quarta-feira, 31 de agosto de 2011

QUERENDO SERVIR

Uma vez disse ao meu Deus que queria servi-lo através da minha experiência profissional, ou seja, colocar-me a serviço Dele. Mas não foi bem assim não. Ou Ele não quis ou não quiseram. Foi frustrante.

Quando fui trabalhar na emissora da Igreja e me vi nessa situação, me utilizar a serviço de uma mensagem maior. Cheguei ate a ganhar premio nacional, da CNBB, por programa de bom conteúdo. Tinha de mexer em programação, acima de tudo na programação mental de pessoas ligadas a Igreja.

Conversei com monsenhores, padres, bispos, arcebispos. Proposta talvez incompreendida. Uma vez me emocionei perante um velho padre, mas esse se manteve firme, frio. Vi ali, naquele momento que seria difícil de me fazer entender.

Os chamados “muito católicos”, os que se acham donos de tudo que pertence a Igreja, sempre opinaram sem conhecimento de causa nas ações profissionais das emissoras. Na realidade nunca souberam aplicar a força que eles tem. Os evangélicos fazem isso melhor, está aí para todos constatarem!

A prosperidade das rádios está na profissionalização das diretrizes. Nada de padres no comando e nem na supervisão. Deleguem e cobrem. Normal em qualquer gestão moderna. Desculpem a comparação, mas a Record (TV) chegou onde está pela pouca ou quase nenhuma interferência na sua gestão.

Uma radio é sempre uma radio. Não diferença de estilo. O que ela tem de fazer é sobreviver e para isso tem de ter gestão profissional que possa fazer uma programação inteligente, audiência como conseqüência e independência financeira proveniente disso.

Isso tem de ser assim aqui como na conchichina!


MENSAGEM FINAL
Todo conhecimento é uma resposta a uma questão. Gaston Bachelard

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