domingo, 19 de junho de 2011

BANALIDADES

Lembro do tempo que as musicas rimavam perfume com queixume. Queixume seria uma lamuria. A vida era mais fácil. Não tinham descoberto ainda a violência banal. Naquela época as mulheres não andavam de sandálias de dedo pelas ruas. Só em casa. Banalidade? E esse tempo não está muito tempo lá atrás. Nós é que estamos passando depressa demais. E é nessa pressa que mora o perigo.

Hoje não se pode perder mais tempo. E tudo banaliza um pouco, principalmente as artes, como a musica, cinema, teatro. Há quanto tempo não temos noticia de uma peça famosa na Broadway? E cita uma musica realmente bonita feita ultimamente? O que seus olhos realmente vêm. O que seu subconsciente grava? A violência! O que mostra a Tv com suas novelas – já reparou que todas têm um personagem que só faz o mal? – em seus telejornais.

E hoje quando se ouve uma musica bonita, os mais novos a intitulam de “baba”, ou seja, romântica. Já não se faz musica como antigamente. Até nos esportes. O seu time joga como antes ou piorou o estilo de jogo? Pode ser até campeão, mas é um campeão chulo. A intensidade com que se estuda atualmente é baixa, medíocre. Até nos estudos a coisa virou banal.

Só as mulheres que melhoraram. Em tudo. Mesmo na banalidade. Estão hoje mais bonitas, mais inteligentes. Um pouco retraídas no sexo. Ainda. Mas no cômputo geral, evoluíram. O mesmo não dizer dos homens. Você ouve programas de radio com o carisma de Jairo Maia? Onde? Não tem.
Pois é. Uma vez dissertamos aqui que tudo não passa de conceito.

As coisas ruins de hoje, que viraram banais, são normais aos olhos de uma nova geração. É um novo conceito em que nós estamos fora. Mas temos que entendê-lo. Ás vezes, a influência fica invertida. Dos mais jovens influenciarem os mais velhos com suas atitudes e conceitos. Há uma mudança no estado de coisa. Que pensamos serem banais. Precisamos ficar atentos a tudo.


MENSAGEM FINAL
A crueldade continuará existindo sobre a face da Terra, enquanto não tenhamos aprendido a nos colocar no lugar dos outros. Samael Aum Weor

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