O CASO DAS VACINAS
Vamos falar
de um problema que ocorre na saúde, mas que tem a ver com a imprensa também,
aliás, com a imprensa investigativa quase não usada mais no Brasil.
Com o surto
da gripe H1N1, que esta virando calamidade, o governo cuidou de vacinar a
população brasileira, a população de risco, a população em si que pagasse a
particulares para tomar a vacina. Mas nem se pagasse encontrou-se a bendita
vacina.
A imprensa,
da qual faço parte, como sempre, divulgou o esquema do governo nessa vacinação.
Alias é nessa época que se vacina esse grupo de risco para qualquer gripe,
todos os anos. Este ano apareceu a tal da H1N1 e tudo foi bagunçado.
Com o
alarde das autoridades a imprensa replicou e alastrou a informação. Então o
grupo de risco correu aos postos de vacinação, ele e alguns mais, entre eles,
parentes dos agentes sanitários e toda família. Consequência: A vacina, que já
era pouca, não deu para cobrir o grupo de risco, quanto mais a população.
Faltava completar o grupo de risco. Compraram 150 mil vacinas. E ainda tem
gente que não vacinada
A imprensa acompanhou
tudo, inclusive a denuncia sobre os desvios das vacinas, que ficou por isso
mesmo, sem apuração nenhuma. Pior, o governo, estadual e municipal, disse que
130% do grupo de risco foi vacinado. Não é verdade.
A imprensa
não apurou nada direito e ficou por isso mesmo. O que ela continua noticiando é
que a H1N1 vai aumentando suas vitimas e braseiro morrendo todo dia em
consequência da doença.
Pergunto:
Isso vai ficar assim? O governo federal, principalmente este, não vai fazer
nada? Eu como imprensa, me recuso a dar estatísticas do governo. Não sei se são
confiáveis.
MENSAGEM FINAL
Ensinar é mostrar que é possível. Aprender é tornar possível para sí
mesmo. Enrico Oliveira