
A ALMA DA RADIO
Enganam-se redondamente aqueles que acham que o sucesso de uma radio, ou de uma programação bem ouvida seja aquele que esta á frente, na ultima trincheira da radio que é o microfone. Não é esse.
Tudo tem de ter equipe, mesmo que seja de três componentes apenas, pois ninguém faz sucesso ou acontece sozinho. Sempre tem uma alma profissional por trás disso tudo.
Foi a cabeça de Big Boy que fez a Mundial dos anos 70. Ele e suas vinhetas e musicas. Foi o estilo esmerado da locução da Cidade dos anos 80 que modificou o estilo FM. Foram as vinhetas e aberturas ousadas do Formiga que fincaram as audiências definitivas da Radio Globo.
Agora, por exemplo, a Tupi do Rio conseguiu quebrar a hegemonia da Radio Globo no Rio, justamente pela “nova roupagem” que a Tupi vestiu. E o seu “Taylor Made” foi justamente, mais uma vez, o Formiga.
Portanto, é a cara que a emissora veste que influencia sobremaneira na programação, com a ajuda de seus apresentadores. São editores e produtores, que trabalham no anonimato, e quem leva o nome é locutor-apresentador, etc, geralmente, de nada entende de “roupagem”. Só faz uso dela.
Volto a falar que tudo é um conjunto. Tanto o sucesso como o fracasso. Mas a “cara” que o veiculo tem, depende muito de seu coordenador de programação, de seus produtores, de seus editores. A emissora tem de ter uma “cara”, um estilo e isso depende de boas vinhetas, aberturas e meios de programas, comerciais bem feitos e uma certa dose de ousadia. Ouse então!
MENSAGEM FINAL
Na diplomacia cumpra as formalidades, nunca se preocupe com as moralidades. Mark Twain
Tudo tem de ter equipe, mesmo que seja de três componentes apenas, pois ninguém faz sucesso ou acontece sozinho. Sempre tem uma alma profissional por trás disso tudo.
Foi a cabeça de Big Boy que fez a Mundial dos anos 70. Ele e suas vinhetas e musicas. Foi o estilo esmerado da locução da Cidade dos anos 80 que modificou o estilo FM. Foram as vinhetas e aberturas ousadas do Formiga que fincaram as audiências definitivas da Radio Globo.
Agora, por exemplo, a Tupi do Rio conseguiu quebrar a hegemonia da Radio Globo no Rio, justamente pela “nova roupagem” que a Tupi vestiu. E o seu “Taylor Made” foi justamente, mais uma vez, o Formiga.
Portanto, é a cara que a emissora veste que influencia sobremaneira na programação, com a ajuda de seus apresentadores. São editores e produtores, que trabalham no anonimato, e quem leva o nome é locutor-apresentador, etc, geralmente, de nada entende de “roupagem”. Só faz uso dela.
Volto a falar que tudo é um conjunto. Tanto o sucesso como o fracasso. Mas a “cara” que o veiculo tem, depende muito de seu coordenador de programação, de seus produtores, de seus editores. A emissora tem de ter uma “cara”, um estilo e isso depende de boas vinhetas, aberturas e meios de programas, comerciais bem feitos e uma certa dose de ousadia. Ouse então!
MENSAGEM FINAL
Na diplomacia cumpra as formalidades, nunca se preocupe com as moralidades. Mark Twain
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