sábado, 3 de setembro de 2011

SEM DIPLOMA

Fico imaginando aqui o que esta pensanso aquele jornalista que se esforçou para entrar na faculdade e se formou. Que esteja trabalhando ou não. Talvez deva estar amuado, decepcionado com tudo isso.

Fala-se em diversos cantos que a classe e as federações devem ir a Brasilia tentar reverter a situação. Sem diploma um dos perigos citados pode se tornar mais real, o de escrever em defesa propria.

Tem jornalista que palpita em caso proprio, desde que tenha onde publicar. Sem o diploma fica mais facil isto acontecer, porque ele estará com uma responsabilidade a menos.

Sobre as empresas de contratarem profissionais para seus quadros especificos de comunicação, vai ser igual o caso de relações-públicas, que sumiu do mercado e dos quadros das empresas. Vai ficar bom para as empresas terem ou não quem fale por elas, quem as faça aparecer. Colocarão qualquer um lá, desde que tenha o dom

Essa é a palavra do caso: DOM. Parecem que com essa decisão, acham que para ser jornalista basta ter o dom de escrever, de criar historias, de fazer a informação, proteger a empresa.

E agora? Se antes esse monte de faculdade de jornalismo colocova no mercado uma leva sem fim de formandos sem mercado, será para que elas servirão agora? Ah! Sim, para tomarem os recursos dos supostos alunos e deixarem eles a propria sorte depois de formados. Não diferencia muito de hoje, regulamentados ou não.

Como os jornalistas serão chamados agora, se não tem profissão regulamentanda? Serão chamados de jornalistas porque escrevem? Assim como políticos que não precisam estudar e ter diploma?

E o mais engraçado é que o recurso julgado partiu das Empresas de Radio e Televisão de São Paulo.


MENSAGEM FINAL
Acima de todas as liberdades, dê-me a de saber, de me expressar, de debater com autonomia de acordo com minha consciência. John Milton

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