SEM VONTADE DE ESCREVER
Esta, talvez, seja da série “sem nada para escrever” que Joelson Fernandes, meu amigo, gosta tanto de ler. Mas realmente estou meio cansado da mídia para poder ter uma idéia sobre e traçar em letras agora.
Os temas estão evasivos. Nada acontece de novo. É o sentimento quase de todos. Nada de novo no front, como dizia Normas Milller. A TV digital esta ai, chatíssima com seus “setbox” indefinidos, com o Ministro falando besteira. O radio será a próxima vitima das indefinições.
Resta a Internet. Mas foram mexer com o negocio que mais funciona, que mais toma tempo dos outros, O tal do Orkut. Mexeram tanto com ele que outro dia saiu do ar por 12 horas. Inconcebível a um site da Google. Coisa de brasileiro. Brasileiro quando não faz bonito, faz feio demais. Não existe meio termo.
Falar de TV. Falar o que? Da novela das nove? Com Claudia Raia interpretando mal á beça? Do Zé Bob? Ainda mais com esse nome, uma afronta! Dos noticiários sem nexo?
Das manobras políticas? Dos movimentos dos jogadores em seus times? Pensa bem.
O que resta na realidade, quando nada acontece, é ir á locadora e pegar um filme do Morgan Freeman, ou do Al Pacino, sempre nervoso. Até os filmes estão em baixa. Viram o que fez recentemente o Stallone? Rambo!!! Que coisa sofrida.
Por essas e por outras, sem nada a comentar, sem nada a escrever, ficamos devendo esta crônica para vocês, Desculpem pela falta de assunto.
MENSAGEM FINAL
Um juiz deve colocar a sua atuação a serviço da cidadania, pretendendo construir uma sociedade que dignifique a pessoa, estimule a solidariedade, diminua as diferenças regionais, que colabore na erradicação da miséria, da pobreza e do analfabetismo. Urbano Ruiz

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