A TRAJETORIA SIMPLES
Focando um pouco as coisas da terra, hoje queremos expressar nosso sentimento de admiração a uma pessoa simples, mas de competência profissional incomparável, Jose Henrique Pinto. Hoje desempenha importante função na manutenção da Rede Gazeta, sendo muito estimado pelos colegas. Zé Henrique apareceu nos tempos da Radio Vitória, de Oswaldo Amorim. Passou pela Capixaba de Jairo Maia.
Foi lá que presenciamos a primeira grande intervenção dele como gente que entendia de transmissão, operação e outras 'manhas' do radio. O link com transmissor pifou e ele, sem a presença do técnico, reativou tudo pela linha de telefone. Apesar de novo, Zé Henrique nunca excedia nas brincadeiras com os colegas. Tanto que essa sua seriedade o levou a divulgar um dos selos musicais mais disputados da época, Continental Discos.
Jairo Maia o elegeu seu operador de programa exclusivo. Desde sua Capixaba, o trouxe também para Gazeta AM. Seus contemporâneos foram Manoel Bidu, Guilherme Amorim (hoje nos Estados Unidos), Grimaldo Martins, Divalter Santos e Luis Wanzeller. Nessa função, além de seguro era também muito criativo e seus improvisos ajudavam os locutores, principalmente Jairo Maia em seu programa famoso.
Mas talento Deus dá a quem sabe. Aos poucos, Zé Henrique foi chamando a atenção da cúpula técnica da Gazeta e um dia Paulo Canno deu-lhe uma chance na manutenção de rádio, sob o comando do Carlinhos Benfica. Foi ficando e com isso o radio perdeu um grande operador.
Hoje, Carlos Benfica é um dos responsáveis direto pela manutenção geral da Rede Gazeta (radio&TV) e tem como braço direito Zé Henrique Pinto. Ele é uma das provas incontestáveis que a experiência o fez tão bom quando qualquer engenheiro feito nos bancos das universidades.
MENSAGEM FINAL
No Brasil o fundo do poço é apenas uma etapa. Luis Fernando Veríssimo
quinta-feira, 16 de junho de 2011
“FINDE” VÁLIDO
Não deve ser pelo fim de ano. Será? Mas a verdade que o fim de semana na Globo foi muito emocionante. Começou no sábado, com um filme do ratinho. Infantil, mas muito bem feito, retratando a época. Depois o show de Roberto Carlos. Quase curado, porque ainda citou o nome da ex-mulher umas duas vezes. O rei de Cachoeiro voltou a cantar a suas boas musicas novamente.
Emociounou com o Portão, Eu te Proponho, além dos duetos – que ele gostava de frisar – com Jorge Bem e Marisa Monte. Eu te Amo Te Amo T amo com ela e ele arrasou, muito legal. Ela é divina. Dispensava o Mc Leozinho, de última, além dos chatos Erasmo e Wanderlea. Mas no cômputo geral foi bom. A audiência do especial num sábado bateu o recorde na Rede Globo.
Ainda sob o efeito do RC, quem ficou na poltrona, sob efeito da preguiça, assistiu ao filme “Missing”, com Tommy Lee Jones, astro que não se vê todo dia. Um filme de índio, como nos velhos tempos, mas coadjuvado por uma Cate Blanchett. Em seguida, o Sergio Groismann apresentou um bom programa com as meninas do Saia Justa no Altas Horas. Não sei porque ele aceita este horário?
No dia seguinte, logo cedo, seria a grande final do Mundial de Clubes. Fora o Galvão, a transmissão foi boa, mostrando todos os detalhes antes e depois do jogo. Vimos o Ronaldinho Gaúcho, talvez ganhando hoje o premio de melhor do mundo, ou não, porque não jogou tudo que sabia perante seus eternos rivais do sul do Brasil. Mas valeu vê-lo, com seus colegas, tristes, perante a alegria nossa.
Até o Faustão estava inusitado com seu Domingão. O se vira nos trinta deste domingo estava interessante, ou será que estamos com o espírito de fim de ano e se reconciliando com as coisas que achamos chatas?
Um dia antes, Ivete Sangalo provou que a sua musica pode ser imortal, fazendo aquela imensa platéia se mexer o tempo todo no Maracanã. Foi emocionante ver uma só pessoa contagiar uma multidão. O que deve sentir um ser humano nessa hora? Pois foi assim, sem querer, o final de semana de programação de uma estação de televisão aberta, que vai lutar para manter essa hegemonia popular e continuar líder, mesmo com a digitalização.
MENSAGEM FINAL
Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar. Thiago de Melo
Não deve ser pelo fim de ano. Será? Mas a verdade que o fim de semana na Globo foi muito emocionante. Começou no sábado, com um filme do ratinho. Infantil, mas muito bem feito, retratando a época. Depois o show de Roberto Carlos. Quase curado, porque ainda citou o nome da ex-mulher umas duas vezes. O rei de Cachoeiro voltou a cantar a suas boas musicas novamente.
Emociounou com o Portão, Eu te Proponho, além dos duetos – que ele gostava de frisar – com Jorge Bem e Marisa Monte. Eu te Amo Te Amo T amo com ela e ele arrasou, muito legal. Ela é divina. Dispensava o Mc Leozinho, de última, além dos chatos Erasmo e Wanderlea. Mas no cômputo geral foi bom. A audiência do especial num sábado bateu o recorde na Rede Globo.
Ainda sob o efeito do RC, quem ficou na poltrona, sob efeito da preguiça, assistiu ao filme “Missing”, com Tommy Lee Jones, astro que não se vê todo dia. Um filme de índio, como nos velhos tempos, mas coadjuvado por uma Cate Blanchett. Em seguida, o Sergio Groismann apresentou um bom programa com as meninas do Saia Justa no Altas Horas. Não sei porque ele aceita este horário?
No dia seguinte, logo cedo, seria a grande final do Mundial de Clubes. Fora o Galvão, a transmissão foi boa, mostrando todos os detalhes antes e depois do jogo. Vimos o Ronaldinho Gaúcho, talvez ganhando hoje o premio de melhor do mundo, ou não, porque não jogou tudo que sabia perante seus eternos rivais do sul do Brasil. Mas valeu vê-lo, com seus colegas, tristes, perante a alegria nossa.
Até o Faustão estava inusitado com seu Domingão. O se vira nos trinta deste domingo estava interessante, ou será que estamos com o espírito de fim de ano e se reconciliando com as coisas que achamos chatas?
Um dia antes, Ivete Sangalo provou que a sua musica pode ser imortal, fazendo aquela imensa platéia se mexer o tempo todo no Maracanã. Foi emocionante ver uma só pessoa contagiar uma multidão. O que deve sentir um ser humano nessa hora? Pois foi assim, sem querer, o final de semana de programação de uma estação de televisão aberta, que vai lutar para manter essa hegemonia popular e continuar líder, mesmo com a digitalização.
MENSAGEM FINAL
Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar. Thiago de Melo
ESTA RINDO DE QUEM?
A edição 27.128 de A Gazeta, publicada na sexta 22/06 estava um tanto leve em relação à dos dias anteriores,cheias de trapalhadas políticas,violências, trocas de acusações e de falsas promessas,além de noticias nada boas, vindas do exterior, como sempre.
Com o título acima na capa, sorrindo, o Gozador da República Renan Calheiros. Foi uma “primeira vista” bem simpática. Lá dentro, em meio ao ápice do caos dos Controladores de Voo (nova ortografia), o presidente da associação deles, disse que “lá tem controlador gago e controlador surdo”. Já imaginaram o gago dialogando com um comandante de origem estrangeira?
A piada que Ancelmo Góis fez da atriz Liza Minelli, sobre o vicio momentâneo da americana em feijoadas em sua visita ao Brasil e que preparasse o banheiro do avião na viagem de volta....E os rodoviário sem sindicato? Seria sorteado um para eles naquela data. Só no Brasil!!! O caso Renan virou comedia. Suplicy, o senador, zangado que não foi consultado a servir a Comissão de ética. E o Renan chamando o seu próprio caso de esquizofrênico. Tudo isso era motivo de risos.
Nos esportes, além da Seleção Brasileira que já é a própria piada, o colunista Renato Mauricio Prado fecha sua coluna com a máxima” nem tudo está perdido no Flamengo, Obina vem aí” É muita alegria numa edição só, né? Ainda no setor de esportes, após o argentino Riquelme ter estraçalhado o Grêmio pela Libertadores, Dunga, o técnico (não o anão) disse que o jogador portenho não mete medo nele. Vamos ver.
E a expressão do rosto do cartunista Ziraldo no caderno 2 é a própria felicidade. A foto da bailarina numa das colunas do jornal ajudou a melhorar o dia. Quando vimos a entrevista do Adelzon Alves, veio á memória seu palavreado de malandro quando fazia seu programa de radio nas madrugadas da Globo Am. Era divertido demais.
Entre os prós e os contras, embora em numero defasado, os prós deram a tônica feliz da edição do nosso maior jornal naquela ocasião, por tudo que descrevemos acima. Não é o caso de termos procurado noticias boa. É que foram mesmo divertidas. Valeu. Talvez eles nem tenham atinado para isso....
MENSAGEM FINAL
É perigoso estar certo quando o governo está errado. Voltaire
A edição 27.128 de A Gazeta, publicada na sexta 22/06 estava um tanto leve em relação à dos dias anteriores,cheias de trapalhadas políticas,violências, trocas de acusações e de falsas promessas,além de noticias nada boas, vindas do exterior, como sempre.Com o título acima na capa, sorrindo, o Gozador da República Renan Calheiros. Foi uma “primeira vista” bem simpática. Lá dentro, em meio ao ápice do caos dos Controladores de Voo (nova ortografia), o presidente da associação deles, disse que “lá tem controlador gago e controlador surdo”. Já imaginaram o gago dialogando com um comandante de origem estrangeira?
A piada que Ancelmo Góis fez da atriz Liza Minelli, sobre o vicio momentâneo da americana em feijoadas em sua visita ao Brasil e que preparasse o banheiro do avião na viagem de volta....E os rodoviário sem sindicato? Seria sorteado um para eles naquela data. Só no Brasil!!! O caso Renan virou comedia. Suplicy, o senador, zangado que não foi consultado a servir a Comissão de ética. E o Renan chamando o seu próprio caso de esquizofrênico. Tudo isso era motivo de risos.
Nos esportes, além da Seleção Brasileira que já é a própria piada, o colunista Renato Mauricio Prado fecha sua coluna com a máxima” nem tudo está perdido no Flamengo, Obina vem aí” É muita alegria numa edição só, né? Ainda no setor de esportes, após o argentino Riquelme ter estraçalhado o Grêmio pela Libertadores, Dunga, o técnico (não o anão) disse que o jogador portenho não mete medo nele. Vamos ver.
E a expressão do rosto do cartunista Ziraldo no caderno 2 é a própria felicidade. A foto da bailarina numa das colunas do jornal ajudou a melhorar o dia. Quando vimos a entrevista do Adelzon Alves, veio á memória seu palavreado de malandro quando fazia seu programa de radio nas madrugadas da Globo Am. Era divertido demais.
Entre os prós e os contras, embora em numero defasado, os prós deram a tônica feliz da edição do nosso maior jornal naquela ocasião, por tudo que descrevemos acima. Não é o caso de termos procurado noticias boa. É que foram mesmo divertidas. Valeu. Talvez eles nem tenham atinado para isso....
MENSAGEM FINAL
É perigoso estar certo quando o governo está errado. Voltaire
DITADURA NO RADIO?
Existe uma pessoa que nos trouxe muitos exemplos profissionais, dentre eles, o de ser duro em situações que exigiam. Plínio Marchini. Com gente assim, aprende-se o que é bom e consegui extrair muitas coisas enquanto passamos uma fase na Gazeta de Cariê. No radio, como em qualquer outro lugar tem sempre as ovelhas negras, ou aqueles pseudos profissionais que contaminam qualquer ambiente, ou com sua fraqueza profissional, fofocas, ou querendo desmerece os colegas mais abastados mentalmente.
Na nossa fase frente á Radio ES, onde implantamos toda a sistemática de programação computadorizada, tivemos de lidar com gente deste tipo maléfico. Um deles, de masculinidade duvidosa, e ai que mora o perigo pela dupla personalidade, foi afastado do ar, pois entre outras coisas nefastas, foi surpreendido falando com os pés em cima da mesa, numa posição de relax e pelo pouco caso que conduzia o suposto programa que fazia. Entrou em ação aí o espírito disciplinador de Plínio Marchini.
E vendo o perigo que o rondava, ou querendo se vingar de algo foi procurar se esconder atrás do falso escudo da imunidade sindical, onde geralmente, vão alguns dos incapazes profissionalmente. Aliás, aquela gestão deturpou a classe dos radialistas. O Sindicato atual luta de todas as formas para apagar a imagem ruim da gestão daquela turma, onde o dito cujo atuava.
Uma vez, ele foi visto fazendo propaganda política para Jose Carlos Gratz dentro da emissora – o que é proibido - pregando seus adesivos nos moveis da mesma. Quando estourou o caso de Gratz, foi o primeiro a se afastar do deputado, mostrando a sua real personalidade. Aliás, gosta de estar no meio de algumas figuras, sob o disfarce de estar fazendo reportagem. Para muitos profissionais do setor, não passa de um personagem piada. Hoje, está emprestado á outro órgão do governo, já que não pode ser mandado embora.
Pois bem, passamos anos lidando com muitos radialistas, ora cuidando, ora ensinando. Aprendemos muito com alguns e mostramos valores a outros. Mas sabemos que não poderíamos passar incólumes por esta vida, vida esta que tem o reconhecimento profissional da classe, ou mesmo de toda imprensa. Aliás, fomos aprender tarde que realmente até Jesus Cristo não foi unanimidade. Teve um Judas na sua vida. Só que Judas era homem.
MENSAGEM FINAL
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre. Oscar Wilde
Existe uma pessoa que nos trouxe muitos exemplos profissionais, dentre eles, o de ser duro em situações que exigiam. Plínio Marchini. Com gente assim, aprende-se o que é bom e consegui extrair muitas coisas enquanto passamos uma fase na Gazeta de Cariê. No radio, como em qualquer outro lugar tem sempre as ovelhas negras, ou aqueles pseudos profissionais que contaminam qualquer ambiente, ou com sua fraqueza profissional, fofocas, ou querendo desmerece os colegas mais abastados mentalmente.
Na nossa fase frente á Radio ES, onde implantamos toda a sistemática de programação computadorizada, tivemos de lidar com gente deste tipo maléfico. Um deles, de masculinidade duvidosa, e ai que mora o perigo pela dupla personalidade, foi afastado do ar, pois entre outras coisas nefastas, foi surpreendido falando com os pés em cima da mesa, numa posição de relax e pelo pouco caso que conduzia o suposto programa que fazia. Entrou em ação aí o espírito disciplinador de Plínio Marchini.
E vendo o perigo que o rondava, ou querendo se vingar de algo foi procurar se esconder atrás do falso escudo da imunidade sindical, onde geralmente, vão alguns dos incapazes profissionalmente. Aliás, aquela gestão deturpou a classe dos radialistas. O Sindicato atual luta de todas as formas para apagar a imagem ruim da gestão daquela turma, onde o dito cujo atuava.
Uma vez, ele foi visto fazendo propaganda política para Jose Carlos Gratz dentro da emissora – o que é proibido - pregando seus adesivos nos moveis da mesma. Quando estourou o caso de Gratz, foi o primeiro a se afastar do deputado, mostrando a sua real personalidade. Aliás, gosta de estar no meio de algumas figuras, sob o disfarce de estar fazendo reportagem. Para muitos profissionais do setor, não passa de um personagem piada. Hoje, está emprestado á outro órgão do governo, já que não pode ser mandado embora.
Pois bem, passamos anos lidando com muitos radialistas, ora cuidando, ora ensinando. Aprendemos muito com alguns e mostramos valores a outros. Mas sabemos que não poderíamos passar incólumes por esta vida, vida esta que tem o reconhecimento profissional da classe, ou mesmo de toda imprensa. Aliás, fomos aprender tarde que realmente até Jesus Cristo não foi unanimidade. Teve um Judas na sua vida. Só que Judas era homem.
MENSAGEM FINAL
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre. Oscar Wilde
ENOJADO E ENJOADO
Numa das crônicas passadas, cobrávamos da imprensa brasileira, principalmente da Rede Globo – a principal responsável pelos destinos do país – que não só denunciasse e mostrasse, mas que acompanhasse, cobrando a atual crise política – política não, cultural – com que nosso Brasil atravessa, com sua população atônita vendo e sentindo.
Segunda consta, depois de noventa dias do primeiro escândalo, nada foi resolvido, ninguém foi incriminado, ou melhor, preso ou cassado. Então, a Globo resolveu ‘cobrar’ e está com seus canhões voltados para o desfecho dessas CPI’s, também cobrando uma decisão do Lula e seja ela qual for, punir ou ser punido.
O governo pediu a rede para castigar o comentarista Arnaldo Jabour e a Globo, ao contrário, deixou-o analisar mais contundentemente. Numa de suas ultimas falas, ele chegou a pedir que Lula seja homem e resolva de vez a situação. E toda imprensa deveria fazer o mesmo e vamos dizer o porque.
Por culpa da própria imprensa que investiga, capta provas e mostra, como Veja, Isto é, e a própria Tv Globo, a população brasileira já viu que existem gravíssimas faltas cometidas pelo atual governo. Sente também, através das reportagens, que está havendo uma “força oculta” para querer sempre obstruir o bom andamento das coisas, a saber: Impedir de mostrar provas contra o partido do governo, evitar que membros do governo venham depor, manipulação de provas, atrasos propositais, etc. Nós estamos vendo tudo isso. Estamos vendo ou não??!!
E o mais grave está por vir. Se estamos vendo, depois de uma análise rápida, como devemos encarar essa classe política daqui para frente? Agüentar outra campanha e ir lá votar tranqüilamente “cumprir com nosso dever de cidadão”? E o nosso dever atualmente? É fazer o que? Ver passivamente tudo isso?
Já cansamos, ficamos enojados e enjoados de ver que todos os dias tem uma denúncia aqui e acolá, que muitos são argüidos nas CPI’S e que essas não estão servindo para nada, que a Justiça dá mal exemplo fornecendo Hábeas Corpus preventivo para o acusado “não responder certas perguntas”, ridículo isto tudo.
E, se caso nada for esclarecido, se nada acontecer, terminar em “pizza”, essa expressão usada para casos que não chegam a lugar nenhum, como é que fica o cidadão que têm um mínimo de inteligência, pois existem os que não tem nenhuma. Descobrimos a solução!! Vamos todos nós usar definitivamente aquela bolinha colorida que se coloca sobre o nariz e ir votar nas próximas eleições. Finalizando, quem dera se o Brasil fosse uma nação esclarecida e o voto não fosse obrigatório. O que você faria no dia da eleição?
MENSAGEM FINAL
Não ter amigos no governo é regra fundamental para conseguir êxito. Abraham Lincoln
Numa das crônicas passadas, cobrávamos da imprensa brasileira, principalmente da Rede Globo – a principal responsável pelos destinos do país – que não só denunciasse e mostrasse, mas que acompanhasse, cobrando a atual crise política – política não, cultural – com que nosso Brasil atravessa, com sua população atônita vendo e sentindo.
Segunda consta, depois de noventa dias do primeiro escândalo, nada foi resolvido, ninguém foi incriminado, ou melhor, preso ou cassado. Então, a Globo resolveu ‘cobrar’ e está com seus canhões voltados para o desfecho dessas CPI’s, também cobrando uma decisão do Lula e seja ela qual for, punir ou ser punido.
O governo pediu a rede para castigar o comentarista Arnaldo Jabour e a Globo, ao contrário, deixou-o analisar mais contundentemente. Numa de suas ultimas falas, ele chegou a pedir que Lula seja homem e resolva de vez a situação. E toda imprensa deveria fazer o mesmo e vamos dizer o porque.
Por culpa da própria imprensa que investiga, capta provas e mostra, como Veja, Isto é, e a própria Tv Globo, a população brasileira já viu que existem gravíssimas faltas cometidas pelo atual governo. Sente também, através das reportagens, que está havendo uma “força oculta” para querer sempre obstruir o bom andamento das coisas, a saber: Impedir de mostrar provas contra o partido do governo, evitar que membros do governo venham depor, manipulação de provas, atrasos propositais, etc. Nós estamos vendo tudo isso. Estamos vendo ou não??!!
E o mais grave está por vir. Se estamos vendo, depois de uma análise rápida, como devemos encarar essa classe política daqui para frente? Agüentar outra campanha e ir lá votar tranqüilamente “cumprir com nosso dever de cidadão”? E o nosso dever atualmente? É fazer o que? Ver passivamente tudo isso?
Já cansamos, ficamos enojados e enjoados de ver que todos os dias tem uma denúncia aqui e acolá, que muitos são argüidos nas CPI’S e que essas não estão servindo para nada, que a Justiça dá mal exemplo fornecendo Hábeas Corpus preventivo para o acusado “não responder certas perguntas”, ridículo isto tudo.
E, se caso nada for esclarecido, se nada acontecer, terminar em “pizza”, essa expressão usada para casos que não chegam a lugar nenhum, como é que fica o cidadão que têm um mínimo de inteligência, pois existem os que não tem nenhuma. Descobrimos a solução!! Vamos todos nós usar definitivamente aquela bolinha colorida que se coloca sobre o nariz e ir votar nas próximas eleições. Finalizando, quem dera se o Brasil fosse uma nação esclarecida e o voto não fosse obrigatório. O que você faria no dia da eleição?
MENSAGEM FINAL
Não ter amigos no governo é regra fundamental para conseguir êxito. Abraham Lincoln
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