quinta-feira, 23 de junho de 2011

CAPRICHO BOBO

Deve ser inerente ao ser humano quando assume algum posto ou cargo, ter de mudar algumas coisas. Deve ser para afirmar que ele, o novo dirigente está ali agora. Pro exemplo, a prefeitura local mudou seu logotipo, a sua marca. Todos mudam. Mas lá, como em Nova Iorque, por exemplo, é a mesma marca há duzentos anos sai dirigente, entra dirigente. Vamos arriscar: O povo nem está aí para isso. Aliás, quando ele começa a gravar a marca, ela é mudada, chegou um novo prefeito. E assim vai.

É em todo lugar, em qualquer segmento. No rádio é assim também. Chegam querendo mudar alguma coisa, que ás vezes está ali com seu público ha tempos. Ou por incompetência ou por falta de visão, e até mesmo de coragem, deixam gravações, vinhetas, chamadas, que na realidade é uma marca. Pouquíssimos no meio sabem disso. A radio tem de ter a sua marca e ela feita de pequenos detalhes como trilhas bem cuidadas, que falam ao ouvinte, textos de aberturas e chamadas que fazem a diferença.

Querem uma prova? A Globo marcou com suas vinhetas bem cuidadas e com suas trilhas, como Globo Repórter, Jornal Nacional. O SBT, apesar de tentar uma boa visualização, nunca se preocupou com suas trilhas, tanto que não tem nada marcado na mente dos telespectadores. Se bem que alguns canais á cabo já utilizam deste artifício. Tem canais que estão marcando pela sua plástica bem cuidada.

Já que é assim e voltando ao assunto da logomarca da prefeitura – o Governo do Estado a mesma coisa – deveria ter uma lei para que o povo escolhesse a logomarca de seus governos e que nunca fossem trocadas. Talvez assim o povo tivesse, em meio a tantos desmandos, um pouquinho de identidade e com isso, sentisse um pouco de amor próprio. Do jeito que é, só pensamos desta maneira: Ué! Já mudaram a marca de novo!!!!

MENSAGEM FINAL
A cada dia, mais e mais pessoas estão se afastando da igreja e se voltando para Deus. Lenny Bruce

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