quinta-feira, 2 de junho de 2011

Al-JAZEERA

Se houve um veiculo de comunicação que apareceu como bem atuante em 2008 foi a TV do Qatar. E também como emissora influente e solitária ao mesmo tempo. Tanto em transmissão em árabe (já foi o tempo que a língua latina viria a ser a mais falada no mundo), como em Inglês, da Inglaterra

Recentemente a jornalista de Brasília Bárbara Lins elaborou, talvez, o primeiro livro a circular na América Latina, com dados precisos, sobre a famosa rede árabe. Chegou a freqüentar por duas semanas as dependências da TV no Qatar, inclusive com a permanência paga por eles.

Segunda ela, “A Al-Jazeera iniciou uma mudança no fluxo das comunicações. É só ver a quantidade de veículos de imprensa que a utilizam como fonte de informação”E é tão verdade que a TV teve de instalar uma afiliada em Londres, falando em Inglês para todo mundo.

Foi “in loco” que Bárbara viu e sentiu como é a política de atuação da Al-Jazeera. "Eles falam pelos africanos, pelos asiáticos, por todos que eles consideram que não têm espaço no noticiário” Mas é no cenário do Qatar rico em petróleo, mas se achando ainda sem voz atuante que a a Al-Jazeera aparece. “Eles atuam como vitrine da modernização do Qatar”

Atualmente, a emissora conta com profissionais de 70 nacionalidades, inclusive brasileira. A Al-Jazeera, completou 12 anos em novembro, é composta por mais de 12 canais, com emissoras exclusivas para documentários e esportes, entre outras áreas. Todos eles têm liberdade para produzir matérias e nunca receberam ligações do governo com reclamações. Ela pode ser eleita por nós da coluna o veículo do ano. E resta esperar o livro da Bárbara Lins para nos informar mais e melhor.


MENSAGEM FINAL
Amigo, para mim, é diferente. Não é um ajuste de um dar serviço ao outro, e receber, e saírem por esse mundo, barganhando ajudas, ainda que seja para fazer injustiça aos demais. João Guimarães Rosa

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