domingo, 28 de agosto de 2011
CURTAS E PAPO
Essa é estritamente fidedigna.
Por exemplo, trecho de um editorial da Gazeta Mercantil, muito interessante:
“Sei pouco de propaganda eleitoral e marketing político, mas se a lei eleitoral mudar e proibir camisetas, showmícios e testemunhal de artistas as campanhas vão começar a ficar melhores e diferenciadas. Provavelmente a mudança virá primeiro nos políticos ou nos partidos com pouca verba ou menos tempo na TV. Eles arriscam mais porque têm menos a perder e muito a ganhar com uma estratégia mais impactante”
Outra boa:
“O ministro das Comunicações, Hélio Costa, será convidado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para explicar aos parlamentares o processo de implantação da TV Digital no Brasil. A TV Digital representa um novo sistema de transmissão de sinais, que vai proporcionar ganhos em áudio e vídeo, além de uma maior oferta de programas e de serviços - como a conexão à internet pela televisão. São três os modelos de TV Digital adotados no mundo: o americano, o japonês e o europeu. No Brasil, sistema a ser adotado deverá contemplar as necessidades nacionais, com as seguintes características: o baixo custo; a interatividade, de modo a proporcionar educação e cultura à população; e a flexibilidade, para garantir às emissoras uma programação conveniente aos interesses delas e de seus consumidores”.
Esta merece espalhar:
“A Copa do Mundo da Alemanha pode ganhar um personagem especial: Barbada. Projeto do cartunista Peron - criador do personagem Pacheco, o Camisa 12, um dos símbolos da Copa de 82 .A idéia de Peron é reviver com muito humor os títulos mundiais conquistados pela seleção brasileira nas copas do mundo de futebol.
O personagem principal do projeto, Barbada, é um torcedor crítico e apaixonado. Tudo em sua vida tem a ver com futebol. Mora na Vila Maracaembu e seus filhos se chamam: Penta, Tetra, Bi e Campeão. Sua empregada é Fifa e seu vizinho, um argentino muito do chato, batizado de De la Rua. Barbada é o típico torcedor brasileiro: reclama, entende sempre mais de futebol que o técnico da seleção e morre de amores pelo time”.
Esta, por exemplo, é uma vergonha nacional:
“O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) decidiu, após assembléia geral das associações por ele representadas, baixar de 5% para 2,5% o percentual de cobrança por direitos autorais sobre o faturamento bruto com toques de celular, que são os ringtones monofônicos e polifônicos. Essa taxa se refere aos direitos de execução pública das composições, não ao armazenamento e distribuição, pelos quais as editoras já recebem 10% da receita bruta com ringtones. O Ecad pretende processar aqueles que não regularizarem o pagamento. A entidade não definiu ainda se a cobrança será retroativa ou não. Isso será decidido em assembléia geral no futuro. O Ecad tampouco pretende cobrar por enquanto pelos truetones (que são os próprios arquivos de música em MP3)”
Promessa de Silvio Santos e Bill Gates:
O PanAmericano, do Grupo Silvio Santos, e o SBT lançam o Computador Total. O projeto busca popularizar e tornar mais acessível equipamentos de informática. Um Celeron D M3700 (2,13GHz), poderá ser adquirido em até 40 parcelas mensais de R$ 49, pelo consórcio, ou em até 25 parcelas mensais de R$ 99, pelo financiamento.
Quem adquirir o Computador Total ainda receberá um cupom para concorrer a promoção "Vida de Artista" que irá sortear mensalmente um prêmio de R$ 50 mil e, em janeiro, um prêmio de R$ 500 por dia durante um ano.
Esta é muito triste:
‘Segundo um funcionário do Terra Viva, o canal teria demitido mais de 70% de seu quadro de funcionários, principalmente entre equipe de produção e jornalistas. Os demitidos estariam de aviso prévio. Segundo a fonte, com as demissões restariam apenas 11 funcionários na produção no canal. Ainda, seriam extintos três telejornais e um programa diário. O canal teria alegado problemas para conseguir distribuir o canal entre operadoras de TV por assinatura”.
PAGINA DOIS
Estreou no ultimo dia 10 de outubro o site informativo Página Dois. Na seção Entrevista da Segunda, a mesma foi feita conosco. Vamos reproduzi-la:
1. Os meios de comunicação têm passado por diversas mudanças nos últimos anos. O sistema de TV Digital brasileiro está a um passo de sair do mundo dos sonhos e tornar realidade; a internet tem se aprimorado e conquista dos grandes espaços como veículo. No que diz respeito ao rádio, quais foram as principais mudanças nos últimos anos?
R – Para iniciar, diremos que o rádio não muda e nem precisa ficar se aprimorando. Ele já nasceu mudado, veio para instalar, criar o conceito total da comunicação. A comunicação é o que é hoje graças ao radio. Por outro lado, ele precisa de se reciclar, o que é diferente. Por exemplo: O AM digital é uma boa reciclada.
2. Já existe um sistema de Rádio Digital em países como os Estados Unidos. Como o Brasil recebe esta novidade? As rádios daqui estão preparadas para assumir uma identidade fora da realidade analógica?
R – A questão é o povo está preparado. É necessário adquirir o aparelho receptor próprio para tal. Igual foi com o Fm. Na época, quem tinha AM, teve de adquirir o FM. Depois fizeram o DOIS EM UM. Hoje, um aparelho receptor digital, nos USA está custando 256 dólares.
3. Com esse novo sistema ampliam-se as possibilidades de um crescimento do sistema AM sobre o FM?
R – Sim. É uma questão de conteúdo. O ouvinte vai optar automaticamente para a emissora que tiver mais conteúdo em sua programação. Ambas – AM e FM – passarão a Ter a mesma qualidade de som.
4. No final da década de 60, quando começaram a surgir às rádios FM, o sistema era pouco popular, de difícil acesso. Qual foi a grande cartada para a virada da FM e posterior transformação em sistema altamente popular de rádio?
R – Primeiro, como já dissemos, foi a facilidade que o ouvinte teve de adquirir o aparelho receptor de Fm (na época). Depois, a FM veio com conceito de ser musical. O povo não sabia o que era isso. Nunca tinha experimentado.
5. O senhor há algum tempo o programa "15 minutos com JRM" que ia ao ar na Rádio Espírito Santo e, hoje, é executado todas as manhãs na Rádio América, da Arquidiocese de Vitória. O senhor acredita que o futuro do rádio vá se firmar como um veículo de música e mensagem?
R – Tenho batido nessa tecla. É mais um conceito nosso. Acho que o ritmo do planeta necessita um acompanhando mais profundo, meditativo e repositivo de energias. O rádio pode interferir diretamente nesse aspecto.
6. E o noticiário, como fica?
R – Acho que precisa ser criada uma nova maneira de encara-lo no rádio.
Por exemplo, segmenta-lo.
7. Existe rádio de qualidade no Brasil hoje?
R – Sim, muitas. Estão alocadas em grupos. Por exemplo: Grupos jornalísticos tem boas rádios, o evangélicos também; os seculares, etc. Cada um no seu propósito tem boas rádios. Mas a proporção de rádios medíocres é bem superior. Tem de se levar em conta o grou de intelectualidade do país para exigir boas rádios.
MENSAGEM FINAL
Brasília é hoje um misto de hipocrisia e cinismo. Está dividida por um grande balcão de negócios. Zuenir Ventura
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