Focando um pouco as coisas da terra, hoje queremos expressar nosso sentimento de admiração a uma pessoa simples, mas de competência profissional incomparável, Jose Henrique Pinto. Hoje desempenha importante função na manutenção da Rede Gazeta, sendo muito estimado pelos colegas. Zé Henrique apareceu nos tempos da Radio Vitória, de Oswaldo Amorim. Passou pela Capixaba de Jairo Maia.
Foi lá que presenciamos a primeira grande intervenção dele como gente que entendia de transmissão, operação e outras 'manhas' do radio. O link com transmissor pifou e ele, sem a presença do técnico, reativou tudo pela linha de telefone. Apesar de novo, Zé Henrique nunca excedia nas brincadeiras com os colegas. Tanto que essa sua seriedade o levou a divulgar um dos selos musicais mais disputados da época, Continental Discos.
Jairo Maia o elegeu seu operador de programa exclusivo. Desde sua Capixaba, o trouxe também para Gazeta AM. Seus contemporâneos foram Manoel Bidu, Guilherme Amorim (hoje nos Estados Unidos), Grimaldo Martins, Divalter Santos e Luis Wanzeller. Nessa função, além de seguro era também muito criativo e seus improvisos ajudavam os locutores, principalmente Jairo Maia em seu programa famoso.
Mas talento Deus dá a quem sabe. Aos poucos, Zé Henrique foi chamando a atenção da cúpula técnica da Gazeta e um dia Paulo Canno deu-lhe uma chance na manutenção de rádio, sob o comando do Carlinhos Benfica. Foi ficando e com isso o radio perdeu um grande operador.
Hoje, Carlos Benfica é um dos responsáveis direto pela manutenção geral da Rede Gazeta (radio&TV) e tem como braço direito Zé Henrique Pinto. Ele é uma das provas incontestáveis que a experiência o fez tão bom quando qualquer engenheiro feito nos bancos das universidades.
MENSAGEM FINAL
No Brasil o fundo do poço é apenas uma etapa. Luis Fernando Veríssimo

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