OUTRA DIREÇÃO
Este ano de 2011 o Congresso Brasileiro estará debatendo propostas para regulamentar as pesquisas eleitorais. Viram que passou dos limites a veiculação dessas pesquisas, sendo que em determinadas ocasiões eram quase que diárias.
Ganha força, portanto, no novo congresso, essas propostas de restrições, disciplinamento e até mesmo proibição de divulgação de pesquisas eleitorais, sob o pretexto de que tais levantamentos, nem sempre confiáveis, acabam influenciando o eleitorado. Há uma alegação de que este importante instrumento de aferição da vontade popular está sendo vulgarizado
Aqueles que têm algumas restrições a tais pesquisas alegam que se a divulgação das intenções dos eleitores influenciasse tanto quanto alegam, não haveria as viradas que seguidamente ocorrem. Pelo contrário, um dos fatores de descrédito das sondagens é exatamente o fato de, inúmeras vezes, apontarem um resultado e serem contrariadas pelas urnas.
Mas muitos fatores poderão se incorporar a essa discussão. Uma delas é o fato dos partidos e candidatos continuarem continuariam levantamentos aos institutos e fariam deles o uso que bem entendessem. Um dos pontos a se considerar a uma determinada pesquisa é o fator “momento”
O ser humano pode mudar de posicionamento através de seu livre-arbítrio, talvez por isso, que existe, resultados diferentes de pesquisas, inclusive feitas por um mesmo instituto para um mesmo tema. Seria de bom alvitre realmente revisar as regras das pesquisas eleitorais.
O que importa na realidade é que o cidadão receba o resultado de uma pesquisa verdadeira, responsável e com abrangência de transparência, pois afinal a informação sem direcionamento especifico é um direito democrático do cidadão.
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MENSAGEM FINAL
Quando os maus estão no poder, o crime aumenta; mas as pessoas honestas viverão o suficiente para ver a queda dos maus. Rei Salomão

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