domingo, 4 de setembro de 2011

HUGUINHO

Tem pessoas que passam e marcam. Huguinho Borges foi um desses. E pode-se dizer que foi amigo, já que descobri, embora tarde, que amigo não é aquele que está sempre com a gente. É o que aparece de vez em quando, sempre com uma boa imagem, boas palavras.

Além do mais, Huguinho (e também Jairo Maia) foram os que me deram uma chance de mostrar valor país á fora, quando defendemos teses de radio em congressos da Abert em vários Estados. Hugo pai comprou a Radio Capixaba e deu para Huguinho administrar.

Depois, sempre na política que trazia nas veias, Huguinhos permitiu que coordenássemos sua campanha a prefeito, fazendo a parte de rádio e alguma coisa para a TV. Depois, juntamente com Rose de Freitas, fomos companheiros de algumas viagens, todos com as famílias, como para Belo Horizonte, Rio, Brasília, etc.

Huguinho era daqueles que não se vê mais hoje em dia. Era amigo mesmo. Talvez tivesse poucos, mas quem era seu amigo era mesmo, de verdade e vice-versa. Costumo enfatizar, embora pareça antipático, que tenho poucos amigos, pois amigos são aquelas pessoas que não sentimos estar perto, porque nos deixam muito, mas muito á vontade.

Alias, estou escrevendo esta crônica fora dos meus padrões de reconhecimento, Pois sempre homenageie as pessoas em vida, já que depois não vale mais, ela não esta vendo, não esta sentindo. Mas por Huguinho tive de fazer assim, pois não avisou que ia, foi rápido no gatilho. Valeu por tudo Huguinho. Descanse em paz.


MENSAGEM FINAL
Me faço explicar pelo que penso, me faço conduzir pelo que sinto. Anônimo

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