quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ITALIANOS CAPIXABAS

De origem italiana de primeira linhagem, participei de algumas iniciativas italianas aqui em Vitória. Lembro de Deotílio D’estefani, comerciante e excelente representante dos italianos em nossa “comuna” como vice-cônsul, maior cargo italiano oficial no ES.

De bom relacionamento e de uma educação ímpar – coisa rara na origem – D’estefani mantinha o consulado nas dependências de sua loja de material de construção na Avenida Vitória. Teve participação ativa, como presidente do clube Ítalo-Brasileiro, e criou um programa de radio, que persiste até hoje. Plantou raízes

Hoje, as coisas desandaram. O vice-consulado deixa a desejar, o programa de rádio passa despercebido e o clube Ítalo-Brasileiro está jogado a segundo plano, diferente de quando D’estefani entregou a Adalberto Moro, que também fez uma boa gestão.

Já está na hora deste vice-cônsul ser substituído, uma norma conduzida pela Embaixada, junto com o Consulado do Rio de Janeiro, que é quem dita as regras para o ES. Existe uma pessoa altamente capaz de exercer este cargo, que conhece tudo dos descendentes, conhece ao Itália, é preparada cultural e socialmente.

Falo isso, pois lidei muito com essa pessoa, tanto profissional, como culturalmente. Andressa De Prá. Ela é candidata e conta com o apoio de varias entidades e órgãos de descendentes. Mas quem decide mesmo é o Rio. Uma vice-consulesa não seria nada mal, ainda mais com o conhecimento e simpatia que tem.

Na realidade os italianos são muito confusos, e ás vezes, dramáticos. Conheço bem. Meu bisavô chegou ao Brasil justamente como Vice-Cônsul e uma das primeiras coisas que fez, foi fundar a Maçonaria em Cachoeiro de Itapemirim.
Dedêssa, conte comigo!!!!!!


MENSAGEM FINAL
Não há nada mais danoso para sua perfeição interior do que a convicção de que você está indo bem. Conde Leon Nikolaievitch Tolstoi

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