ULTIMO IBOPE RADIOS
A maneira do Ibope classificar sua pesquisa precisa ser aprimorado. A última pesquisa de radio em Vitória aponta isso. Veio uma classificação, de cima para baixo, de todas as emissoras que pagaram. Aliás, o erro começa por ai.
Acho que já é necessário haver uma classificação segmentada no caso. Pois vejam bem: A liderança é de uma radio altamente, expressamente popular, a Tropical. Em segundo, embora como uma diferença de pontos, está uma radio estritamente evangélica. São públicos distintos, deferentes, com mercados e hábitos opostos.
Depois, colada, está uma emissora bem segmentada em musica sertaneja, só rodando musica sertaneja para em seguida vir outra popular, a Litoral, que antes “brigava” com a Tropical e tenho a impressão que “entregou os pontos”.
A próxima da lista do Ibope é outra evangélica, que4 sobre bem na audiência, mas que a gente não sabe se é para pegar a suas concorrente Novo Tempo (segunda), ou briga a “secular” não assinantes, que vem logo abaixo.
A propósito, essa “não assinantes FM” são aquelas que não pagaram. Estaria a Líder FM aí? Lá pe4las tantas da tabela do Ibope vem a Jovem Pan Vitória. Essa está muito bem na audiência. Fica entre as “não assinantes” e “outras FM”.
Sem falar da Mix, que é uma radio, vamos assim dizer, correndo por fora, aí que vem o mais interessante do Ibope: As emissoras com ouvintes mais categorizados e com poder de compra e decisão, as FM”s Antena1, Tribuna, CBN e Universitária. Elas estão lá embaixo na pesquisa, mesmo pagando.
Segundo o Ibope, foram somados 188.120,27 (não sei se pontos ou pessoas pesquisadas) incluindo aí todas as rádios (AM e FM). As FM’s somaram 160.664,34 desse total. Para ver como as AM’s caíram, principalmente com a saída de Jairo Maia da Gazeta.
A que lidera a pesquisa somou 26,014,20, muito pouco. E a ultima, Universitária, somou 1.645,30. Nem se fala então. Está na cara que o radio capixaba não mudou nada, continua o mesmo. Agravando o quadro, as agencias continuam aplicando na abundancia das mais ouvidas e não na qualidade de ouvinte das emissoras que estão lá embaixo. Peguem a pesquisa e analisem!
MENSAGEM FINAL
O legislador de uma república deve dar a todo cidadão o direito de acusar qualquer outro e, uma vez instituído esse direito, punir severamente os caluniadores. Nicolau Maquiavel
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Assumiu o novo Secretario de Comunicação do Estado. Seja bem-vindo antes de tudo. Ele parece ponderado e preparado, embora venha da iniciativa provada, que tem outro foco, mas já lidou muito com essa imprensa. Por isso deve saber como atuará.
Quando ele afirma que vai trabalhar em conjunto com outras secretarias do governo para divulgar os “eixos estratégicos da gestão” que ele consiga realizar seu intento e que, mais ainda, saiba onde divulgar esses resultados.
Os tempos mudaram e acho que todos os homens sensatos, á frente de qualquer setor, seja ele publico, privado ou não governamental, tem de entender que existe um veículo poderoso, livre e á mão, que é a Internet. Que nela os maiores levantes políticos e populares dos últimos tempos se formaram, que nela homens e governantes caíram ou se postaram no poder.
Esperamos que a ilusão de um veiculo só não tome conta das ações de divulgação, e que também haja uma analise justa de que o quê pode ser útil, no lugar de bajulações recíprocas, tão rotineiras e desgastadas que sempre foram explícitas nos governos anteriores.
Veículos existem, a Internet está aí também. Existem redes que cobrem todo Estado e até fora dele, Existem os veículos tradicionais de confiança e existem os políticos e as cobranças.
Mas pela postura de profissional e pela aparência fria, achamos que teremos á frente da comunicação social do governo alguém que poderá mudar muitos conceitos e com firmeza, consolidar o novo governo em suas ações bem divulgadas.
Bem-vindo mais uma vez.
MENSAGEM FINAL
Acredito que nenhum homem ou mulher sensatos creia que a imprensa seja ou deva ser cerceada ou ameaçada. ( ... ) A democracia representativa jamais tolerará a supressão de notícias verdadeiras por determinação do governo. Franklin Delano Roosevelt
O QUE FICOU
Passados os efeitos do Rock In Rio, ficamos a imaginar como um único homem, que não é político, não almeja na publico, consegue construir aquilo tudo La sem ajuda do governo, realiza um evento para quase 1 milhão de pessoas, traz atrações internacionais caríssimas, assume o sucesso. Valeu á pena, Roberto Medina.
Quando a gente via o festival pela TV – que teve uma boa cobertura, salva aquelas duas entrevistadoras – notava as organização do evento pelas luzes. O setor de emergência médica era uma imensa cruz da saúde piscando. Os pavilhões com as devidas bandeiras tremulando com o rock tocando freneticamente, o povo se deliciando.
Além do mais, esse homem injetou quase 1 bilhão no turismo do Rio em duas semana. Os hotéis cheios, a cidade em ritmo de festa. Teve falhas? Tiveram pequenas, que poderão ser aparadas para o próximo Rock In Rio em 2013. Já começou a ser planejado.
Agora o governo, que está aí penando com sua arraigada incompetência tentando melhorar aeroportos fazendo puxadinhos, tentando reerguer as duras penas os velhos estádios fica o exemplo.
Mas é uma vergonha tudo isso perante a realização desse evento. Chamem-no para organizar as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Deixem com ele. Esse boato de suspender a Copa do Mundo aqui é verdadeiro. Apesar do Brasil ter virado gente grande perante o mundo, ainda temos nossas misérias.
MENSAGEM FINAL
Após negar os direitos do corpo, o homem vive hoje negando os direitos da mente e do coração. Mansour Chalita
Passados os efeitos do Rock In Rio, ficamos a imaginar como um único homem, que não é político, não almeja na publico, consegue construir aquilo tudo La sem ajuda do governo, realiza um evento para quase 1 milhão de pessoas, traz atrações internacionais caríssimas, assume o sucesso. Valeu á pena, Roberto Medina.
Quando a gente via o festival pela TV – que teve uma boa cobertura, salva aquelas duas entrevistadoras – notava as organização do evento pelas luzes. O setor de emergência médica era uma imensa cruz da saúde piscando. Os pavilhões com as devidas bandeiras tremulando com o rock tocando freneticamente, o povo se deliciando.
Além do mais, esse homem injetou quase 1 bilhão no turismo do Rio em duas semana. Os hotéis cheios, a cidade em ritmo de festa. Teve falhas? Tiveram pequenas, que poderão ser aparadas para o próximo Rock In Rio em 2013. Já começou a ser planejado.
Agora o governo, que está aí penando com sua arraigada incompetência tentando melhorar aeroportos fazendo puxadinhos, tentando reerguer as duras penas os velhos estádios fica o exemplo.
Mas é uma vergonha tudo isso perante a realização desse evento. Chamem-no para organizar as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Deixem com ele. Esse boato de suspender a Copa do Mundo aqui é verdadeiro. Apesar do Brasil ter virado gente grande perante o mundo, ainda temos nossas misérias.
MENSAGEM FINAL
Após negar os direitos do corpo, o homem vive hoje negando os direitos da mente e do coração. Mansour Chalita
JUDICIALIZAÇÃO
O meu professor da Ufes, Stélio Dias, me lembrava outro dia o que o grande político, talvez o maior de todos da atualidade, Mario Covas disse sobre o que ele achava de mais importante quando foi promulgada a Nova Constituição Brasileira nos anos 80.
Ele disse, .”a liberdade de expressão!” Pois é daí que partimos. Já pensou você não ter voz, não ouvir? Você já viu uma pessoa perder a memória? Pois assim seria um povo que fosse cerceado de expressão. “ E o povo fala através da imprensa!” Já dizia Rui Barbosa nos idos anos nacionais.
Lí uma matéria que tinha o título “Judicialização da pauta Jornalística”, escrita pelo professor paulista Santamaria Nogueira Silveira onde diz que “o país consolidava sua estabilidade política e econômica, levando os conflitos de toda ordem a serem decididos dentro dos tribunais”. E uma das rusgas mais profundas foi o caso dos diplomas dos jornalistas. Se é necessário ou não para exercer a profissão. A Fenaj entrou em rota de colisão com o judiciário.
Na realidade a diferença entre as duas classes está nos livros desde primórdios das faculdades. Uma diferença grande da maneira de estudar, de colocar as coisas na cabeça. O Direto, com livros extensos e pesados, cheios de leis e suas ramificações. Já o jornalista com a maneira moderna de aprender, sendo mesmo até na pratica diária.
Cada lado com sua maneira de poder e nisso, dizem que são vizinhos, já que alegam ser a imprensa o quarto poder. Seria isso mesmo? Se um se acha no direito de informar, o outro se encontra no direito de punir. São conceitos arraigados que não coadunam no mundo de hoje da Internet principalmente, onde os conceitos, os pensamentos e as aplicações do bom senso mudaram tudo.
Nem tanto ao mar, nem tanto á terra. Que exerçam suas funções com o equilíbrio que exige o direito, e a liberdade responsável de imprensa que os jornalistas têm de exercer.
MENSAGEM FINAL
O que está certo ainda supera o que é direito. Menandro
O meu professor da Ufes, Stélio Dias, me lembrava outro dia o que o grande político, talvez o maior de todos da atualidade, Mario Covas disse sobre o que ele achava de mais importante quando foi promulgada a Nova Constituição Brasileira nos anos 80.
Ele disse, .”a liberdade de expressão!” Pois é daí que partimos. Já pensou você não ter voz, não ouvir? Você já viu uma pessoa perder a memória? Pois assim seria um povo que fosse cerceado de expressão. “ E o povo fala através da imprensa!” Já dizia Rui Barbosa nos idos anos nacionais.
Lí uma matéria que tinha o título “Judicialização da pauta Jornalística”, escrita pelo professor paulista Santamaria Nogueira Silveira onde diz que “o país consolidava sua estabilidade política e econômica, levando os conflitos de toda ordem a serem decididos dentro dos tribunais”. E uma das rusgas mais profundas foi o caso dos diplomas dos jornalistas. Se é necessário ou não para exercer a profissão. A Fenaj entrou em rota de colisão com o judiciário.
Na realidade a diferença entre as duas classes está nos livros desde primórdios das faculdades. Uma diferença grande da maneira de estudar, de colocar as coisas na cabeça. O Direto, com livros extensos e pesados, cheios de leis e suas ramificações. Já o jornalista com a maneira moderna de aprender, sendo mesmo até na pratica diária.
Cada lado com sua maneira de poder e nisso, dizem que são vizinhos, já que alegam ser a imprensa o quarto poder. Seria isso mesmo? Se um se acha no direito de informar, o outro se encontra no direito de punir. São conceitos arraigados que não coadunam no mundo de hoje da Internet principalmente, onde os conceitos, os pensamentos e as aplicações do bom senso mudaram tudo.
Nem tanto ao mar, nem tanto á terra. Que exerçam suas funções com o equilíbrio que exige o direito, e a liberdade responsável de imprensa que os jornalistas têm de exercer.
MENSAGEM FINAL
O que está certo ainda supera o que é direito. Menandro
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