LAST CHRISTMAS
A cultura de assistirmos filmes americanos nos trouxe uma imagem de natais frios, gelados, com pinheiros e papai Noel avermelhado. Mas tivemos a prova concreta de como é isso “in loco”, morando na América seis seguidos anos. Sendo que três na costa oeste e três na costa leste, onde o frio é mais intenso nesta época.
O que mais marcou não foram as temperaturas com neve e nem a fartura de produtos para consumo, mas as músicas de natal que as emissoras de radio e televisão emanam neste particular período. São musicas – muitas conhecidas nossas - cantadas sempre por artistas em voga. Uma sempre tocou e toca demais nas emissoras nessa época.
Cantada pelo ex-conjunto Wham do inglês George Michael, a música Last Christmas tem uma letra contemporânea, pois trata de uma perda de amor num natal. Fora as tradicionais canções natalinas nas vozes de Frank Sinatra, Diana Ross, Justin Timbarlake, Barbra Streisand e por ai vai.
Mas a marca do natal americano não papai Noel e nem o arbusto em forma de pinheiro e sim o soldado perdido, aquele soldado de infantaria do exercito antigo, visto em qualquer loja, casa decorada, imagens de Internet e TV. E por falar em casa, na costa oeste, mais precisamente em
Bervely Hills em L.A. Há o concurso da residência mais bem decorada e iluminada. Muitas são de astros famosos do cinema.
Mas é na costa leste, em Nova York, nos subúrbios, principalmente em “up-state” que o natal se torna mais natal. Cidades pequenas, bem bonitas com o enfeite nas casas, pouco movimento, lojas pequenas sem aglomeração, movimento de carro razoável. Afinal lá o termo subúrbio é o inverso daqui. Lareira em casa faz sentido, principalmente com vinho e “lamb” (carneiro) e ouvindo essas velhas canções...
MENSAGEM FINAL
O que primeiro envelhece na gente é a curiosidade. Sergio Bernardes

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