domingo, 28 de agosto de 2011

ESCREVENDO BOBAGEM (OU SOBRE O BBB5)

A gente não consegue se livrar d BBB5. Chamadas e horário nobre na Globo, e também está no canal 42 e 77, ambos na Tv paga, sendo que até nos concorrentes a gente vê alguma coisa do que dizem ser um ‘reality’ . E já que é assim, vimos, às vezes vemos e talvez ainda veremos mais.

Este análogamente, está sendo diferente dos anteriores, pois a turma é bastante intrigante. Neste também se concentrou o melhor metro quadrado de mulher boa e bonita por programa, tirando, claro, a enfartada. Também apareceram os piores e ignorantes homens, sendo um deles travestido de médico, mas com uma cabeça precocemente imbecil.

Nesta edição também, pela primeira vez, nasceram dois grupos antagônicos declarados, sendo que um deles ganhou a simpatia do publico a medida que o outro fazia mais maldade e burrice em nome do chamado “jogo”, que eles insistiam de fazer erradamente e que só viam esse erro depois que saiam. Ah! Os homens parecem não gostar das mulheres. Seriam eles veados enrustidos?

E a crítica é sempre dura com programa desse, já que mostra para todo o Brasil, insistindo, coisas ridículas como trocar marketing com merchandising, achando que o merchant vem daí. Só mesmo partindo de um doutorzinho de meia tigela do interioorrr de São Paulo.

Agora de bom, tem a sensatez do baiano que, segundo dizem, e o concorrente direto ao Um Milhão de reais, de ouvir suas leituras de contos, de ver seus dúbios gestos de homem e até de vê-los cantar, sob sua égide a musica Casinha Branca, do Gilson de Souza

De ver e admirar, mais e mais, a beleza e a doçura simples da chamada Miss, sua fome desvairada e que mesmo assim vai ser bonita assim lá na China ou o desprovimento inocente da chamada Pink, e também a beleza agreste da Carla e ou as estonteantes curvas da Natalia.
Alí tem uma três edições da Playboy garantidas.

O Pedro Bial, que antes parecia um deslocado na apresentação deste malfadado programa, neste interage bem, mais solto, e parecendo torcer para o grupo mais sóbrio da casa. Não agüentamos quando ela fala que vai fazer contato com a “nave big brother”, soa assim meio infantil.

Mas se tem alguém que morre de vergonha de todo este festival de passatempo inútil, esse alguém é Sir George Orwell, que criou o livro 1984, cujo tema era a ascensão do big brother, o grande Irmão, sobre o planeta controlado seus habitantes pelas lentes da televisão, como no programa, sendo que ali, todos têm vida mansa, e lá não.


MENSAGEM FINAL
As coisas que nunca voltam atrás: o tempo depois de passado, a ocasião depois de perdida, a pedra depois de atirada e a palavra, depois de proferida. Omar Idn Al-Halif

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