A EXPOSIÇÃOConfesso que não fui, mas li. Falo da “200 Anos de Imprensa no Brasil – A Historia da Imprensa no Espírito Santo” Além de evidenciar os principais jornais e revistas do Brasil, tem uma parte do Espírito Santo.
Como radialista, quando li a manchete da matéria no jornal A Gazeta, segundo caderno, pensei logo, inocentemente ou não, o que haveria de radiojornalismo na referida exposição. Mas não poderia haver nada.
O fato é que teria estória para compor uma exposição. Não precisava ser em áudio, mas escrito mesmo. Fatos que compõe o jornalismo nas principais emissoras de radio, as primeiras, como Espírito Santo, Vitória e Capixaba.
Lembro, nos idos anos 80, Oswaldo Oleari cobrindo as enchentes destruidoras no norte do Estado, orientando pessoas pelo radio, mostrando autoridades o melhor caminho, entrevistando, cobrando, falando, servindo de “ponte”. Seria um bom dado
Li também que através da organizadora, foi pesquisado dado no arquivo público e em Cachoeiro. Pois muito bem. Hoje temos de entender que IMPRENSA é papel, imprensa é jornal e revista. A TV também não pode ficar fora. Vide a cobertura das TV’s no episódio recente do seqüestro em São Paulo.
Só que essa exposição pode ser uma das ultimas a reunir material assim, Daqui a pouco, a imprensa (jornal-jornalismo) estará quase toda na Internet e as exposições serão outras, talvez com a aceitação do áudio e do vídeo, ou melhor: só de imagem e som.
MENSAGEM FINAL
Em duas palavras eu posso resumir tudo que aprendi sobre a vida: ela continua. Robert Frost
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