DISPARATES
Captamos algumas informações interessantes, peculiares e concernentes, editamo-las e fizemos nossa analise, até porque precisava. Seguem:
1)A maioria das reportagens originais vem da imprensa tradicional. Dados indicam que as histórias que ganham força nas redes sociais são substancialmente diferentes das notícias de veículos tradicionais
Dizemos: Pode ser. A diferença pode estar no profissionalismo, embora muitos jornalistas escrevam em redes sociais, mas de maneira pessoal.
2)O Partido Comunista da China terá, pela primeira vez, assessores para estabelecer comunicação entre o governo e a imprensa. Até então, os intermediários entre governo e imprensa eram o Ministério de Assuntos Exteriores e o Ministério do Comércio.
Dizemos: Simplesmente é sinônimo de abertura. Não cabe mais no mundo moderno, que é veloz, blocos fechados, principalmente ideológicos sem a comunicação direta
3) O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que o jornalismo online está acomodado com as facilidades que a web oferece.
Dizemos: De certa forma sim. A internet faz com que este tipo de coisas acontece. Realmente o jornalismo investigativo, de campo, está comprometido com as redações onlines.
4) O presidente da Venezuela Hugo Chávez criticou a imprensa da América Latina durante entrevista para a emissora de rádio. Para Chávez, os veículos de comunicação, principalmente os da Colômbia, Argentina e de seu país, favorecem os interesses norte-americanos.
Dizemos: Esta é a tônica de quase todos os governantes do bloco da America Latina, inclusive Lula. Evo Morales, Rafael Correa, Uribe e ate o “estrangeiro” Ahmadinejad. É moda ser contra imprensa... E nós aceitamos
5) A Câmara dos Deputados instalou a Comissão Especial e que ficará responsável pela emissão do parecer a respeito da (PEC) que exige diploma específico para o exercício do Jornalismo.
Dizemos: É louvável essa preocupação. Afinal toda profissão exige diploma e logo o de jornalista não? Aliás, vamos exigir referencia dos candidatos políticos também.
MENSAGEM FINAL
O homem deve sempre considerar-se um estudante, procurando tornar-se mais competente e melhor. M. Chevreaul

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