sexta-feira, 24 de junho de 2016

O CASO DAS VACINAS

Vamos falar de um problema que ocorre na saúde, mas que tem a ver com a imprensa também, aliás, com a imprensa investigativa quase não usada mais no Brasil.

Com o surto da gripe H1N1, que esta virando calamidade, o governo cuidou de vacinar a população brasileira, a população de risco, a população em si que pagasse a particulares para tomar a vacina. Mas nem se pagasse encontrou-se a bendita vacina.

A imprensa, da qual faço parte, como sempre, divulgou o esquema do governo nessa vacinação. Alias é nessa época que se vacina esse grupo de risco para qualquer gripe, todos os anos. Este ano apareceu a tal da H1N1 e tudo foi bagunçado.

Com o alarde das autoridades a imprensa replicou e alastrou a informação. Então o grupo de risco correu aos postos de vacinação, ele e alguns mais, entre eles, parentes dos agentes sanitários e toda família. Consequência: A vacina, que já era pouca, não deu para cobrir o grupo de risco, quanto mais a população. Faltava completar o grupo de risco. Compraram 150 mil vacinas. E ainda tem gente que não vacinada

A imprensa acompanhou tudo, inclusive a denuncia sobre os desvios das vacinas, que ficou por isso mesmo, sem apuração nenhuma. Pior, o governo, estadual e municipal, disse que 130% do grupo de risco foi vacinado. Não é verdade.

A imprensa não apurou nada direito e ficou por isso mesmo. O que ela continua noticiando é que a H1N1 vai aumentando suas vitimas e braseiro morrendo todo dia em consequência da doença.

Pergunto: Isso vai ficar assim? O governo federal, principalmente este, não vai fazer nada? Eu como imprensa, me recuso a dar estatísticas do governo. Não sei se são confiáveis.


MENSAGEM FINAL


Ensinar é mostrar que é possível. Aprender é tornar possível para sí mesmo. Enrico Oliveira