos. Praça da Alimentação, 10hs da manha. Eles lá falando, gritando ordem.

Estava fora do país quando isso ocorreu com Collor, que, aliás, está de volta arrogante como sempre. O Lula permite tudo, ate os estudantes gritarem “fora Lula”. Mas o fato ali me lembrou meus tempos de Diretório Acadêmico na UFES.

Na naquela época, a consciência era a mesma, como dos colegas Evandro Damasceno, Ruth Storch e outros mais. Era época da ditadura. Muito mais difícil de manifestar. A Policia Federal vinha atrás.

Pensei que isso tudo tinha acabado. Que nada. Eles estão aí com mais consciência. Os estudantes. E sabem o que querem, pois estudante quando dá para ter consciência, tem mais que os formados.

E eles gritavam: “Amor ao Brasil! E é por esse amor que estamos aqui nesse feriado. Fora Sarney, fora Lula!” Aliás, falavam dos políticos medíocres, falavam da atual conjuntura econômica, falavam de tudo.

E por falar em economia, deve haver alguma coisa por aí, por detrás disso. Só o Brasil está bem na crise mundial. Só o país não sofreu tanto, segundo eles, do poder. Estranho, muito estranho.

E voltando aos estudantes, lá foram eles marchando, gritando, em ordem, rumo a Assembléia Legislativa, onde se juntariam aos “caça – corruptos” que lavavam as escadas, que por sinal andam muito sujas mesmo.


MENSAGEM FINAL
O cemitério está cheio de insubstituíveis. Napoleão Bonaparte

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