sexta-feira, 12 de setembro de 2014







CAPTADAS
Vamos saber de algumas opiniões de gente que está no comando de rádios importantes no Brasil. Participavam em fórum sobre mídia, realizado recentemente em São Paulo. Disseram o seguinte:

“O rádio já se repaginou em outros episódios, e agora precisa se recriar novamente. Precisamos criar oportunidades diferenciadas” Newton Geigher, diretor da Transamérica FM 100.1 de São Paulo
    
"Precisamos melhorar a auto-estima do Rádio. O Rádio é tão importante que empresas somem, mas a marca sonora delas permanece na memória das pessoas” Carmem Azulai, presidente da Acert

“Grandes rádios terão relevância em qualquer plataforma porque somos produtores de conteúdo multiplataforma. Temos que qualificar a nossa mão de obra, saber abordar o cliente, desenvolver um discurso adequado e disponibilizar informação" Acácio Costa, diretor da Estadão AM 700 FM 92.9 de São Paulo

"O rádio cada vez mais será ao vivo e, por isso a importância da figura do comunicador, que é um dos nossos diferenciais. A rádio pode garimpar localmente pessoas representativas de suas comunidades"Bruno Tyscheller, diretor da CBN AM 780 FM 90.5 de São Paulo

Nota-se que essas opiniões foram em detrimento a Internet em confronto com o radio, principalmente no tocante a propaganda. Nós aqui, sabemos disso e vamos além: Achamos que a Internet é nossa aliada, na realidade a Internet virou um instrumento para o radio e vice versa.
Acontece que existe um contratempo. O avanço tecnológico da Internet é superior ao do radio e isso causa uma certa preocupação e uma acuidade maior.
PARABÓLICAS
É verdade. Parece que Paul MacCartney se apresenta em show aqui em Vitória, mas precisamente no Kleber Andrade ainda em novembro.
Claudio Jansem é um bom executivo de contas, se dedicando hoje a Rede Vitória, TV e radio
Renatinha Fermo é quem assessora diretamente Vladimir Godoy em seu programa independente de TV
Marcos Som, com sua competência profissional é quem cuida com todo carinho da parte técnica do Grupo UVV
Cleílton Bastos, jovem promissor do radio, saiu da America e agora esta na Assessoria do IESES
Carlinhos Gambi, reservado como sempre, de vez em quando pinga algumas mensagens pelo Facebook
MENSAGEM FINAL
Metade da nossa fortuna é arruinada pela nossa burrice. A outra metade é destruída pelo nosso governo. Herbert Marcuse




ESSES POLÍTICOS

Qualquer um de nos conhece mais de um político ou candidato. Mas a gente pensa que conhece mesmo aqueles que temos um contato mais amiúde.

Depois de certo tempo passei a analisá-los um pouco melhor. Tinha na família e tenho alguns políticos, a começar pelo meu bisavô, que fundou a primeira maçonaria de Cachoeiro, a Fraternidade e Luz. Depois tive um tio e agora tenho um primo político.

Salvo estes, os políticos são muito engraçados. Na época de eleição, nas campanhas, eles têm de ser artistas e representar, mas a maioria não consegue. São poucos com esse dote. E aí começa uma série de desacertos.

É uma verdade quando povo fala que eles só aparecem nas campanhas. Fora deste período só os vemos através da imprensa. Outra coisa. Ninguém, em estado normal, queria ver seu rosto sem eira nem beira em algum grande cartaz, sorrindo não se sabe de que, pois eles topam fazer isso em época de eleição.

E não sabem como ficam mal pedindo voto no radio e na TV. Mas tem uma coisa que temos de reconhecer. Nesta fase eles não param e realmente devem anda cansados de tantas caminhadas, tantos abraços, tantas viagens, longas e curtas, tantos terêtetê no ouvindo e muito dinheiro gasto. Esse dinheiro, mesmo não sendo deles, eles terão de pagar de uma forma ou de outra.

Eles nasceram para isso, para o poder e para alcançar esse poder fazem qualquer negocio, mesmo que soe ridículo. O poder é bom! E além do mais é só um período de quatro em quatro anos ou conforme o caso, dois anos para muitos deles.


MENSAGEM FINAL
Noventa por cento dos políticos dão má reputação aos outros dez por cento.

Henry Kissinger

POLITICA&OPEC

Primeiramente para quem não sabe, OPEC são as iniciais de OPERAÇÕES COMERCIAIS, ou seja, na TV e no radio é quem programa os comerciais e chamadas. Musica, vinheta é outro departamento. Vamos falar de Opec na política.

De quatro em quatro anos, ano de campanha política, este setor sofre programando milhares de spots de 30, dos candidatos. É uma lei antiga, advinda da obrigatoriedade imposta pelo governo, já que os dois são concessões.

Com a isso as Opecs se vêm saturadas de autorizações, previamente avisadas e elaboradas pelos T.R.Es, enchendo os intervalos comerciais das rádios e das TVs, que por sua vez já estão cheios de propagandas de seus clientes.

A pior campanha para as Opecs é esta para majoritários, pois congrega coligações para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Embora sejam 45 dias antes do dia das eleições, essa fase é bastante desgastante.

Segundo um amigo, ele disse que quem quiser procurar algumas produtoras de áudio e vídeo, ou alguma gráfica, pode esquecer, já que elas estão lotadas com material de campanha, segundo ele, nem sempre totalmente remuneradas no fim de tudo.

Vocês que apenas assistem o horário eleitoral e as inserções no decorrer das programações, não faz ideia de como se grava isso, de como se entrega isso, de como se programa.

É preciso urgentemente acabar com isso, seja pelo próprio T.S.E ou através de uma reforma política, que eu não acredito passar.


MENSAGEM FINAL

A paciência com os outros é amor. A paciência consigo próprio é esperança. A paciência com Deus é fé. Adel Bestavros
“SEO” PIQUITÓTE MARATAISES

Vamos viajar no tempo, criar nesse tempo e ao mesmo tempo sentir a verdadeira comunicação.

Nos anos 60 e 70, de nossas férias em Marataises, existia uma casa de víspora, como era denominada a casa de bingo do velho piquitóte. Seus filhos é que tomavam conta, já que ele, naquela época já era idoso.

Mas o nome do lugar que deixava a gente encucado “O QUE É O MUNDO”. Nós da época, muito jovem ainda, completava a frase falando “ UM PINICO SEM FUNDO” No alto verão era muitíssimo frequentado por todos os veranistas e daqueles que só estavam de passagem.

 Lembro que ele depois mudou seu O que é o Mundo para perto da Estação da estrada de ferro, que depois Camilo Cola deu um jeito de colocar a Itapemirim ali. Antes era ali, ao lado do Hotel de Dona Balbina, em frente a casa de João Pedro Secchin, o Pedroca, que deve ter lido mil vezes o nome daquele lugar.

Mas hoje, pensando bem, tem um mistério nisso tudo. Pra mim, o velho tinha algum amigo dos estrangeiros e este inventou esse nome estranho, e um tanto moderno para aquela época, moderno não, misterioso. Ou será que o mundo já seria um jogo, um jogo duro?

E mais, esse amigo deve ter apelidado o velho em inglês, e o pessoal aportuguesou. Que tal PIC TOUCH? Tudo a ver com o jogo. PIC são as quadras e o movimentar das pedras (caroço de feijão) o TOUCH.

Desculpe se fui longe demais na “imagination” mas que bateu, bateu. E o nome do lugar era um verdadeiro case de comunicação.



MENSAGEM FINAL

Filosofia é a batalha entre o encanto de nossa inteligência mediante a linguagem.  Ludwig Wittgenstein