segunda-feira, 6 de junho de 2011

A BRONCA DE CHAVEZ

Desde de quando fechou uma estação de TV para começar a se perpetuar no poder, olho diferente para Hugo Chavez. Ele é daquele resquício de militares recalcados e indefinidos, comuns nos paises latinos. E todos estranhem que o nosso Lula o trate com tanta fidalguia. Já começo a querer entender que é “engabelamento” (se essa palavra existe).

Toda a imprensa esta falando do episodio com o rei de Espanha. Mas nem todos falam do outro episodio, o de Lula enaltecer os atos de Chavez. Não dá para entender, muito menos o mesmo tratamento ofertado ao Evo, boliviano nativo, presidente. E esses estão “comunados” com Ahmadinejhad, o tirano do outro lado do mundo.

Imagem um levante mundial iniciado pelos paises sem expressão de poderio como Bolívia, Irã, Venezuela e..Brasil no meio. Exagero? Talvez, mas nada descartado, principalmente nas mentes desses presidentes. E as usinas de refinamento de urânio? E a bomba? E o petróleo? Objetos de desejo de qualquer governante, mesmo o mais lúcido.

Aliás, todos esses senhores tem por trás homens de confiança, geralmente “conselheiros”, geralmente barbados, de óculos, que ás vezes falam além do necessário ou fazem gestos com mãos, não condizentes.

Pois bem. Já temos a usina nuclear, muito petróleo – gás também – só não começamos ainda a fechar televisão e nem fazer pronunciamentos longos.


MENSAGEM FINAL
Sentimentalismo é como chamamos os sentimentos que não compartilhamos. Graham Greene

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