quarta-feira, 4 de maio de 2016

CORRENDO NA INTERNET

Falam que se Temer tomar posse ele poderá extinguir o Ministerio das Comunicações e suas atribuições transferidas para a Secretaria de Comunicação Social, ligada a presidência. Ele alega que hoje o MiniCom s´trata de concessões, e por isso está sem função extensiva. Outra coisa que falam é que a verba publicitária do governo federral sairia da Secretaria de Comunicação e passaria para a Casa Civel. Se isso acontecer, Temer estará fazendo uma revolução no setor de comunicação do governo, não sei para bom ou para ruim

Por outro lado circula noticia que  a Anatel faturou, de janeiro á março deste ano 3 bilhões com fundos setoriais. Só em março, quando vence a taxa anual sobre as estações habilitadas, o montante foi de 2,5 bilhões. Em janeiro, a arrecadação do fistel foi de 150 milhões. Desde criação do fundo, em 97, a arrecadação chega a 71 bilhões. A Anatel é fonte de dinheiro do então futuro ex-extinto MiniCom. Engraçado isso!

Enquanto isso, neste período, o MiniCom realizou concessões de rádios, no plano deste governo popular, a saber:  Dois planos somente para radio comunitárias (esquemão deste governo de ofertar radio ao povão, um perigo), No primeiro, comunitárias tradicionais, somando 123 municípios de todos os estados.  O segundo, de 14 editais, atingirão 1.264 municipios.
Por essa ou por outras razões que o possível novo governo quer mudanças na política de concessões, o que está certo.

MENSAGEM FINAL

Correr não adianta. É preciso partir a tempo. Jean de La Fontaine
FM&CELULAR

Este é uma daquelas matérias que a gente lê a faz questão de republica-la neste espaço. É uma opinião da publicitária Ana Maria, que escreve na revista radioenegocios.com.
“Smartphones com chip de rádio FM integrado oferecem possibilidade de acesso gratuito à informação, sem consumo de banda larga e baixa utilização da bateria”
Recentemente correu notícia de que operadoras de internet fixa passariam a adotar o sistema de franquia de dados também para os serviços de internet banda larga provocou uma série de críticas entre os consumidores brasileiros. Caso entre em vigor da maneira como foi anunciada, a medida colocará limite de download em planos de internet fixa – muito usada em residências e empresas –, chegando à suspensão do serviço quando o usuário atingir determinada quantidade de arquivos e dados baixados.
Enquanto a briga entre operadoras, usuários, órgãos reguladores e entidades de defesa do consumidor não chega a um entendimento final, a polêmica recria alternativas aos hábitos do brasileiro no uso da internet. Para o presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp), Alexandre Barros, este é um momento importante para se relembrar a necessidade de que os fabricantes de celulares disponibilizem os aparelhos com chip de rádio FM já integrado e desbloqueado. Com este recurso, o usuário não tem necessidade de banda larga, não há grande consumo de bateria e nem problema de perda de sinal.
“Em pesquisa divulgada este mês pela Abert, vimos que os fabricantes têm diminuído a produção de aparelhos com recepção de sinal FM. Isto é bastante preocupante, principalmente se levarmos em consideração o impacto dos smartphones para o consumo da informação e até mesmo a própria função social que o rádio ainda desempenha”, explica Barros, lembrando sobre a responsabilidade do meio na disseminação de informações em situações de emergência e desastres naturais que inviabilizam internet e energia elétrica. Aos radiodifusores, ainda complementa de forma incisiva: “Está severamente equivocado o radiodifusor que acredita que o futuro do rádio está só na internet. A internet é um importante meio complementar. Mas o futuro do rádio está principalmente no dial, no sinal livre, universal e gratuito. Se não lutarmos por isso, amanhã seremos apenas mais um serviço condicionado e regulado pelas Teles.”
 A pesquisa a que se refere o presidente é o estudo realizado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), que aponta redução de 11% no número de aparelhos à venda no mercado com chip FM de rádio. No final de 2014, 89% dos celulares vinham com essa funcionalidade; hoje são78%. “O argumento que muitas operadoras utilizam é de que não há mais demanda pelo FM nos celulares. Percepção equivocada. O avanço tecnológico e a convergência estão mudando o modo como os brasileiros consomem as mídias; os conteúdos radiofônicos continuam a ser consumidos, mas agora também de outras maneiras”, afirma.


MENSAGEM FINAL
O homem que confia em outros homens cometerá menores erros do que os que os desconfiam deles. Cavour