ZÉ HENRIQUE&JAIRO MAIA
Quando Jairo Maia e Jefferson Dalla
compraram a Radio Capixaba da Diocese de Vitoria (hoje a Diocese não faria),
fomos levados para la, juntamente com Alencar Garcia de Freitas. Lembro que já
estavam Sebastião Zatta, Venceslau Gomes, Izaias Marques, Guilherme Amorim e
Tião Silva, o técnico enigmático.
Foram incorporados outros, como por
exemplo, Jorge Groppo, Esmael Bezerra e Zé Henrique Pinto. Este foi como
operador de áudio e alem disso representava uma gravadora de artistas populares,
como por exemplo, Gilliard e Amado Batista
Dois fatos, tendo Zé Henrique como
protagonista me marcaram para sempre, tanto que eu e Jairo forçamos a barra
junto a Paulo Cano, para que a Gazeta o contratasse. Alem do mais, Zé Henrique
já era o anjo da guarda técnico do programa que Jairo fazia inda na Capixaba.
Uma foi que a radio estava fora do ar ha
dois dias, esperando por uma peca de transmissão e Zé Henrique a recolocou no
ar, sem a peca, fazendo uma "gambiarra" pelo sistema de telefone.
A outra já foi na fase da Tribuna. Zé era
operador a noite e fazia programa sertanejo operando para o novato Ovelha.
Ovelha, por causa de um tratamento de dente, teve que se ausentar por três dias
e Zé Henrique gravou um esquema, em que o ouvinte participava ao vivo
normalmente pelo telefone, pedindo sua musica, sem o Ovelha.
E depois, conseguimos unir Zé e Jairo
(também pela sua insistência) outra vez e derradeiramente na Gazeta. Eu sai
primeiro, Jairo muito depois e Zé iria ficar mais algum tempo.
MENSAGM FINAL
"Podemos
esquecer gestos e atitudes, mas não podemos esquecer essências e dignidades"
Collin Powel

