FALAR DE CACHOEIRO
Hoje vamos falar de Cachoeiro com a propriedade de quem nasceu na esquina da Capitão Deslandes com a 7 de Setembro. Falar de uma Cachoeiro diferente, de tempos atrás e não a de hoje, que tem até prefeito que a gente não conhece. Renovação???
Vamos falar da Praça Jerônimo Monteiro e o banco do Dr. João Madureira. Isso tudo por causa de Sergio Garschagen. Aso, some e aparece. Agora resolveu entrar em contato novamente e reavivou esse passado. Esteve uns tempos aqui em Vitória, quando abriu a seccional da Gazeta Mercantil.
Aso sempre esteve em Brasília, onde está atualmente. Deus uma saída rápida, mas voltou. Aso lembra Zobé, Marreco, Deltinha, Bujão, Gilsiinho, Moa, súditos mais “puros” do velho João. E tome história...tome instrução cultural.
De vez em quando aparecia um Helio Vinagre, carinhosamente rechaçado por suas ideologias contrárias. O Aso vem agora com a história de Betim Caratê, que realmente me foge a memória. Mas também tem é tempo isso!
Se o papo era no fim de tarde, os “lacerdinhas” – em homenagem a Carlos Lacerda, animal extinto, os dois - não deixava ninguém em paz. Se a gente fosse aumentar um lacerdinha algumas vezes, esse inseto teria a aparência, mais ou menos de um alien, aquele do cinema.
Então preferíamos nos reunir mais de noite no calor de Cachoeiro. Lembro que o referido banco ficava de frente pro Bar Alaska e por trás, o busto de Newton Braga, aquele de... "Esta sensibilidade, que é uma antena delicadíssima, captando pedaços de todas as dores do mundo, e que me fará morrer de dores que não são minhas".
Zobé era o que mais falava, Bujão o que gozava a cara da gente, Aso o mais sério e ficava puto a todo momento, Gilsinho o mais despreendido. Eu, só ouvia e via, lógico.
Foram momentos de grande consistência na formação de cada um. De vez em quando íamos todos para a grande varanda da casa do Aso. Onde tinha uma bomba de gasolina que me intrigava, ao mesmo tempo achava normal. Bela casa aquela.
Hoje estão todos ainda por ai. Cada um desempenhando sua missão na sociedade. Uns ainda em Cachoeiro, a maior parte, outros fora, como Aso, eu, Valério, Deltinha.
São boas lembranças. Claro. Mas tem ainda as do Tiro de Guerra, onde essa mesma turma conviveu “mais seriamente” por um ano inteiro. Mas isso é outra história....
MENSAGEM FINAL
Eu não pensei; eu experimentei. Wilhelm Roentgen

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