quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

TRÊS NOTAS E MEIA
Segundo pesquisei, as penas de cassação ou suspensão para rádios e retransmissoras de TV poderão ser convertidas em multa. É de uma recente portaria do MiniCom. A competência para aplicar a pena e sua conversão em multa passa a ser do secretário de Radiodifusão, cargo atualmente ocupado por Vanda Jugurtha. Na realidade, acho que o MiniCom esta facilitando a incidência de erros técnicos e de programação para muitas emissoras espalhadas pelo Brasil. Acho temerário.

Novas tecnologias criam diversos desafios para os meios tradicionais. Além da adaptação às tendências – o que não é tarefa fácil –, é preciso entender como é o consumo das informações nas novas plataformas. Por esse motivo, uma pesquisa estudou os hábitos de consumo das notícias nas redes sociais e identificou que 78% dos brasileiros usam as redes sociais como fonte de informação. O que se tem de positivo é a escolha certa de um bom canal de informação na net e ficar nele, evitando variações.

Encerrando 2016, ano em que o Brasil passou a digitalizar o sinal de TV, uma pesquisa do IBGE apontou que um quinto dos domicílios brasileiros (19,7%) tem apenas o sinal analógico de TV. São 13 milhões de lares que podem ficar sem qualquer acesso à TV aberta com o fim das transmissões analógicas em borá o governo tenha alertado com frequência sobre o desligamento. Mesmo assim os canais deveriam insistir com essa informação de prazo.

Se é lei, passa despercebido: as rádios e TVs são obrigadas a veicular 300 minutos de programas educacionais gratuitos por semana. Se a emissora não cumprir a determinação, pode receber uma multa de até R$90 mil. A maioria não executa os programas e não são multadas.



MENSAGEM FINAL
Quando o machado entrou na floresta, as árvores disseram: - O cabo é dos nossos! -  Provérbio Turco


SEM ASSUNTO VII
Mais uma crônica da série onde tenho que entregar ao SeculoDiario e não encontrei assunto ou informação para desenvolver. Ai fico matutando o que poderia escrever para nosso acompanhante semanal.

Este período de inicio de ano nada acontece de importante no pais; nem na política, nos esportes e em qualquer setor. Mas se tivesse, seria duro escrever sobre política, tamanha a decepção que temos comm a classe. No futebol a mesma coisa, principalmente depois do choque com o time de Chapecó.

No meu Estado é pleno verão, as praias nem tão cheias este ano, mas com muito sol e alguns mineiros,. Nada novo. Nenhuma atração como antigamente. Reflexo da crise

O futebol parado, nem tanto, pois existe a Copa SP de futebol Junior. A TV passa os jogos e a gente não fica tão saudoso do futebol. Existem as contratação nessa época, mas tudo chato, fracos jogadores. Não tem noticia de impacto.

Na TV as novelas chatas, os noticiários de TV idem, algumas serie voltando outras estreando, mas um tanto “boring”  O que tem de novo é a sequencia da crise. Essa sim, tem assunto...e chato!

Embora algumas pessoas estivessem otimistas para 2017, o fato é que outras, mais realistas disseram que a crise continua e forte neste ano de 2017. O ano começou com aumentos, fora as taxas de sempre, aquelas de início de ano. O desemprego aumentou nos primeiros dias do ano.

Mas esses são assuntos que não quero e nem queria colocar em voga, mas tentei fazer uma crônica, mesmo parecendo uma colcha de retalhos. Espero que 2017 me faça escrever com otimismo ao logo do ano.


MENSAGEM FINAL

Uma das mais graves consequências que observamos é a criação de uma imagem do mundo onde a violência é uma coisa normal, ou pior, onde a violência é recompensada e inevitável. Groebel
RADIO DE UM HOMEM SÓ

Junta a tecnologia e a crise, que não vai aplacar tão cedo, fará com essa radio de um homem só vai se tornando mais realidade do que muitos pensam. Equipamentos, meios técnicos já existem, só falta o talento único. Esse ainda é mui dúbio no Brasil.

Aliás, já tem milhares de rádios em atividade para se fazer isso e deve ter gente fazendo também. As comunitárias dadas aos borbotões nos governos Lula e Dilma e que Temer deu uma brecada. Talvez o barbudo deve ter pensando em uma legião de petistas falando seus ideais em radio comunitárias. Seriam as rádios das minorias. Certo? Não, errado!

Mas por outro lado existem também emissoras comerciais (de mais potencia) já fazendo esse trabalho. Mas como fica o trabalhador do setor? Haverá desemprego em massa? Talvez sim, talvez não. A verdade que é preciso se reciclar com rapidez e estudar muito.

Antigamente uma radio dependia de vários fatores que hoje não existem mais; técnico de transmissor, programador musical, programador comercial, atendente de estúdio, operador de gravação e edição e outros, pois tudo se resume em um computador e joga no transmissor e/ou na internet (se for o caso).

É chato escrever essas coisas mas temos de ser realistas. O radio não se renovou profissionalmente. Houverem tentativas com cursos específicos em faculdades, mas nem isso ouço mais falar.


MENSAGEM FINAL
O que é lento, logo ficará muito rápido. Como o presente, que mais tarde será passado.  Bob Dylan


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O VERÃO

Vocês vão me perdoar, mas o verão é uma estaçãozinha muito chata. Para os que estão de férias ainda passa, mas para quem continua trabalhando é duro. Várias coisas retificam o que disse. Vamos a elas. No radio. As rádios ficam mais chatas tocando muito pagode, muito axé. Nem tudo é dança, nem tudo é alegria constante.

Praias cheias, sujeira, sol forte, gente estranha. Época de preocupação com certas contas de início de ano. Aquelas noticias de ensaios Escolas de Samba, sem futebol, muito mosquito, pancadas de chuvas inesperadas (isso por causa do El Nina e não da irmão). Tem o horário adiantado, que bagunça com todos embora outros acham legal.

Neste período a violência tende a aumentar e os roubos também. Na TV vemos uma Europa e os Estados Unidos sob gelo e neve, o que alivia pelos menos nossos olhos. Temos também mais crianças perdidas nas praias. Os shoppings ficam mais cheios de gente feia. Nas colunas sociais e nas redes sócias podemos ver também as mulheres chiques, semi nuas ou mais vestidas

Mas tem suas compensações. Acordar cedo e nadar, andar em um trânsito mais leve, pois não tem aulas e nem aquelas senhoras levando e trazendo filhos. Coletivos vazios e muita mulher de shortinho. Mais espaços nas garagens dos condomínios, uma cerveja preta gelada ou um pão italiano molhado no vinho...é a vida é boa apesar dos pesares.



MENSAGEM FINAL

Eu me considero parte de uma elite que consegue ver a burrice que a outra, a política, comete. Gerald Thomas