domingo, 26 de junho de 2011

JORNALISMO X RADIALISMO

Dias destes, os jornais de A Gazeta estamparam matéria sobre um ato de pedofilia feito por um radialista aqui na Grande Vitória. Um ato indigno, feio, condenável, sem perdão. O do radialista e do próprio jornal.

Todos estão sujeitos a passar por um problema desses. Afinal a carne é fraca. Pode ser um policial, um magistrado, um professor e o próprio jornalista. Será que se fosse um a Gazeta iria colocar aquelas chamadas de primeira página? “Jornalista preso por molestar criança!” Será?

Apesar dos pesares, de ser uma classe menos privilegiada, composta de gente que gosta de falar e de musica, o radialista era isso bem no inicio dos tempos. Agora não, as milhares de universidades espalhadas pelo Brasil despejam anualmente também milhares de jovens formados em radialismo.

A bem da verdade, lendo aqueles jornais naquela data, deu uma sensação de preconceito contra a classe, se bem que a dita se situa na mesma área de atuação de outras que mexem com comunicação, inclusive dos famosos assessores políticos.

Mas a verdade seja dita. Não existe tanta disputa de classe na área. Se bem que alguns jornalistas que trabalham em radio ficam como óleo n’água, ou achando que seus desempenhos são mais cultos ou inteligentes.

Mas no fundo o que se tem de fazer é informar, e bem. Se bem que hoje em dia muitas vezes as informações são descartáveis. Difícil uma matéria que atraia leitores em geral, ou mesmo ouvintes com muita atenção, inclusive nos seus desdobramentos. Talvez por isso que de vez em quando presenciamos umas escorregadas dessas.

MENSAGEM FINAL
Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência. Henry Ford

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